Seu pedido

Não há produtos no carrinho.

Boletim de Jurisprudência – Agosto/2024

Curso Online sobre o impacto da Reforma Tributária nas Finanças Municipais: Mudanças urgentes | 79

Público-Alvo:

Secretário, Diretores, Chefes de Departamentos de Finanças e Tributação, Funcionários Área Fiscal, Auditores fiscais, Analistas tributários, Técnicos em contabilidade, Profissionais de Planejamento Econômico, Economistas e Advogado.

Conteúdo Programático: 

  • O novo Sistema Tributário Nacional e seus princípios (§3º do art. 145 da CF).
  • A alteração na normatização da base de cálculo do IPTU (PGV).
  • A nova Contribuição para o custeio, a expansão e a melhoria do serviço de iluminação pública e de sistemas de monitoramento para segurança e preservação de logradouros públicos, em substituição da CIP.
  • O Imposto sobre bens e serviços previstos no art. 156-A da CF
  • A competência municipal e a estadual
  • O contencioso administrativo
  • As alterações no Regime do Simples Nacional
  • As imunidades e isenções dos tributos do artigo 156-A da CF.
  • O tratamento do IBS dado as compras dos entes públicos.
  • O Comitê Gestor do IBS.
  • A fiscalização, o lançamento, a cobrança, a representação administrativa e a representação judicial
  • O imposto sobre produção, comercialização ou importação de bens e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. (Imposto Seletivo)
  • O Sistema de repasse de tributos federais e estaduais aos municípios
  • Os novos critérios de rateio.
  • Da majoração do percentual de repasse da CIDE
  • Do regime especial dos biocombustíveis.
  • As normais gerais a serem estabelecidas em lei complementar.
  • Os projetos de lei complementar PLP n. 68 e PLP n. 108
  • A proposta para a tributação do ITBI

DOS ATOS DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS

  • As regras de transição.
  • Do teto de referência total.
  • As alíquotas de referência
  • Receita-Base dos Entes Subnacionais.
  • Das ações do município para manutenção das receitas tributárias.

O PLANEJAMENTO DE RECEITAS TRIBUTARIAS MUNICIPAIS PARA OS PRÓXIMOS OITO ANOS (Período de transição).

  • A composição do índice de repasse aos municípios da arrecadação do IBS no período de 2029 a 2077.
  • A urgente contratação de novos auditores fiscais tributários e a composição da administração tributária municipal.

INSCREVA-SE AGORA

Professor:

Edilson Pereira de Godoy

Professor na EVG – escola Virtual de Governo da Gepam, Advogado Tributarista; Economista e Contabilista, com especialização em gestão da qualidade total, pós-graduado em Metodologia e Gestão em EAD, pós-graduado em Direito Processual Civil, pós-graduado em Gestão Pública, e Mestre em Administração Econômico-Financeira pela CEAPOG de São Caetano do Sul/SP; e em Direito pela Universidade de Ribeirão Preto – UNAERP. Professor Universitário de graduação e pós-graduação, das áreas de direito e de finanças, membro do Grupo de Pesquisa sobre Improbidade Administrativa da Universidade de Ribeirão Preto – UNAERP. Atuou por mais de uma década como Fiscal de Rendas da Prefeitura Municipal de Pirassununga/SP; foi integrante da “Comissão de Análise e Estudo do DIPAM” na mesma Prefeitura; foi Secretário Municipal de Finanças e Secretário Municipal de Segurança Pública, é Consultor Assessor de diversas Prefeituras Municipais; Consultor de empresas privadas e Empresário da área de telecomunicações; Autor de artigos e trabalhos publicados; É professor convidado da USP e da UNICAMP, autor do livro “Manual Prático de Tributação Municipal”, e do ensino de Fiscalização a Distância e de capítulos dos livros LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO e AÇÕES COLETIVAS E CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA.

Curso Online sobre a Elaboração do Orçamento de 2025: Principais Novidades | 78

Público-Alvo:

Prefeito, Vereadores, Secretário de Fazenda, de Finanças, Contadores, Técnicos em Contabilidade, servidores, Assessores de Planejamento, Controle Interno, orçamento e agentes políticos que atuam no planejamento e execução orçamentária do município, Assessores de Comissão, Assessores Parlamentares e de bancada, assessores de vereadores e servidores do Poder Legislativo.

Objetivo:

O curso tem como objetivo principal aprimorar as competências dos participantes em relação às novas diretrizes de planejamento e execução orçamentária municipal. Ele oferece um entendimento aprofundado sobre as mudanças recentes nas estruturas de receita e despesas, proporcionando ferramentas para uma gestão financeira mais eficiente e transparente. Os participantes serão capacitados a elaborar e executar orçamentos públicos de acordo com as normas atualizadas, garantindo a legalidade e eficácia na administração dos recursos públicos, além de promover o alinhamento com os princípios de responsabilidade fiscal e otimização do uso dos recursos em prol da sociedade.

