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Curso Online – Agente de Contratação e Comissão de Licitação na Lei Nº 14.133/21 | 156

Público-alvo: 

Voltado para agentes públicos, agentes de contratação, pregoeiros e todos os profissionais atuantes em licitações e contratos.

Programa:

1. Introdução à Lei nº 14.133/2021

    • Visão geral da nova lei de licitações.
    • Papel e responsabilidades dos agentes envolvidos. 

2. Fase Interna de Licitação

    • Estudo Técnico Preliminar: metodologia e importância.
    • Elaboração e gestão do Plano Anual de Contratações.
    • Análise e gerenciamento de riscos.
    • Metodologias de pesquisa de preços e orçamentação.
    • Sustentabilidade e certificações ambientais no processo licitatório.
    • Análise do ciclo de vida do objeto contratual.
    • Práticas na contratação de serviços terceirizados.
    • Implementação da margem de preferência.
    • Aprovação jurídica dos processos licitatórios.
    • Elaboração de termos de referência e editais.
    • Estratégias para a condução eficiente do processo licitatório. 

3. Fase Externa de Licitação

    • Estratégias para divulgação de avisos de licitação.
    • Técnicas para apresentação de propostas e lances.
    • Modos de disputa e classificação de propostas.
    • Julgamento objetivo e prova de qualidade do produto.
    • Requisitos e processos de habilitação.
    • Gestão de prazos: publicação, impugnação, esclarecimentos e recursos. 

4. Execução Contratual

    • Contratos de eficiência e remuneração variável.
    • Estratégias de controle e monitoramento das contratações.
    • Formalizações para celebração de contrato.
    • Alteração dos contratos e regimes de execução.
    • Técnicas de reequilíbrio contratual.
    • Garantias contratuais e duração dos contratos.
    • Hipóteses de extinção do contrato e recebimento do objeto.
    • Pagamento por desempenho e cláusulas exorbitantes.
    • Gerenciamento de infrações e sanções administrativas.
    • Resolução alternativa de controvérsias. 

5. Regras Gerais para Contratação

    • Condução de procedimentos auxiliares na licitação.
    • Estratégias para contratação direta.
    • Análise dos dispositivos que necessitam regulamentação.
    • Perspectivas sobre o Portal Nacional de Contratações Públicas.
    • Compreensão das alterações legislativas recentes.

INCLUI:

  • Material Didático Atualizado e Específico.
  • Exemplos Práticos e Templates de Editais e Termos de Referência.

INSCREVA-SE AGORA

Professor:

Lucas Rafael da Silva Delvechio. Mestre em Direito Negocial pela UEL, Professor das disciplinas de Direito Administrativo, Direito Processual Civil e Propedêutica Jurídica no Centro Universitário de Adamantina (FAI). Especializado em Direito Tributário e Processo Tributário pela EPD, e em Estado e Políticas Sociais pela UEL. Graduado pela FAI, sua pesquisa abordou Aspectos da Ação Civil Pública de Improbidade Administrativa. Atua como Consultor Jurídico na GEPAM e Advogado. Experiência no Sindicato do Comércio Varejista e na Prefeitura Municipal de Adamantina. Secretário da Comissão de Meio Ambiente na OAB-SP (59ª Subseção). Dedica-se à formação de Servidores Públicos em áreas como Fiscalização, Gestão Contratual e Tributos, abrangendo a nova Lei de Licitações e Contratos. Contribui ativamente para o meio jurídico.

Currículo Lattes completo: http://lattes.cnpq.br/8638269346560309

Curso Online – Instrumentos Auxiliares: Credenciamento, Registro de Preços, PMI, Pré-Qualificação e Registro Cadastral | 157

Público-Alvo:

Servidores; agentes públicos em geral; gestores; fornecedores; vereadores; juristas; estudiosos do universo público e administrativo; particulares e população interessada.

Objetivo: 

A não tão Nova Lei de Licitações já está isolada no ordenamento jurídico e esse é o momento em que as dificuldades se tornam latentes, que as inconsistências e que os problemas surgem. Manter os ciclos de capacitações, rever as soluções costumeiras, reinventar as rotinas internas, são todos movimentos que a Nova Lei desencadeou nos últimos anos. Mantendo esse foco e o objetivo de sempre inovar com soluções criativas seguras, o curso sobre “Instrumentos Auxiliares” busca entrelaçar as experiências positivas com o uso dos novos aparatos e apresentar novos horizontes para essas ferramentas já disponíveis e úteis. O papel da licitação se torna mais técnico do que nunca, conhecer as soluções cabíveis é instrumental para quem lida com os torneios públicos modernos, e conhecer sobre a temática é essencial para a tomada cotidiana de decisões. A realidade local somente poderá ser atendida com o pleno conhecimento das ferramentas disponíveis, e embora o manuseio de alguns desses instrumentos seja corriqueiro, existem novas alternativas legais, novas regras, e para outros, um largo caminho de oportunidades. Aprender, ensinar e aperfeiçoar, são os nortes dessa capacitação.

Como todas as proposições da GEPAM, em seus mais de 20 anos de existência, o curso é um convite de aprendizagem mútua, para todos os interessados, de todas as áreas e para todas as finalidades.

