Seu pedido

Não há produtos no carrinho.

Calendário de Obrigações (Consórcios) – Veja o que deve ser observado até 23/04/2025

Calendário de Obrigações (Câmaras) – Veja o que deve ser observado até 23/04/2025

Calendário de Obrigações (Autarquias) – Veja o que deve ser observado até 23/04/2025

Boletim Informativo – Abril/2025

Curso Online sobre o Simples Nacional e a Reforma Tributária nos municípios | 99

Público-alvo:

Secretário, Diretores, Chefes de Departamentos de Finanças e Tributação, Funcionários Área Fiscal, Auditores fiscais, Analistas tributários, Técnicos em contabilidade, Profissionais de Planejamento Econômico, Economistas e Advogado.

Apresentação:

O Simples Nacional acaba de passar por alterações profundas, que alteram toda sua estrutura.

O município precisa alterar sua legislação e seus procedimentos para poder se adaptar ao Simples Nacional sem perder receita tributária.

A compreensão das ferramentas do Simples Nacional (exclusão, indeferimento, DTE, autorregularização, malha fiscal e SEFISC).

O presente treinamento objetiva apresentar e esclarecer:

  • Os novos rumos do Simples Nacional;
  • As necessidades de alteração na legislação municipal;
  • As dúvidas sobre a tributação no Simples Nacional;
  • A adequada utilização das ferramentas do Simples Nacional;
  • A atuação e responsabilidades do Fisco Municipal; e
  • As formas em aumentar sua arrecadação, sem prejudicar os contribuintes municipais.

Também serão abordados os procedimentos para integração com a Receita Federal e a fiscalização das atividades econômicas; bem como, as receitas pagas pelos contribuintes e não recebidas pelo município em função da inconsistência do DAS – Documento de Arrecadação do Simples.

Programa:

A LEI GERAL DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS E AS ALTERAÇÕES POSTERIORES

AS ALTERAÇÕES

  • Os autônomos
  • Os Ambulantes
  • Produtores rurais
  • A tributação fixa
  • As alterações na legislação municipal
  • As alterações da Reforma Tributária

CONCEITO DE MICRO E PEQUENA EMPRESA

  • O Microempreendedor Individual;
  • O Empresário
  • O Empreendedor
  • As sociedades Limitadas
  • As sociedades Simples

O SIMPLES NACIONAL

  • Quem pode aderir
  • Como calcular o valor devido
  • Como efetuar a exclusão
  • As Alíquotas e a base de cálculo
  • As alterações na legislação municipal
  • Como efetuar o deferimento retroativo

A utilização pelo município do Domicílio Tributário Eletrônico (DTE) para cobranças e notificações
A utilização da Autorregularização
A Malha Fiscal

O SEFISC

  • Sistema Eletrônico Único de Fiscalização do Simples Nacional
  • Os poderes da fiscalização municipal
  • As obrigações acessórias
  • As isenções e os incentivos municipais
  • As regras para repasse de ICMS para os municípios
  • Auditoria fiscal e contábil

O PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL NO SEFISC

  • Quem fiscaliza
  • Quem julga
  • Quais as normas aplicáveis
  • A quem cabe a execução fiscal
  • O Convênio com a Receita Federal.

O conteúdo da Resolução CGSN . 140 – multivigente.

INSCREVA-SE AGORA

Professor:

Edilson Pereira de Godoy

Professor na EVG – escola Virtual de Governo da Gepam, Advogado Tributarista; Economista e Contabilista, com especialização em gestão da qualidade total, pós-graduado em Metodologia e Gestão em EAD, pós-graduado em Direito Processual Civil, pós-graduado em Gestão Pública, e Mestre em Administração Econômico-Financeira pela CEAPOG de São Caetano do Sul/SP; e em Direito pela Universidade de Ribeirão Preto – UNAERP. Professor Universitário de graduação e pós-graduação, das áreas de direito e de finanças, membro do Grupo de Pesquisa sobre Improbidade Administrativa da Universidade de Ribeirão Preto – UNAERP. Atuou por mais de uma década como Fiscal de Rendas da Prefeitura Municipal de Pirassununga/SP; foi integrante da “Comissão de Análise e Estudo do DIPAM” na mesma Prefeitura; foi Secretário Municipal de Finanças e Secretário Municipal de Segurança Pública, é Consultor Assessor de diversas Prefeituras Municipais; Consultor de empresas privadas e Empresário da área de telecomunicações; Autor de artigos e trabalhos publicados; É professor convidado da USP e da UNICAMP, autor do livro “Manual Prático de Tributação Municipal”, e do ensino de Fiscalização a Distância e de capítulos dos livros LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO e AÇÕES COLETIVAS E CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA.