Programa:

  • As novas rúbricas de receitas;
  • O Plano de contratação anual como instrumento de subsídio para a elaboração da LOA;
  • As novas subfunções da Portaria SOF nº 42, atualizada pela Portaria SOF/MPO nº 169/2024;
  • A inclusão dos inativos e pensionistas nas despesas da Câmara Municipal;
  • A padronização e a melhor gestão dos recursos transferidos fundo a fundo pelo FNAS. As ações orçamentária do Fundo Municipal de Assistência Social;
  • O repasse extraordinário do FPM no mês de setembro;
  • As dívidas de curto prazo e sua previsão em reserva de contingência;
  • A classificação das emendas impositivas e a sua execução;
  • As classificações das despesas com publicidade;
  • O IEGM e o orçamento de 2025;
  • O princípio da exclusividade da lei orçamentária e a inconstitucionalidade do remanejamento, transferência e transposição;
  • A redação da lei orçamentária.

INSCREVA-SE AGORA

Professor:

Antonio Moreno

Contabilista, Historiador, Sócio-diretor da GEPAM, Especialista em Planejamento e Gestão Municipal pela UNESP; Especialista em Direito Municipalista pela Fundação de Ensino “Eurípedes Soares da Rocha” – Faculdade de Direito de Marília/ SP. Exerceu na Prefeitura Municipal de Adamantina os cargos de: Contador – 1984; Chefe do Setor de Contabilidade – 1984 à 1985; Chefe do Setor de Bens Patrimoniais – 1986; Chefe do Setor de Planejamento e Controle – 1987 à 1989; Secretário de Administração – 1990 à 1996; Presidente da Comissão Permanente de Licitação – 1993. Já foi Sócio-Diretor da extinta empresa Audatec – Consultoria e Assessoria entre os anos de 1994 à 2004. Tem experiência na Contábil, Financeira e Orçamentária.

Orientação Preventiva nº 244 – Base de Cálculo do PASEP. Contribuições para RPPS

Boletim Informativo – Agosto/2024

Orientação Preventiva n° 243 – Novas Regras Para Contas Correntes do Fundeb

Curso Online sobre Execução Fiscal na Prática | 77

APRESENTAÇÃO:

Tratando da execução fiscal, o primeiro ponto é analisar o conteúdo da dívida ativa e sua natureza, principalmente no que diz respeito a seu aspecto formal. Após, o caminho  da execução fiscal é permeado de nuances que tornam cada processo único, suscitando inúmeras dúvidas e indagações. No curso será objetivado cada um dos artigos da lei de Execução Fiscal, constituindo um verdadeiro “passo-a-passo” dos acontecimentos da marcha processual, abrindo espaço para discussões e trocas de ideias, com a finalidade de indicar soluções para o bom desenvolvimento da ação desaguando na efetiva cobrança do crédito tributário devido.  

OBJETIVO:

Analisar com os setores tributários a temática da execução fiscal. Estudar o contexto de um processo executivo, discutindo seu ato instrutório, que pende da validade plena da certidão de dívida ativa, passando, após ao processo em si, com minuciosa análise de cada um dos artigos da Lei Federal nº 6.830/80, tratando de sua aplicação através de diálogos com os discentes do curso.

PÚBLICO-ALVO:

Fiscais Tributários, Agentes de Fiscalização, Agentes Administrativos, integrantes da exatoria e setor de lançamentos tributários, Secretário Municipais, Procuradores, Assessores Jurídicos e demais interessados.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

  1. A natureza da dívida ativa. Tributária e não-tributária. Prescrição tributária e não tributária.
  2. Partes do processo. Sujeito ativo e passivo
  3. Responsáveis tributários
  4. O procedimento da execução fiscal
  5. Petição inicial
  6. Certidão de dívida ativa. O que deve conter
  7. Protocolo, Distribuição e Autuação
  8. Despacho inicial
  9. Citação. O problema da prescrição. Uma velha discussão sempre presente
  10. Ações do executado
  11. Penhora e as figuras de garantia
  12. Embargos à execução
  13. Leilão
  14. Incidentes
  15. Embargos à arrematação e a adjudicação
  16. Extinção
  17. Suspensão e arquivamento provisório
  18. Casos jurisprudenciais reiterados
  19. Aplicação da Resolução 547 do CNJ e o Tema 1184 do STF

INSCREVA-SE AGORA

PROFESSOR:

