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Curso Online sobre os Aspectos Legais e Operacionais para o Correto Preenchimento do Siope e do Siope – Conveniadas | 38

PÚBLICO-ALVO:

O curso é destinado a todos os agentes públicos do Poder Executivo, bem como aos membros dos Conselhos Municipais (Educação), envolvidos no preenchimento, envio, acompanhamento e fiscalização das informações presentes no SIOPE.

OBJETIVO:

O FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), estrutura do Ministério da Educação, expressa que: “O Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (SIOPE) é uma ferramenta eletrônica instituída para coleta, processamento, disseminação e acesso público às informações referentes aos orçamentos de educação da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, sem prejuízo das atribuições próprias dos Poderes Legislativos e dos Tribunais de Contas.”.

Assim, os Municípios brasileiros precisam promover, bimestralmente, o envio das informações relacionadas a sua execução orçamentária (receitas arrecadadas e despesas empenhadas) da área de educação, a fim de que o Governo Federal possa implementar as políticas de financiamento da educação. Bem como, de forma concomitante, será preciso que o Secretário de Educação e, posteriormente, o Conselho Municipal do FUNDEB (CASC) revisar e homologue tais informações inseridas no sistema.

A partir do exercício de 2021, o SIOPE sofreu diversas modificações na sua estruturação (layout) em virtude da aprovação da Lei nº 14.113, de 2020, a chamada lei do Novo Fundeb. Essa situação merece atenção especial a servidores, conselheiros e gestores municipais, pois a ausência de entrega das informações via sistema acarreta a inserção da municipalidade no CAUC (Serviço Auxiliar de Informações para Transferências Voluntárias), impedindo o recebimento de transferências voluntárias.

Também se agrega a essas situações de alterações a determinação do FNDE que os Municípios também encaminhem o SIOPE-CONVENIADAS evitando o travamento do envio do SIOPE normal.

Dessa forma, o curso tem como objetivo capacitar os seus participantes, com bases teóricas e práticas, para o correto preenchimento das informações e o envio do sistema, evitando que os agentes públicos e, principalmente, o município sejam penalizados.

GRADE CURRICULAR:

SIOPE (Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação)

Revisão de procedimentos:

O que é e para que serve o SIOPE?

Etapas da educação (nível municipal)

Classificação da despesa orçamentária

Despesas vinculadas ao Ensino (MDE, FUNDEB e outros recursos vinculados)

Limite constitucional apurado pelo SIOPE

Subfunções típicas da educação

Coleta de dados para inserção das informações no sistema, junto aos demonstrativos orçamentários

Preenchimento das informações e análise dos quadros gerenciais do sistema;

Aba “Dados Gerais”

Responsáveis pela informação

Receita Total do Município

Despesa Total do Município

Despesa com Educação (função 12)

Aba “receita total”

Previsão Atualizada, Realizada e Orçada

Aba “Despesa com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino”

Despesas Próprias Custeadas com Impostos e Transferências

Despesas com Novo Fundeb

Despesas custeadas com recursos vinculados

Aba “Informações Complementares”

Aba “Demonstrativo da Função Educação (Administração Consolidada)”

Aba “Declaração de Responsabilidade”

Aba “Remuneração de Profissionais de Educação”

Análise das críticas mais comuns e sua forma de resolução.

Envio das informações

Módulo de Acompanhamento e Validação das Informações do SIOPE (MAVS)

Procedimentos e responsabilidade do Secretário de Educação

Procedimentos e responsabilidade do Presidente do Conselho

Envio do SIOPE-CONVENIADAS

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PROFESSOR:

Fabiano Tronco de Vargas – Contador, graduado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM/RS); Curso de Extensão em Controle Interno (UNISINOS/RS); Pós-graduando em Contabilidade Pública Aplicada ao Setor Público (FADERGS); exerceu cargo de Secretário Municipal de Administração de Planejamento no Município de Dona Francisca (RS); exerceu o cargo de auditor interno e auditor externo na área privada; exerceu, por 13 anos, o cargo de supervisor e consultor contábil da empresa IGAM (Porto Alegre/RS); atualmente desempenha o papel consultor e assessor contábil, bem como palestrantes, instrutor e professor de treinamento, seminário, webnar e cursos on-line, sendo que suas atividades são desempenhadas nas áreas de: Contabilidade Aplicada ao Setor Público (CASP), Planejamento e Gestão Orçamentária Pública (PPA, LDO e LOA), Tesouraria e Conciliação Bancária, Finanças Públicas, Regime Próprio de Previdência Social, Patrimônio, Almoxarifado, Gestão Fiscal, Recursos da Educação, Assistência Social e Saúde, Captação de Recursos Públicos (Plataforma +Brasil), Prestação de Contas (todas as áreas públicas e eleitoral) e Controles Internos.