Conteúdo Programático:

o INTRODUÇÃO

• Artigo 37 da Constituição Federal e o Direito Administrativo;
• Lei 8.666/93;
• Princípios e Objetivos;

o A LEI Nº 14.133/2021

• Planejamento;
• Agentes da licitação;
• A regra eletrônica e certames presenciais;
• Dispensas x inexigibilidades

o REGIME LICITATÓRIO: FASES INTERNA E EXTERNA

• Plano Anual de Contratação;
• Formalização da demanda – Requisição dos Setores;
• Estudo técnico preliminar;
• O processo;
• Modalidades;

o INSTRUMENTOS AUXILIARES

• Introdução
• Registro Cadastral;

o SISTEMA DE REGISTRO DE PREÇOS

• Histórico
• SRP na Lei 14.133/2021
• Regulamentos
• O processamento
• Aspectos favoráveis, contrários e práticos.

o PRÉ-QUALIFICAÇÃO

• Histórico
• Na Lei 14.133/2021
• Regulamentos
• O processamento
• Aspectos favoráveis, contrários e práticos.

o CREDENCIAMENTO

• Histórico
• Na Lei 14.133/2021
• Regulamentos
• O processamento
• Aspectos favoráveis, contrários e práticos.

o PROCEDIMENTO DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE

• Histórico
• Na Lei 14.133/2021
• Regulamentos
• O processamento
• Aspectos favoráveis, contrários e práticos.

o ENCERRAMENTO

• Apresentação de modelos, regulamentos e reflexões sobre a prática

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Professor:

Leonardo Vieira de Souza

Advogado, Consultor Jurídico e Instrutor de cursos da EVG – Escola Virtual de Governo da Gepam. Possui especializações em Direito Constitucional e Administrativo, Direito Eleitoral e em Direito Público com Ênfase em Licitações. Tem atuação em Direito Administrativo, Tributário, Terceiro Setor e Gestão Pública.

Currículo Lattes Completo: http://lattes.cnpq.br/1539279876268782

Curso Online – Estágio Probatório e Avaliação de Desempenho | 158

Apresentação:

É consabido que o estágio probatório não se concretiza mais pelo simples decurso de tempo (três anos conforme art. 41 “caput”, da CF), mas exige que neste prazo ocorra avaliação especial de desempenho por comissão específica, que auferirá o atuação do servidor nas atribuições próprias do cargo efetivo. O resultado da avaliação e o trabalho da Comissão de Avaliação são de extrema importância para o Município, pois vão diretamente ao encontro do princípio da eficiência e continuidade no serviço público. Eficiência em razão de que somente aqueles que obtiverem avaliação satisfatória serão estabilizados, e continuidade, pois garante ao servidor a permanência na Administração, somente possibilitando seu desligamento nas hipóteses do §1º do art. 41 da CF.

Ademais, existem muitas dúvidas sobre casos pontuais, tais como: afastamentos do exercício do cargo; suspensões da avaliação; discordância do servidor com a avaliação; a quem cabe fazer a avaliação (a chefia imediata ou à Comissão?); como proceder com os servidores que não são avaliados durante determinado período; avaliação retroativa; influência dos procedimentos disciplinares na avaliação do estágio probatório; viabilidade, ou não, da designação de estagiário para exercício e percepção de função gratificada e, seus efeitos; utilização correta dos formulários; autonomia da comissão de avaliação, etc.

Objetivo:

Capacitar os servidores responsáveis, direta ou indiretamente, pelas avaliações do estágio probatório no Município, com vistas à que sejam observadas as normas constitucionais e locais relacionadas à matéria, evitando apontamentos dos órgãos de fiscalização e a eventual anulação dos procedimentos.

Público-Alvo:

Membros da Comissão de Avaliação do Estágio Probatório e do Controle  Interno, Secretários  Municipais, Assessores Jurídicos, Encarregados do Setor de Pessoal e demais servidores interessados.

Programação:

  1. A ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO E SEUS REFLEXOS NA ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAL DO MUNICÍPIO
  2. FUNDAMENTO CONSTITUCIONAL
  3. FUNDAMENTO LEGAL – ÂMBITO MUNICIPAL
  4. CONCEITO DE ESTÁGIO PROBATÓRIO
  5. CASOS DE SUSPENSÃO E INTERRUPÇÃO

