Autor: Gepam - Adm
Orientação Preventiva – DIVULGAÇÃO DOS PROCESSOS SANCIONATÓRIOS PELA ANPD
TJ/SP – Município indenizará aluna com deficiência agredida por professora em escola
Calendário de Obrigações – Veja o que deve ser observado até amanhã (27/03/2023)
Orientação Preventiva – MP 1.166-2023 altera a Lei 14.133-2021
Calendário de Obrigações – Veja o que deve ser observado até amanhã (24/03/2023)
Curso Online sobre Ordenador de Despesas e Ordem Cronológica [Foi atualizado] | 20
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OBJETIVO:
O Ordenador de Despesa é toda e qualquer autoridade de cujos atos resultarem emissão de empenho, autorização de pagamento, suprimento ou dispêndio (§ 1º do art. 80 do Decreto-Lei nº 200/67) e também pode ser caracterizado como a autoridade com atribuições definidas em ato próprio, entre as quais as de movimentar créditos orçamentários, empenhar despesa e efetuar pagamentos.
Ainda, sensibilizar o gestor de suas responsabilidades, bem como fornecer capacidade e alternativas para evitar ou enfrentar diversas situações reais e aplicáveis no seu dia – a dia de trabalho.
PÚBLICO ALVO:
Ordenadores de Despesas, Gestores Públicos, Agentes de Controle Interno, Membros de Comissão Permanente de Licitação, Procuradores, e Servidores Públicos das páreas de finanças, administração e planejamento.
PROGRAMA:
- Função e Responsabilidade do Ordenador da Despesa.
- Atribuições. Responsabilidades. Controle e Delegação de competências. Segregação de funções.
b. Prestação de contas, Lei de responsabilidade fiscal, Lei de licitações e motivação dos atos administrativos.
- Planejamento Estratégico.
- Obrigatoriedade. Conceitos Básicos e Elaboração. Objetivos, indicadores e metas para as áreas fim e meio.
- Índice de efetividade da administração municipal – IEG-M
- Objetivos de desenvolvimento sustentável – ODS – Agenda 2030
- Integração com as Leis Orçamentárias. Instrumentos de Planejamento (PPA, LDO e LOA).
- Gestão e Execução Orçamentária e Financeira.
- Direito Financeiro e Contabilidade Pública. Conceitos e Execução da Despesa Pública
b. Empenho, Liquidação e Pagamento. Restos a Pagar, Despesas de Exercícios Anteriores e Suprimento de Fundos. Cartão Crédito Corporativo.
c. Cronograma de Desembolso, Movimentação de Recursos Financeiros e Fracionamento de Despesas. Pagamentos Atrasados e Fundos Financeiros. - Termo de ajustes de contas
- Gestão de Compras Públicas (Licitações e Contratos)
- Planejamento das aquisições e Modalidades de compras.
b. Análise de mercado e Pesquisa de Preços. Pregão eletrônico e Sistema de Registro de Preços.
c. Contratação emergencial.
d. Considerações sobre contratações diretas: dispensas e inexigibilidade de licitação.
e. Gestão e Fiscalização de Contratos. Acréscimos, supressões, repactuação e aditivos contratuais.
PROFESSOR:

Antonio Moreno, Diretor da GEPAM, Consultor Máster, Pós-graduado em Planejamento e Gestão Municipal pela Unesp, Orçamentista e Contabilista.
TCE/SP – Levantamento do TCESP mostra piora na gestão previdenciária de municípios paulistas
O Índice de Efetividade da Gestão Previdenciária Municipal (IEG-Prev/Municipal) de 2022 indica queda na qualidade da administração das aposentadorias e pensões dos servidores nas cidades paulistas que possuem Regime Próprio de Previdência Social (RPPS).
Levantamento feito pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP), com base em dados de 2021, mostra que mais da metade dos 218 municípios pesquisados receberam avaliações C ou C+, as duas piores notas do indicador.
“É muito preocupante. Estamos falando de riscos reais para pessoas que dependerão de suas aposentadorias para sobreviver quando não puderem mais trabalhar. É preciso responsabilidade. Os envolvidos devem estar atentos a esses resultados e tomar previdências o mais rapidamente possível”, declarou Sidney Beraldo, Presidente do Tribunal.
Conforme as informações divulgadas, 57 cidades obtiveram a classificação mínima (C), o que corresponde a 26% do total, exatamente o mesmo percentual das que conseguiram C+. Isso significa que 52% dos municípios examinados estão nas faixas C ou C+ — um aumento em relação a 2021, quando a soma dessas duas notas chegou a 44%.
São cinco as avaliações possíveis: A (altamente efetiva), B+ (muito efetiva), B (efetiva), C+ (em fase de adequação) e C (baixo nível de adequação).
Em 2022, 83 cidades ainda foram consideradas B (38% do total) e outros 20 (9%), B+. Apenas Piracicaba alcançou a classificação máxima. No ano anterior, quatro haviam atingido esse patamar.
Criado pelo TCESP para reduzir potenciais prejuízos financeiros à população, o IEG-Prev é mais um instrumento para a análise das contas públicas.
O índice monitora o recolhimento dos encargos; eventuais endividamentos das Prefeituras e demais órgãos municipais com a previdência; a evolução dos investimentos; e a situação atuarial, gerencial e de sustentabilidade dos RPPS.
Além dele, o Tribunal desenvolveu também o IEG-M (Índice de Efetividade da Gestão Municipal), que mede a eficiência das Prefeituras.
FONTE: Tribunal de Contas de Estado de São Paulo – 21/03/2023
Curso Online sobre Educação Especial: Aspectos Legais e Práticos | 19