Calendário de Obrigações – Veja o que deve ser observado até amanhã (21/07/2023)

Calendário de Obrigações – Veja o que deve ser observado até amanhã (20/07/2023)

Orientação Preventiva – TCESP E CARTÕES ALIMENTAÇÃO – ATUALIZAÇÕES SOBRE O CREDENCIAMENTO E PREFERENCIA ÀS ME E EPPS

Boletim Informativo – Julho/2023

Curso Online sobre Cálculos da Folha de Pagamento para a Administração Pública (Teoria e Prática) | 37

JUSTIFICATIVAS:

Considerando que a cada dia o governo cria mecanismos, (sistema do eSocial e EFD-REINF) para evitar a fraude no recolhimento dos tributos incidentes sobre a Folha de Pagamento, se torna necessário que cada vez mais as empresas tenham em seus quadros de colaboradores, profissionais atualizados e capacitados para atenderem aos objetivos legais, evitando, com isso, a formação de passivo trabalhista, bem como possíveis autuações por parte do fisco.

Ao final deste treinamento, os participantes terão conhecimentos suficientes para efetuar revisão dos procedimentos de cálculos feitos pelo sistema de Folha de Pagamento, podendo identificar possíveis divergências, bem como efetuar as correções necessárias adequando-se de forma segura, às informações obrigatórias e corretas de envio ao sistema do eSocial, reduzindo ou evitando a formação de passivos trabalhistas, previdenciários, fundiários e do Imposto de Renda.

OBJETIVOS:

Capacitar o participante à aprendizagem das diversas modalidades de Cálculos Trabalhistas, incidentes sobre a Folha de Pagamento e os cálculos dos recolhimentos previdenciários, fundiários, e de imposto de renda, colocando em prática a interpretação das legislações pertinentes vigentes, por meio de solução de exercícios práticos e exemplos trazidos pelos participantes.

Preparar o profissional da área para efetuar a conferência dos dados constantes na Folha de Pagamento com a precisão necessária, atendendo as exigências da Legislação pertinente a as normas dos órgãos fiscalizadores, reduzindo os custos da Administração de Pessoal através de procedimentos mais efetivos.

Proporcionar aos participantes, conhecimento de cálculos mais utilizados nas Rotinas e, Administração de Pessoal.

PÚBLICO-ALVO:

Servidores da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, da administração direta, autárquica e das fundações públicas, que exerçam as funções desenvolvidas na parte contábil e fiscal, bem como os profissionais dos setores de Recursos Humanos ligados a Folha de Pagamento, Informática/TI, Contribuições Previdenciárias, Conferência, Contratos, GFIP/SEFIP, Gestores de Pessoal, Administradores, advogados, Contabilidade, Fiscal, Contadores e os demais profissionais envolvidos com a matéria.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

1 – Folha de pagamento

1.1 – Conceito
1.2 – Dados necessários para elaboração

• Dados do empregador;
• Dados do trabalhador;
• Salário Contratual
• Adicionais que compõem a remuneração
• Jornada Contratual
• Forma de Pagamento
• Controle de horário
• Número de dias ou horas trabalhadas.
• Descontos permitidos (legais e convencionais);
• Bases de incidência de tributos
• Valor bruto do salário;
• Valor líquido do salário.

2 – Dos Agentes Públicos

2.1 – Cargos; Funções e empregos públicos
2.2 – Cargos em Comissão e Funções de Confiança

2.2.1 – Distinção
2.2.2 – Atribuições
2.2.3 – Substituições

3 – Formas de remuneração

4 – Redução salarial

5 – Acúmulos de cargos públicos

6 – Limites de Remuneração

7 – Conceitos:

7.1 – Vencimento;
7.2 – Vencimentos;
7.3 – Salário;
7.4 – Proventos;
7.5 – Remuneração do cargo efetivo;
7.6 – Subsídio;
7.7 – Salário.