5.1 Exercício de função de confiança ou cargo em comissão

5.2 Licença saúde no curso do estágio probatório

5.3 Cedência durante o período de estágio

5.4 Aposentadoria no estágio probatório

  1. FORMA DE AVALIAÇÃO DO ESTAGIO PROBATÓRIO

6.1 Quem deve avaliar

6.2 Boletins de avaliação

  1. REQUISITOS DE AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO PROBATÓRIO

7.1 Assiduidade

7.2 Pontualidade

7.3 Disciplina

7.4 Eficiência

7.5 Responsabilidade

7.6 Relacionamento

  1. COMISSÃO DE AVALIAÇÃO

8.1 Considerações gerais

8.2 Funções da Comissão

  1. ESTABILIDADE AO TITULAR DE CARGO DE PROVIMENTO EFETIVO

9.1 Diferença entre estabilidade e efetividade

9.2 Leis que ainda mantém a redação de estágio em 2 anos

9.3 Exceção: estabilidade adquirida na vigência da redação original do art. 41 da CF/88

  1. EXONERAÇÃO NO ESTÁGIO PROBATÓRIO

10.1 Requisitos para a exoneração do servidor

10.1.1 Avaliação por Comissão instituída para esse fim

10.1.2 Boletins de avaliação

10.1.3 Pontuação inferior à exigida pela legislação municipal

10.1.4 Abertura de processo administrativo com observância da ampla defesa e do contraditório

10.1.5 Decisão fundamentada em procedimento administrativo

10.2 Avaliação com oportunização do contraditório e ampla defesa em cada boletim

10.3 Recondução decorrente de inaptidão em estágio probatório

10.4 Exoneração do servidor inapto e penalidade disciplinar

10.5 Desistência durante o estágio probatório e retorno ao cargo anteriormente ocupado

  1. ESTÁGIO PROBATÓRIO E MUTAÇÕES FUNCIONAIS

11.1 Readaptação de servidor em estágio probatório

11.2 Recondução de servidor em estágio probatório

11.3 Reintegração de servidor em estágio probatório

11.4 Estágio probatório de servidor aproveitado em razão da disponibilidade remunerada

  1. ESTÁGIO PROBATÓRIO E EMPREGADO PÚBLICO CONCURSADO (CLT).
  2. JURISPRUDÊNCIA RELATIVA AO ESTÁGIO PROBATÓRIO – CASOS PRÁTICOS

 

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Professor:

Eduardo Luchesi, é Bacharel em Direito, Advogado, Especialista em Direito Tributário pela Universidade de Franca – UNIFRAN (SP), Especialista em Direito do Estado pela Universidade Federal do Estado do Rio Grande do Sul – UFRGS (RS), Mestrando em Direitos Sociais e Políticas Públicas da Universidade de Santa Cruz do Sul – UNISC (RS), Parecerista, Professor de Cursos preparatórios para concursos públicos de nível superior e médio, Professor do IMED – Universidade Meridional em nível de especialização no curso de pós-graduação em Advocacia Pública, Autor de artigos jurídicos, Co-autor de obra jurídica – Exame Nacional da OAB 1ª Fase na área de Direito Administrativo, editado pela Saraiva, com aproximadamente 10.000 exemplares vendidos desde 2010, Palestrante e Conferencista voltado para o setor público, Ex-procurador jurídico do IBRAP – Instituto Brasileiro de Administração Pública (SP), Ex-supervisor de consultoria e consultor jurídico do IGAM – Instituto Gamma de Assessoria á Órgãos Públicos (RS), Foi assessor jurídico da Prefeitura de Canoas. Foi Assessor Jurídico do Poder Legislativo de Victor Graeff; Integrante de banca de concurso público para delegado da polícia civil do Estado do Rio Grande do Sul; Consultor das Áreas do Direito Legislativo, Parlamentar, Constitucional e Administrativo. Atualmente é instrutor da DPM – Delegações de Prefeituras Municipais (RS) na área tributária e legislativa e prestador de serviços da Borba, Pause e Perin Advogados Associados, professor e consultor chefe da INLEGIS (RS) na área legislativa, eleitoral, parlamentar e Tribunal de Contas; diretor jurídico do iSata (SP). Consultor Jurídico da CAPP – Consultoria e Assessoria em Políticas Públicas.

Menos de 10% das Prefeituras de São Paulo têm administrações efetivas, mostra indicador do TCESP

Levantamento feito pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP) revela que as gestões de apenas 52 (8%) dos 644 municípios fiscalizados pela Corte podem ser consideradas efetivas. A avaliação é resultado do Índice de Efetividade da Gestão Municipal (IEG-M) de 2023, criado pelo TCESP para mediar a eficiência das Prefeituras. 

O indicador prevê cinco faixas de classificação das administrações: ‘altamente efetiva’ (nota A), ‘muito efetiva’ (B+), ‘efetiva’ (B), ‘em fase de adequação’ (C+) e com ‘baixo nível de adequação’ (C). Pelo segundo ano consecutivo, a maioria das cidades paulistas auditadas pelo Tribunal (todas, exceto a Capital) recebeu a pior nota (C). 

Sete áreas são analisadas: saúde, educação, planejamento, gestão fiscal, segurança das cidades (Defesa Civil), meio ambiente e governança em tecnologia da informação. 

“Fazemos esse levantamento desde 2015 e a situação vem piorando. Isso é incompreensível porque o IEG-M é não só um instrumento de fiscalização, mas também uma ferramenta para que os Prefeitos possam avaliar suas políticas públicas, examinando a eventual necessidade de correção de rumos, redefinição de prioridades e consolidação do planejamento”, afirmou o Presidente da Corte, Sidney Beraldo. 

Os dados de 2023, coletados ao longo de 2022, mostram que 369 municípios receberam avaliação geral C; 223, C+; e 52, B. Nenhuma cidade foi classificada como ‘muito efetiva’ ou ‘altamente efetiva’.  

“O Prefeito que, ao longo do mandato, não conseguiu melhorar poderá receber um parecer desfavorável em suas contas. Esse não é o nosso desejo. Muito pelo contrário. Queremos que a gestão sempre melhore porque quem ganha com isso é a sociedade”, explicou o Presidente. “Mas vimos que, dos 123 Prefeitos reeleitos, temos 39 que estavam no B e foram para o C ou C+. Então houve uma queda”, completou Beraldo. 