Calendário de Obrigações (Prefeituras) – Veja o que deve ser observado até 17/04/2025

Calendário de Obrigações (Consórcios) – Veja o que deve ser observado até 17/04/2025

Calendário de Obrigações (Câmaras) – Veja o que deve ser observado até 17/04/2025

Calendário de Obrigações (Autarquias) – Veja o que deve ser observado até 17/04/2025

Orientação Preventiva nº 271 – Alterados os valores da tabela do IRRF

CNM – Portaria prorroga vigência dos convênios e termos de compromisso firmados no âmbito do FNDE

O Diário Oficial da União desta terça-feira, 15 de abril, trouxe a prorrogação, de ofício, da vigência dos convênios e termos de compromisso firmados no âmbito do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Segundo a Portaria 364/2025, a prorrogação se dá nos convênios e nos termos relacionados aos programas Plano de Ações Articuladas (PAR) e Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em razão da transição de gestão municipal ocorrida em 2024.

O PAR contempla iniciativas educacionais, como formação de professores, infraestrutura, recursos e práticas pedagógicas e avaliação; já o PAC investe em segmentos de infraestrutura e social incluindo não somente a educação, mas também saúde, sustentabilidade, habitação e transporte. Segundo a medida, foi prorrogado por oito meses o prazo de vigência dos convênios e Termos de Compromisso firmados com Municípios em virtude da implementação do Sistema Habilita, para os instrumentos com o prazo de vigência previsto para encerrar em 31 de dezembro de 2025.

Sendo assim, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) alerta os gestores municipais para a necessidade de atendimento das exigências técnicas e operacionais quanto ao Cadastro e à  Habilitação promovida pelo FNDE. A entidade ressalta, ainda, que a Portaria não se aplica nos seguintes casos:
I – instrumentos celebrados no âmbito dos programas PAR 3 (Novo Mais Educação e Escola Acessível), PAR 4 (Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares – PECIM), que foram descontinuados;
II- novo PAC Seleção, nos termos da Resolução CD/FNDE 20, de 8 de outubro de 2023;
III – instrumentos que contenham cláusulas suspensivas; 
IV- obras cujos pagamentos tenham sido integralmente realizados e que estejam formalmente concluídas.

A CNM destaca também a relevância da prorrogação, visto a necessidade de assegurar a continuidade e o adequado acompanhamento das ações no âmbito educacional. Para a entidade, tal medida é imprescindível para evitar prejuízos decorrentes da interrupção de obras e serviços considerados essenciais, bem como para garantir a efetividade das políticas públicas voltadas à educação.

Além disso, é fundamental destacar que muitos Municípios ainda enfrentam entraves burocráticos, financeiros e operacionais para a conclusão das obras e implementação de serviços educacionais estratégicos. Assim, a extensão dos prazos permitirá maior regularidade na execução das ações e o cumprimento dos objetivos estabelecidos pelos programas federais, principalmente na transição de mandatos.

Fonte: Confederação Nacional de Municípios – CNM.

Acesso: 15/04/2025.

CNM – Municípios têm até 26 de maio para enviar planos de ação para novo ciclo da Política Nacional Aldir Blanc

O Ministério da Cultura publicou, nesta segunda-feira, 14 de abril, a Portaria 200/2025, com as diretrizes para solicitar recursos do segundo ciclo da Política Nacional Aldir Blanc. Os gestores devem ficar atentos ao prazo de elaboração do plano de ação: de 15 de abril a 26 de maio de 2025.

A Política Nacional Aldir Blanc prevê o repasse de R$ 15 bilhões a Estados e Municípios, por meio de cinco ciclos. O primeiro repasse de R$ 3 bilhões, realizado entre dezembro de 2023 e março de 2024, deverá ser executado até o dia 30 de junho de 2025. Agora, a partir da publicação da nova Portaria, o governo federal começa a execução do 2º ciclo. Saiba aqui quanto seu Município receberá.

Nesse primeiro momento, os gestores deverão acessar a plataforma de transferências do governo federal, TransfereGov, para preencher o plano de ação. Esse documento terá caráter plurianual e deverá informar como o Ente pretende utilizar os recursos que serão disponibilizados.

Para receber os recursos, os Municípios devem cumprir os seguintes requisitos:

·         apresentar o plano de ação na plataforma Transferegov;

·         ter executado pelo menos 60% dos recursos recebidos no ciclo anterior;

·         assinar o Termo de Adesão, comprometendo-se a destinar recursos próprios para a cultura; e

·         apresentar o Plano de Aplicação dos Recursos (PAR), criado a partir de escutas públicas, detalhando a utilização e áreas de aplicação do recursos.

A Confederação Nacional de Municípios (CNM), em breve, publicará uma cartilha orientadora com instruções detalhadas sobre como os gestores devem proceder para atender a todas as exigências e garantir o acesso aos recursos.

Fonte: Confederação Nacional de Municípios – CNM.

Acesso: 15/04/2025.