8 – Das Indenizações

8.1- Ajuda de custo
8.2 – Diárias
8.3 – Transporte
8.4 – Auxílio-moradia

9 – Das Gratificações

9.1- Por encargo de curso ou concurso

10 – Dos Adicionais

10.1 – Trabalho extraordinário
10.2 – Raios – X
10.3 – Noturno
10.4 – Penosidade
10.5 – Insalubridade
10.6 – Periculosidade
10.7 – Férias
10.8 – Demonstrativo de cálculos

11 – Décimo terceiro salário

11.1 – Direito
11.2 – Adiantamento por ocasião das férias
11.3 – Servidor Exonerado
11.4 – Cálculo do 13º salário – Servidores afastado
11.5 – Descontos
11.6 – Demonstrativos de Cálculos (INSS e IRRF)
11.7 – Informação no eSocial

12 – Das Licenças

12.1 – Para tratamento da própria saúde
12.2 – Auxílio-doença
12.3 – Doença em pessoa da família
12.4 – Afastamento de cônjuge ou companheiro
12.5 – Serviço militar
12.6 – Atividade política
12.7 – Capacitação
12.8 – Interesse particular
12.9 – Mandato classista

13 – Direitos e Garantias dos Trabalhadores Celetistas Extensivos aos Servidores Públicos

14 – Descontos (legais e autorizados)

14.1 – Faltas justificadas, injustificadas, abonadas e legais
14.2 – Atrasos
14.3 – Saídas antecipadas
14.4 – Empréstimos Consignados
14.2 – Danos causados pelos empregados
14.5 – Dos descontos legais
14.6 – Dos descontos convencionados/autorizados

15 – Dos Benefícios Previdenciários

15.1 – Salário família
15.2 – Auxílio Natalidade
15.3 – Auxílio Funeral
15.4 – Auxílio Reclusão
15.5 – Salário maternidade

15.5.1 – Casos de adoção
15.5.2 – Abordo não criminoso
15.5.3 – Prorrogações
15.5.4 – Valores máximos de salário maternidade.

16 – Desligamento De Pessoal

16.1 – Formas de desligamento dos servidores (Estatutários e celetistas)
16.2 – Motivos de desligamento
16.3 – Formas de Cálculos e pagamentos

17 – Rescisões Contratuais

17.1 – Direitos
17.2 – Reflexos nas férias e 13º salário
17.3 – Reflexos nos demais direitos
17.4 – Descontos incidentes sobre verbas rescisórias
17.5 – Cálculos rescisórios.

METODOLOGIA

Esse curso será realizado de forma online que permite o diálogo entre os participantes e o palestrante, que possibilita que as dúvidas sejam elucidadas, por meio de diálogo e demonstrativo prático dos casos.

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PROFESSOR:

Domingos Vasco

Advogado especialista na área trabalhista e previdenciária. Foi por mais de 20 anos consultor jurídico da Consultoria IOB, tendo obtido vasta experiência em ministrar cursos para o público interno e externo, bem como em diversas empresas, através cursos in company. É pós-graduado em Direito Previdenciário pela Escola Paulista de Direito Social – EPDS. Foi membro do Conselho Técnico da Área Trabalhista e Previdenciária, na edição do Livro “ENTENDIMENTOS SOBRE QUESTÕES POLÊMICAS DO DIREITO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIO”, publicado pela IOB THOMSON, em 2007 e Autor do Livro “INSS NA CONSTRUÇÃO CIVIL”, editado e publicado pelo IOB, em 2012.
Atualmente ministra cursos tanto para área pública como para a área privada, em todo território nacional, por intermédio das empresas SUPERCIA (MS); EDUCP (CE); UNISAL (BA); COAD (RJ), UNISESCON-SP, PRIORI CURSOS (Brasília), tendo já ministrado curso sobre o eSocial para órgãos públicos para o TJ (MS), TRE-MG; TRE-MS; TRE-RO; TRT-RJ; Prefeitura Municipal de Uberlândia; Prefeitura Municipal de Criciúma; Prefeitura do Município de Rondônia. ASSOMASUL (Associação dos Municípios do Estado do Mato Grasso do SUL), Câmara Municipal de Uberlândia; COREN-SP.
Tendo ministrado cursos para as empresas acima, onde há participantes das áreas públicas e privadas, como dos membros do T.R.E (MA, RN, PI).