Vice-Presidente da Corte, Renato Martins Costa também participou do evento. “Não piorar é o mínimo que se pode exigir de uma administração responsável e que busca cumprir os compromissos que levaram aquele administrador a ser eleito”, declarou o Conselheiro. 

“O que mais importa na ação do Tribunal de Contas é o resultado das políticas públicas. E o IEG-M veio para indicar onde estão os pontos fracos dos municípios em razão de problemas de gestão”, disse Sérgio Ciquera Rossi, Secretário-Diretor Geral da Corte. 

Na classificação por área, as Prefeituras tiveram pior desempenho no planejamento. Já o melhor ocorreu na gestão fiscal. 

Para o resultado completo, acesse www.tce.sp.gov.br/iegm. 

Fonte: Tribunal de Contas do Estado de São Paulo

Acesso: 22/01/2024

Curso Online – Elaboração da LDO – Lei de diretrizes orçamentárias de 2025 | 159

Público-Alvo:

Prefeitos, Presidentes de Câmaras, Vereadores, Secretários de Finanças e Planejamento, Diretores de Autarquias, Servidores que atuam no Planejamento, Contadores, Técnicos em Contabilidade e Servidores que atuam no Controle Interno. Pela relevância e especificidade dos assuntos recomenda-se, também, a presença dos demais Secretários Municipais.

Objetivo:

Proporcionar aos participantes uma visão integrada do processo do planejamento Governamental, gerando os conhecimentos necessários para uso correto do planejamento como ferramenta de eficiência para o setor público em especial as peças de planejamento.

Programa:

  • Marco Legal e Prazos de Encaminhamento e Retorno do Projeto de Lei;
  • Medidas Preparatórias;
  • Diretrizes para a elaboração da Lei do Orçamento Anual para o exercício seguinte;
  • Estrutura e organização do orçamento anual;
  • Alterações na legislação tributária;
  • Anexos de Metas e Prioridades;
  • Anexo de Metas Fiscais: metodologia de cálculo e demonstrativo atuarial;
  • Receita Corrente Líquida: limite da despesa de pessoal e reserva de contingência;
  • Anexo de Riscos Fiscais e Reserva de Contingência;
  • Parâmetros de elaboração e execução do orçamento;
  • Limitação de empenho e movimentação financeira;
  • Despesa de Pessoal;
  • Geração de Despesa e Despesa Irrelevante;
  • Transferências de recursos a entidades públicas e privadas;
  • Descentralizações dos Créditos Orçamentários;
  • Controle de custos e à avaliação dos resultados dos programas financiados com recursos dos orçamentos;
  • Emendas Impositivas;
  • Conteúdo do Projeto da LDO estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

INSCREVA-SE AGORA

Professor:

Antonio Moreno

Contabilista, Historiador, Sócio-diretor da GEPAM, Especialista em Planejamento e Gestão Municipal pela UNESP; Especialista em Direito Municipalista pela Fundação de Ensino “Eurípedes Soares da Rocha” – Faculdade de Direito de Marília/ SP. Exerceu na Prefeitura Municipal de Adamantina os cargos de: Contador – 1984; Chefe do Setor de Contabilidade – 1984 à 1985; Chefe do Setor de Bens Patrimoniais – 1986; Chefe do Setor de Planejamento e Controle – 1987 à 1989; Secretário de Administração – 1990 à 1996; Presidente da Comissão Permanente de Licitação – 1993. Já foi Sócio-Diretor da extinta empresa Audatec – Consultoria e Assessoria entre os anos de 1994 à 2004. Tem experiência na Contábil, Financeira e Orçamentária.

Curso Presencial (Bauru/SP) – Gestão Legal da Educação Municipal | 160

APRESENTAÇÃO:

O conhecimento das bases legais da educação nacional é condição essencial para que o gestor público atue com eficiência e segurança. São muitos os marcos legais da educação, a começar pela Constituição Federal, passando pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, leis infraconstitucionais, atos do Conselho Nacional da Educação e dos demais órgãos que atuam na área.

O presente curso tem por objetivo apresentar aos dirigentes municipais de educação e aos membros que compõem a sua equipe, os princípios e as bases da legislação educacional vigente, de forma a capacitá-los para atuarem dentro da mais absoluta legalidade e transparência.

Serão tratados temas como à garantia do direito à educação, carreira do magistério, atribuição de classes e aulas, a organização e o funcionamento dos sistemas municipais de ensino, bem como a atualização dos regimentos escolares.

Durante o curso o professor adotará estratégias pedagógicas que permitam aos participantes exporem suas dúvidas, bem como apresentará soluções legais para solução das mesmas.

 PÚBLICO ALVO:

Dirigentes Municipais de Educação, Diretores de Administração; Procuradores Jurídicos, Supervisores de Ensino, Diretores e Vice-Diretores de Escolas, Professores, Coordenadores Pedagógicos, membros dos Conselhos Municipais de Educação e dos Conselhos de Acompanhamento do FUNDEB.

PROGRAMA DO CURSO

I – GESTÃO LEGAL: Noções de Direito Educacional

  1. Direito Público Subjetivo: conceituação;
  2. O dever do Estado e da família para com a educação;
  3. A responsabilidade dos agentes públicos municipais;
  4. Princípios constitucionais que norteiam a educação;
  5. Âmbito de atuação prioritária dos Municípios;
  6. Atendimento as crianças de zero a três anos de idade em creches: obrigatoriedade ou simples ato de vontade do Poder Público?
  7. Sanções legais aplicáveis aos agentes públicos pelo não oferecimento adequado dos serviços educacionais.