Apresentação do curso:
A Constituição Federal de 1988, ao garantir o direito de todos à Educação, também assegurou às pessoas com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades ou superdotação, um atendimento educacional especializado nas redes públicas de ensino.
Seguramente a legislação federal prevê um sistema educacional inclusivo e o Plano Nacional de Educação em vigor – Lei Federal nº 13.005/2014, ao estabelecer a necessária universalização do acesso à educação básica aos alunos com deficiência, é exemplo que reflete a política nacional de inclusão.
Nesse sentido, as diretrizes vigentes expedidas no âmbito do Conselho Nacional de Educação, sem prejuízo de outras normas, asseguram o direito a matrícula do aluno tanto na classe comum do ensino regular, como também no AEE – Atendimento Educacional Especializado, realizado no contraturno ao da escolarização regular, que pode ofertado em salas de recursos multifuncionais na própria escola, em centros de Atendimento Educacional Especializado da rede pública ou por meio de instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos parcerias do poder público.
Contudo, os Sistemas de Ensino estaduais e municipais enfrentam desafios diários na implantação de serviços e recursos indispensáveis à oferta da educação especial, muito embora tenham autonomia para expedir normas complementares visando aperfeiçoar o atendimento educacional especializado.
Programa:
1 – Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva;
2 – Como a Educação Especial está regulamentada na Legislação Educacional: CF/88, L.D.B., Normas do Conselho Nacional Educação;
3 – Educação Especial no Ensino regular;
4 – Atendimento Educacional Especializado – AEE no contraturno escolar;
5 – Questões sobre matrículas, avaliação e acompanhamento das necessidades individuais dos alunos;
6 – Cuidador e/ou Acompanhante Especializado para os alunos matriculados na modalidade de educação Especial.
Professora:

Sarita da Matta Dias Peres
Sócia do escritório Graboski Advogados Associados e da Pública Gestão Educacional. Pós-graduada em Direito Educacional, Direito Municipal e Direito e Processo do Trabalho. Palestrante em Seminários e Conferências. Consultora da UNDIME-SP e de secretarias municipais de educação na área de Direito Educacional.
Calendário de Obrigações – Veja o que deve ser observado até amanhã (21/03/2023)
Calendário de Obrigações – Veja o que deve ser observado até amanhã (20/03/2023)
TCE/SP – Presidente do TCESP destaca parceria com Prefeituras para a melhoria da gestão pública
O Presidente do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, Sidney Beraldo, declarou hoje, em Presidente Prudente, que o objetivo do TCESP é auxiliar os Executivos municipais no aprimoramento das administrações.
“Não queremos ser cães de caça, mas cães-guia. A ideia é trabalhar com os gestores”, afirmou durante palestra no Ciclo de Debates com Agentes Políticos e Dirigentes Municipais. “Não gostamos de reprovar as contas de ninguém. Exatamente o contrário. Queremos orientar e ser parceiros”, completou.
Na avaliação de Beraldo, a união de esforços é a melhor forma de elevar a qualidade dos serviços públicos prestados à população. Ed Thomas, Prefeito de Presidente Prudente, concordou. “Estamos aqui para fazer o certo e o certo é a direção apontada pelo Tribunal de Contas.”
A primeira etapa do Ciclo reuniu 49 Prefeitos da região. Ao todo, compareceram cerca de 600 pessoas, entre Vice-Prefeitos, Presidentes de Câmaras, Vereadores e Técnicos de várias cidades do oeste paulista.
Foram discutidos temas como planejamento, Terceiro Setor, a Nova Lei de Licitações e o Índice de Efetividade da Gestão Municipal (IEG-M), indicador criado pelo TCESP para medir a eficiência das administrações locais.
Também participaram o Presidente da Câmara Municipal de Presidente Prudente, Vereador Tiago Santos de Oliveira; o Secretário Diretor Geral da Corte, Sérgio Ciquera Rossi; o Diretor das Contas do Governador, Abílio Licinio dos Santos Silva; os Diretores dos Departamentos de Supervisão da Fiscalização, Paulo Massaru e Alexandre Carsola; o Diretor do Departamento de Tecnologia da Informação, Fabio Xavier; o Diretor Gabriel Marchi da Silva; o Procurador do Ministério Público de Contas, José Mendes Neto; o Auditor Substituto de Conselheiro, Josué Romero; o Diretor da Unidade Regional (UR) 5, Maurídes Tedeschi; e o Diretor substituto da UR 18, Wellington Fernando Saldeira.
FONTE: Tribunal de Contas do Estado de São Paulo – 16/03/2023

