De acordo com levantamento realizado pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP), o setor de Educação possui o maior número de obras atrasadas ou paralisadas do Estado. São 225 empreendimentos (Universidades, Faculdades, Escolas e similares, e quadras em Unidades de Ensino) com problemas de cronograma – o que representa 26% do total de 845 construções.
Os números são referentes à nova atualização do Painel de Obras Atrasadas ou Paralisadas, com dados do primeiro trimestre de 2022. Rio Preto não aparece no levantamento, nem no caso de obras paralisadas ou atrasadas.
No setor da Educação os dados revelam que os valores iniciais de contrato somam um total de R$ 657 milhões. Das 225 obras, 81 estão atrasadas, outras 144 se encontram paralisadas.
Cerca de 66,2% das obras de Educação são de responsabilidade municipal (149), enquanto o Governo do Estado arca com 76 empreendimentos (33,8%).
Atualmente, o Estado de São Paulo possui 303 obras atrasadas e 542 paralisadas – um total de 845 –, com valores iniciais de contrato que superam a casa de R$ 21 bilhões.
FONTE: Tribunal de Contas de São Paulo ( Folha da Região) – 28/07/2022