 

II – GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS 

  1. Planos de Carreira e Remuneração dos Profissionais da Educação Básica

1.1 Elaboração ou Adequação do Plano de Carreira do Magistério Público de Educação Básica e dos Profissionais de funções de apoio técnico, administrativo ou operacional;

1.2. Fundamentos Legais.

1.3. O processo de elaboração ou adequação dos Planos de Carreira;

1.4. As diretrizes das carreiras editadas pelo Conselho Nacional de Educação;

1.5. O piso nacional do magistério

  1. Atribuição de Classes e Aulas

2.1. Professores efetivos;

2.2. Professores substitutos: contratações temporárias e eventuais;

2.3. Carga suplementar e dobras de período;

2.4. Acumulação legal de cargos, empregos e funções.

III – GESTÃO DO SISTEMA: Organização de Sistemas Municipais de Ensino Autônomos

  1. Bases legais para organização, implantação e funcionamento;
  2. Legislação aplicável;
  3. Estrutura e funcionamento.

IV – GESTÃO DA VIDA ESCOLAR: Regimentos Escolares

  1. Bases legais para elaboração/revisão, adequação;
  2. Aprovação e homologação;
  3. Normas de convivência e gestão;
  4. Poder hierárquico e aplicação de medidas disciplinares.

INSCREVA-SE AGORA

PROFESSORES:

José Silvio Graboski de Oliveira

Sócio-diretor do escritório Graboski Advogados Associados. Pós-graduado em Direito Educacional. Membro da ABRADE – Associação Brasileira de Direito Educacional. Foi Secretário Municipal de Educação, Vereador e Assistente Técnico do CEPAM – Centro de Estudos e Pesquisas da Administração Municipal. Atual consultor Jurídico da UNDIME-SP Palestrante em diversos Seminários e Conferências. Presta consultoria a dezenas de secretarias municipais de educação tendo elaborado Planos de Carreira do Magistério para diversos municípios.

Luís Henrique Martins Graboski de Oliveira

Advogado graduado pela FAI – Faculdades Adamantinenses Integradas. Consultor jurídico do escritório Graboski Advogados Associados na área do Direito Educacional. Consultor jurídico da Undime-SP desde 2019.

 

LOCAL:

  • Obeid Plaza Hotel
  • Endereço: Av. Nações Unidas, 19-50 – Vila Nova Cidade Universitária, Bauru – SP, 17012-20
  • Telefone: (14) 3234-5300

Curso Presencial (Bauru/SP) – MROSC e Termos de Colaboração e Fomento – Parcerias entre Poder Público e OSC sem fins lucrativos | 161

Objetivo:

Capacitar os Gestores Municipais de Assistência Social, bem com técnicos e Agentes públicos das secretárias finalísticas, que atuam na operacionalização da Lei nº 13.019, de 31 de julho de 2014 (MROSC), tais como Controladoria, setor de compras e Licitação, Jurídico, Comissão de Monitoramento e Avalição dos Termos de Colaboração e Termos de Fomento e Comissão de Seleção de análise dos Editais de Chamamento Público e integrantes das organizações da sociedade civil.

 Público Alvo: 

Gestores Municipais de Assistência Social, Diretores, Técnicos e Coordenadores de Equipamentos, Assistentes sociais, contadores e controladores internos.

Histórico do MROSC:

  • Tipos de parceria – Convênio Público, OS, OSCIP;
  • OSC – definição tipos reconhecidos pela lei e Código Civil;
  • Acordo de Cooperação e PMI -Procedimento de Manifestação de Interesse Social;
  • Termo de Fomento; Termo de Colaboração;
  • Disposições Estatutárias após o advento do MROSC;
  • Regularidade Jurídica e Fiscal das OSC;
  • Dispensa e Inexigibilidade de Chamamento Público;
  • Edital de Chamamento Público;

– Dos Requisitos para Celebração do Termo de Colaboração e do Termo de Fomento;

– Impedimentos quanto aos Dirigentes da OSC e Vedações

  • O Papel Comissão de Seleção e Julgamento;
  • Despesas – onde pode ser utilizados os recursos e vedações;

– A forma de Liberação dos Recursos;

– A Movimentação e Aplicação Financeira dos Recursos;

– Das Possibilidades de Alteração.

  • Comissão de Monitoramento e Avaliação;
  • Das Obrigações do Gestor da Parceria;
  • Dos Prazos de Prestações de contas – parcial, anual e final.

INSCREVA-SE AGORA

Professora:

Beatriz Amoedo Campos Gualda

Advogada, Sócia da empresa ApoioPlus Consultoria, Especialista em Direito Sanitário (saúde pública) pela IDISA, Especialista em Direito Municipal pela USP /FDRP -Campus-  de Ribeirão Preto, Pós graduada em Projetos de Gestão Social pela PUC- São Paulo, cursando especialização em Auditoria  atuou 15 anos no poder público municipal como Secretária Municipal de Assistência Social,  Secretária Municipal de Saúde, Secretária de Captação de Recursos, Controladora Interna Municipal, e Diretora Jurídica.