Eduardo Luchesi, é Bacharel em Direito, Advogado, Especialista em Direito Tributário pela Universidade de Franca – UNIFRAN (SP), Especialista em Direito do Estado pela Universidade Federal do Estado do Rio Grande do Sul – UFRGS (RS), Mestrando em Direitos Sociais e Políticas Públicas da Universidade de Santa Cruz do Sul – UNISC (RS), Parecerista, Professor de Cursos preparatórios para concursos públicos de nível superior e médio, Professor do IMED – Universidade Meridional em nível de especialização no curso de pós-graduação em Advocacia Pública, Autor de artigos jurídicos, Co-autor de obra jurídica – Exame Nacional da OAB 1ª Fase na área de Direito Administrativo, editado pela Saraiva, com aproximadamente 10.000 exemplares vendidos desde 2010, Palestrante e Conferencista voltado para o setor público, Ex-procurador jurídico do IBRAP – Instituto Brasileiro de Administração Pública (SP), Ex-supervisor de consultoria e consultor jurídico do IGAM – Instituto Gamma de Assessoria á Órgãos Públicos (RS), Foi assessor jurídico da Prefeitura de Canoas. Foi Assessor Jurídico do Poder Legislativo de Victor Graeff; Integrante de banca de concurso público para delegado da polícia civil do Estado do Rio Grande do Sul; Consultor das Áreas do Direito Legislativo, Parlamentar, Constitucional e Administrativo. Atualmente é instrutor da DPM – Delegações de Prefeituras Municipais (RS) na área tributária e legislativa onde foi consultor; professor e consultor chefe da INLEGIS (RS) na área legislativa, eleitoral, parlamentar e Tribunal de Contas; diretor jurídico do iSata (SP). Consultor Jurídico da CAPP – Consultoria e Assessoria em Políticas  Públicas.

Calendário de Obrigações – Veja o que deve ser observado até 15/08/2024

Calendário de Obrigações – Veja o que deve ser observado até 14/08/2024

Calendário de Obrigações – Veja o que deve ser observado até 13/08/2024

CNM – STJ decide que incide contribuição previdenciária patronal sobre o adicional de insalubridade

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que em razão da natureza remuneratória deve incidir a contribuição previdenciária patronal sobre o adicional de insalubridade. O assunto foi abordado por meio de um entendimento da Primeira Seção do tribunal superior ao julgar o Tema 1.252, ao tratar a discussão por meio do rito repetitivo, que é quando uma questão jurídica está presente em muitos outros processos.

O ministro Herman Benjamin, relator do julgamento, mencionou que a contribuição previdenciária devida pela empresa está prevista no artigo 195, I, “a”, da Constituição Federal (CF), que também estabelece que “os ganhos habituais do empregado, a qualquer título, serão incorporados ao salário para efeito de contribuição previdenciária e consequente repercussão em benefícios, nos casos e na forma da lei”, apontou.

Além disso, o relator mencionou o artigo 201 da CF, no parágrafo 11, em que “os ganhos habituais do empregado, a qualquer título, serão incorporados ao salário para efeito de contribuição previdenciária e consequente repercussão em benefícios, nos casos e na forma da lei”.

Dessa forma, o STJ ressaltou que o adicional de insalubridade possui natureza remuneratória ao apontar na decisão que o artigo 189 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) define os requisitos para que uma atividade seja considerada insalubre, sendo orientação pacífica das duas turmas de direito público do STJ que o respectivo adicional tem natureza remuneratória, sujeitando-se à incidência da contribuição previdenciária patronal. “Em se tratando de verba de natureza salarial, é legítima a incidência de contribuição previdenciária sobre o adicional de insalubridade”, concluiu o ministro Herman Benjamin.

A Confederação Nacional de Municípios destaca que a contribuição para o Regime Geral de Previdência Social (RGPS), tanto patronal quanto dos servidores dos Municípios, deve considerar o adicional de insalubridade no salário de contribuição. A entidade lembra que não deve haver contribuição para o RGPS sobre as verbas indenizatórias, como abono de férias, diárias para viagens, vale-transporte, vale-alimentação, dentre outros.

Embora a decisão do STJ seja referente ao RGPS, é importante aos Entes locais que têm Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) que não consideram o adicional de insalubridade no salário de contribuição avaliarem também a importância de incluírem, evitando assim, riscos de judicialização no futuro. 

Fonte: Confederação Nacional de Municípios – CNM

Acesso: 09/08/2024

MPSP – GEDUC garante professor de Educação Física nas escolas municipais de Município

O Grupo de Atuação Especial de Educação (GEDUC) conseguiu, nesta terça-feira (6/8), decisão liminar em ação civil pública que visa à obrigatoriedade de professores de Educação Física nas salas de aula das escolas municipais de Presidente Prudente. A Justiça atendeu ao pedido do MPSP e determinou que o município adote, no prazo de 30 dias, as providências necessárias para que sejam fornecidos professores especializados com formação em educação física, devidamente habilitados em concurso público, para atender alunos do 1º ao 5º ano do ensino fundamental. 

O promotor de Justiça Gustavo Tamaoki apurou que, apesar de a disciplina ser garantida como obrigatória na matriz curricular, das 428 classes dos anos iniciais do ensino fundamental existentes no município, 174 delas não possuíam professor especializado, e as aulas eram ministradas pelo professor referência da sala.

Mesmo após tentativas de se resolver a questão administrativamente, com a negativa da Secretaria Municipal de Educação, o GEDUC ingressou com a ação civil pública, em julho de 2024, pedindo, também em caráter liminar, que a municipalidade fosse condenada a contratar professores especializados e com formação adequada.

Fonte: Ministério Público do Estado de São Paulo

Acesso: 09/08/2024