OBSERVAÇÕES: 

Trazer calculadora simples

Bibliografia:

  • Constituição Federal de 1988;
  • Decreto-Lei nº 5.452/1943 – CLT;
  • Lei nº 8.212/91 – Custeio da Previdência Social;
  • Lei nº 8.213/1992 – Benefícios da Previdência Social;
  • Lei 8.112/90 – Dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais.
  • Decreto nº 3.048/1999 – Regulamento da Previdência Social;
  • Decreto nº 9.580/2018 – Regulamenta a Retenção do IR.
  • Orientações de preenchimentos sobre o Social.
  • Orientações de preenchimentos da EFD-REINF
  • IN nº 2110/2022 da RFB Trata sobre Custeio da Previdência Social
  • IN nº 2043/2021 da RFB – Institui a Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais (EFD-REINF).
  • IN nº 2005/2021 da RFB – Dispõe sobre a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais Previdenciários e de Outras Entidades e Fundos (DCTFWeb).

Sites de Pesquisas:

  • www.planalto.gov.br
  • www.esocial.gov.br
  • www.sped.rfb.gov.br

Orientação Preventiva –A FISCALIZAÇÃO CONTRATUAL NÃO PODE SE LIMITAR ÀS MEDIÇÕES DO CONTRATADO

Orientação Preventiva – AVALIAÇÕES DE PROPOSTAS TÉCNICAS DEVEM SER FUNDAMENTADAS

Calendário de Obrigações – Veja o que deve ser observado até amanhã (14/07/2023)

Orientação Preventiva – Aposentadoria Compulsória aos servidores públicos

Calendário de Obrigações – Veja o que deve ser observado até amanhã (10/07/2023)

TJ/SP – Confirmada condenação de ex-prefeito e servidoras públicas por improbidade administrativa

Reclassificação ilegal de cargos ensejou enriquecimento ilícito.

A 6ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve decisão da Vara Única do Foro de Paraibuna, proferida pelo juiz Pedro Flávio de Britto Costa Junior, que condenou ex-prefeito de Natividade da Serra e duas servidoras públicas por improbidade administrativa. As penas para o ex-chefe do Poder Executivo, que causou prejuízo ao erário, consistem no ressarcimento integral do dano, suspensão dos direitos políticos por oito anos e pagamento de multa civil. Já as rés, que responderão por enriquecimento ilícito, ficam sujeitas ao ressarcimento integral do dano, perda do cargo público e multa civil.
Consta nos autos que o réu reclassificou indevidamente as funcionárias – uma delas, sua irmã – para o exercício de cargos distintos daqueles para os quais foram aprovadas em concurso público, aumentando a remuneração de ambas. Mesmo após a rejeição das contas municipais pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, relativas ao exercício financeiro de 2012, o então prefeito insistiu na conduta. Na defesa, as rés alegaram desconhecimento da reclassificação.
Em seu voto, a relatora da apelação, desembargadora Maria Olívia Alves, explicou que a nomenclatura dos novos cargos constava nas fichas financeiras das profissionais, o que comprova que conheciam a ilegalidade e, portanto, a conduta dolosa. “Ao aceitar tratamento privilegiado, as rés se beneficiaram ilicitamente das manobras engendradas pelo agente público, em total desrespeito com a coisa pública, o que configura sua conduta desleal para com a Administração Municipal”, afirmou.
Além disso, a magistrada destacou que a reclassificação, sem concurso público, viola a Constituição Federal, uma vez que as únicas hipóteses para essa modalidade de contratação são a de cargos em comissão, declarados em lei, de livre nomeação e exoneração e de servidores temporários, em razão da excepcionalidade do interesse público. “Na primeira hipótese, são cargos que exigem um laço de confiança entre o comissionado e o superior, e somente se admite nas atribuições de direção, chefia e assessoramento. Já na segunda hipótese, se faz necessário a fundamentação da necessidade da contratação de maneira urgente”, concluiu.
Completaram a turma julgadora os desembargadores Alves Braga Junior e Silvia Meirelles. A decisão foi unânime.

FONTE: Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo – 06/07/2023