Local:

  • Obeid Plaza Hotel
    Endereço: Av. Nações Unidas, 19-50 – Vila Nova Cidade Universitária, Bauru – SP, 17012-20
    Telefone: (14) 3234-5300

 

Curso Online (In company para Prefeitura de Morungaba/SP) – Gestão e Fiscalização de Contratos Públicos | 162

Apresentação:

Este curso proporciona uma exploração aprofundada da gestão e supervisão eficaz dos contratos administrativos, componentes cruciais para assegurar resultados superiores na Administração Pública. O programa pretende elucidar as características distintivas dos contratos administrativos, além de capacitar gestores, fiscais e representantes na realização de uma execução contratual efetiva, de acordo com as mais recentes orientações dos Tribunais de Contas e entidades de fiscalização.

Conteúdo Programático

CONTRATO ADMINISTRATIVO

  • Introdução ao Contrato Administrativo: Conceito e Aspectos Distintos
  • Aplicação da Legislação e Princípios Essenciais
  • Formalização de Contratos: Procedimentos Requeridos
  • Análise das Cláusulas: Obrigatórias, Exorbitantes e Proibidas
  • Duração dos Contratos: Por Prazo Definido e Escopo
  • Alterações Contratuais: Contexto e Processo
  • Manutenção do Equilíbrio Econômico-Financeiro
  • Distinção entre Reajuste, Repactuação e Revisão: Processos e Formalidades
  • Extensão do Prazo de Execução Contratual: Cenários Possíveis
  • Aditivos: Formalização das Alterações Contratuais
  • Garantias Contratuais: Exploração e Aplicação
  • Subcontratação: Considerações e Implicações
  • Especificidades dos Contratos de Fornecimento e de Serviços (Continuados e não Continuados)
  • Rescisão Contratual: Cenários e Processos

EXECUÇÃO CONTRATUAL

  • O Papel do Gestor do Contrato: Perfil, Competências e Planejamento de Tarefas
  • O Fiscal de Contrato: Perfil, Competências e Planejamento das Etapas de Supervisão
  • A Figura do Preposto: Comunicação com o Gestor e o Fiscal
  • A Importância do Fiscal/Gestor no Planejamento da Contratação
  • Registros de Ocorrências na Execução Contratual: Procedimentos Adequados
  • Medição de Serviços: Processos e Diretrizes
  • Recebimentos Provisório e Definitivo: Contexto e Considerações
  • Pagamentos: Prazos, Formas e Condições
  • Responsabilidades do Contratado
  • Responsabilidades da Administração na Terceirização de Serviços
  • Sanções Contratuais: Cenários e Processos para Aplicação
  • Controle Administrativo e Judicial dos Contratos Administrativos
  • Análise das Orientações dos Tribunais de Contas e Atualização das Instruções Normativas do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão/Secretaria de Gestão sobre gestão contratual

PRÁTICA

  • Desenvolvimento de atividades práticas.

Inclui:

  • Material didático
  • Certificado

PROFESSOR:

Lucas Rafael da Silva Delvechio. Atualmente é advogado e consultor jurídico com especialidade em Gestão Pública Municipal. É Mestrando em Direito na Universidade Estadual de Londrina (UEL), especialista em Direito Administrativo pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e especialista em Direito Tributário pela Escola Paulista de Direito (EPD). Tem experiência na área Jurídica, com ênfase em Direito Administrativo, Tributário e Eleitoral, atuando principalmente nos seguintes temas: licitação, gestão pública, servidores públicos, bens públicos, tributos e eleições.

Currículo Lattes completo: http://lattes.cnpq.br/8638269346560309

Curso Online – Gestão Integrada: Almoxarifado e Patrimônio | 163

Público Alvo

Administradores, Contadores, Economistas, Escriturários, Controladores Internos, Almoxarifes, responsáveis pelo recebimento de mercadorias, Secretários (as) de Fazenda / Finanças Municipais, Secretário (as) de Planejamento, Coordenadores, responsáveis pelo Patrimônio Municipal, servidores interessados na dinâmica da Gestão Patrimonial e Almoxarifado.

 Objetivo:

Apresentar os conceitos e práticas da gestão patrimonial e do almoxarifado, com conhecimento das etapas relacionadas a movimentação de materiais de consumo e permanente, inclusive seus reflexos na escrituração da reavaliação e depreciação nos sistemas próprios e na contabilidade.

É relevante estudar a Despesa Pública e suas fases, incorporação e desincorporação de materiais de consumo e permanente e atender o disposto na Portarias do Tesouro Nacional, bem como a resolução do Conselho Federal de Contabilidade que torna obrigatório para o Setor Público Brasileiro a reavaliação e a depreciação dos bens móveis e imóveis.

Programa:

  1. Noções de Contabilidade Aplicada à Administração Pública
    1.1. Conceito
    1.2. Objeto
    1.3. Objetivo
    1.4. Regime Contábil
    1.5. Campo de Aplicação
    1.6. O Novo Plano de Contas
    1.7. Estrutura
    1.8. Conta
    1.9. Sistema Contábil
  1. Material Permanente – Parte I
    2.1. Parâmetros Excludentes:
    2.1.1. durabilidade
    2.1.2. fragilidade
    2.1.3. perecibilidade
    2.1.4. incorporabilidade
    2.1.5. transformabilidade
  1. Aquisição de Material
    3.1. Material de Consumo
    3.1.1. Entrada de material
    3.1.2. Incorporação decorrente de estoque de produção
    3.1.3. Incorporação por produção própria
    3.1.4. Entrada de Material por Doação
    3.1.5. Reavaliação de material estocado no almoxarifado
    3.1.6. Baixa de estoque por doação, abandono e inutilização e outras baixas
  1. Material Permanente – Parte II
    4.1. Incorporação de material
    4.2. Devolução de Bens ao Almoxarifado
    4.3. Recebimento por Doação
    4.4. Recebimento por produção própria
    4.5. Cessão de Bens em Regime de Comodato
    4.6. Registro de Bens Móveis em Poder de Terceiros
    4.7. Transferência de Bens para outra Unidade
    4.8. Baixa de Bens
    4.8.1. Inservíveis
    4.8.2. Ociosos
    4.8.3. Abandono e inutilização
  1. Reavaliação e depreciação
    5.1. Obrigatoriedade, NBC TSP 07, de 22 de setembro de 2017 com vigência a partir do exercício de 2019 do Conselho Federal de Contabilidade
    5.2. Resolução da União Macro-Função SIAFI 02.03.30 E 02.03.35
  2. Bens imóveis
    6.1. Incorporação por Ajuste
    6.2. Reavaliação
    6.3. Depreciação
    6.4. Incorporação
    6.5. Baixa por Alienação ou Doação.
  1. Tipos de Inventários
    7.1. Inventário Físico: Anual, Inicial,
    7.2. de transferência de Responsabilidade,
    7.3. de Extinção ou transformação,
    7.4. Inventário Analítico, Inventário Rotativo, Inventário por Amostragem,
    7.5. Inventário físico de cunho Gerencial,
    7.6. Inventário com plaquetas de Rádio Frequência – RFID

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Professor:

Éderson Wiliams da Paz

Contador habilitado no CRC-SP, Assessor e Consultor Público, Professor e Palestrante. Especialista em Finanças, Contabilidade e Controladoria pela Universidade do Oeste Paulista – UNOESTE; Especialista em Gestão Pública pela Faculdade Unypública; Bacharel em Ciências Contábeis pela Faculdade de Ciências Contábeis e Administração de Tupã – FACCAT; experiência em Contabilidade Pública, com conhecimento em orçamento público, elaboração de PPA, LDO e LOA, execução orçamentária, preenchimento de sistema como: SIOPS, SIOPE, SICONFI, CDP, SIGPC, Matriz de Saldos Contábeis; Elaboração e apresentação de Audiências Públicas; Foi Contador Público no município de Iepê – SP; Atuou como Diretor da Divisão de Contabilidade no município de Rancharia – SP, e como Diretor do Departamento de Contabilidade no município de Martinópolis – SP.

Curso Online – Contribuições para o INSS e Retenção ampla de IRRF com base na IN RFB n° 1.234/2012 e RIR/2018 | 164

Público Alvo:

Servidores Públicos que atuam no RH, no controle interno e nas áreas administrativa, orçamentária e financeira.

Objetivo:

Sem dispensar as necessárias citações teóricas da legislação, o curso objetiva orientar os responsáveis pela arrecadação e liquidação do empenho como proceder corretamente quanto às retenções de tributos, conforme a legislação vigente, para que ao final, estejam capacitados a fazerem a análise do processo da despesa e realizarem corretamente a retenção e o recolhimento dos tributos federais, com base na Instrução Normativa RFB nº 2.110/2022 e na Instrução Normativa RFB nº 1.234/2012, alterada em 27/06/2023 pela IN RFB nº 2.145/2023 [Retenção Ampla do IR pelos municípios].

Buscaremos discutir, analisar e interpretar as alterações instituídas pelas legislações brasileiras, com o intuito de auxiliar os agentes públicos no combate à sonegação fiscal, à renúncia de receita, e sobretudo impedir a apropriação indébita.

Conteúdo:

INSS

 Pessoa Física

  • Empregado
  • Prestadores de serviços autônomos (contribuintes individuais)
  • Produtor rural pessoa física
  • Fato gerador
  • Momento da retenção
  • Base de cálculo

 Pessoa Jurídica

  • Introdução
  • Conceito de cessão de mão-de-obra
  • Conceito de empreitada
  • Hipóteses de incidência
  • Hipóteses de dispensa
  • Simples Nacional
  • Deduções permitidas
  • Alíquota de 11% e 3,5%
  • Destaque da retenção previdenciária
  • Fato gerador
  • Momento da retenção
  • Base de cálculo
  • Responsabilidade pelo recolhimento do valor retido
  • Construção civil
  • Serviços prestados por ME e EPP optantes pelo Simples Nacional
  • Cooperativas de trabalho
  • Responsabilidade subsidiária e solidária

 IRRF

  • Decisão do STF sobre a titularidade do IRRF (RE nº 1.293.453/RS apreciado no Tema 1.130 da Repercussão Geral)
  • Comando da Constituição Federal
  • Comando da Lei de Responsabilidade Fiscal – LC Nº 101, de 04/05/2000
  • Titularidade do direito
  • Renúncia de receita

Pessoa Física

  • Trabalho assalariado
  • Prestadores de serviços autônomos (contribuintes individuais)
  • Trabalho não-assalariado
  • Honorários sucumbenciais
  • Aluguel
  • Fato gerador
  • Momento da incidência
  • Base de cálculo

Pessoa Jurídica

  • Retenção ampla pelo fornecimento de bens ou prestação de serviços em geral, inclusive obras de construção civil
  • Fato gerador
  • Momento da incidência
  • Base de cálculo
  • Cooperativas e associações
  • Locação de imóveis
  • Prazo para o recolhimento do imposto
  • Natureza da receita para os créditos decorrentes do IR retido
  • Imunidades e isenções
  • Dispensa da retenção do IR de ME e EPP optantes pelo Simples Nacional
  • Retenção de valores inferiores a R$ 10,00 (dez reais)

INSCREVA-SE AGORA

Professor:

Eduardo Franco da Silva

Contabilista, Sócio-diretor da GEPAM, Especialista em Gestão Pública Municipal pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul – UFMS. Foi servidor da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Adamantina – EMDA, de 1990 à 1995, servidor da Prefeitura Municipal de Adamantina – 1994 à 2002; Consultor Público na empresa Audatec – Consultoria e Assessoria de 2002 à 2004. Diretor da GEPAM desde a sua fundação em 23/01/2004. Tem atuação em Direito Administrativo, Recurso Humanos, Folha de Pagamento, Terceiro Setor e Gestão Pública.

Currículo Lattes Completo: http://lattes.cnpq.br/0103462342204113  

Curso Online – Departamento Pessoal na Administração Pública | 165

Público-Alvo:

Este curso destina-se a todos os agentes públicos interessados no tema, especialmente os agentes políticos (com e sem mandato eletivo) e servidores públicos envolvidos com a rotina da administração de recursos humanos e departamento de pessoal dos vários órgãos públicos – Poderes Executivo e Legislativo, Empresas Públicas, Autarquias, Fundações Públicas e Sindicatos de Servidores Públicos dos três níveis de governo.

Justificativa:

O departamento de pessoal na administração pública é o setor muito importante, em qualquer empresa, inclusive na administração pública, pois é responsável por elaborar e processar a folha de pagamento e demais rotinas legais, trabalhistas e previdenciárias. Para a elaboração da folha de pagamento o servidor público, terá que saber qual a forma de contratação, o regime previdenciário a ser aplicado, bem como se tem vínculo ou não, para então, elaborar a folha de acordo com o sistema do eSocial.
Desta forma, esse curso que visa orientar, capacitar e atualizar os participantes referente as atividades diárias do departamento pessoal, com exemplos práticos, abordando as situações frequentes e rotinas dos órgãos públicos, desde a contratação até o desligamento.

Objetivo:

O curso proporcionará atualização, treinamento, intercâmbio profissional e conhecimento amplo aos participantes, sobre as rotinas da Administração de Pessoal, desde o ingresso no serviço público até os procedimentos finais de desligamento de pessoal.

Conteúdo Programático:

1. Introdução
1.1 – Classificação e Conceitos do Direito Administrativo

2 – Princípios Básicos e Gerais da Administração Pública
2.1 – Violação dos princípios
2.2 – Implicações com os atos da Administração e dos agentes públicos.

3 – Classificação dos Agentes Públicos
3.1 – Agentes políticos (com e sem mandato eletivo)
3.2 – Servidores públicos (funcionários públicos, empregados públicos e temporários)
3.3 – Particulares em colaboração com a Administração (com e sem remuneração)

4 – Espécies de Servidores Públicos
4.1 – Servidores públicos
4.2 – Empregados públicos
4.3 – Trabalhadores Temporários
4.4 – Regime jurídico de cada espécie
4.5 – Mudança de regime jurídico dos servidores públicos

5 – Concurso Público
5.1 – Definição
5.2 – Exigência constitucional
5.3 – Finalidade do concurso público

6 – Estágio Probatório
6.1 – Estabilidade e efetividade
6.2 – Do disposto no art. 19 dos ADCT’s
6.3 – Servidores que adquirem a estabilidade e a efetividade
6.4 – Requisitos para adquirir a estabilidade e a efetividade
6.5 – A comissão de avaliação especial de desempenho

7 – Cargos, Empregos e Funções Públicas
7.1 – Definições, espécies e criação
7.2 – Provimentos
7.3 – Acumulação Constitucional-legal
7.4 – Teto remuneratório na acumulação constitucional
7.5 – Extinção e declaração de desnecessidade

8 – Contratação por Tempo Determinado
8.1 – Previsão constitucional
8.2 – Lei específica
8.3 – Os casos legais de contratação por tempo determinado
8.4 – Definição de necessidade temporária de excepcional interesse público
8.5 – Processo seletivo simplificado e sua dispensa
8.6 – Posicionamento dos Tribunais de Contas e Judiciais

9 – Direitos, Vantagens e Benefícios
9.1 – Agentes Políticos
9.2 – Servidores estatutários
9.3 – Servidores celetistas
9.4 – Servidores em cargo de provimento em comissão
9.5 – Servidores temporários
9.6 – Sindicalização e greve

10 – Regime Disciplinar
10.1 – Deveres, obrigações e proibições dos servidores públicos – Estatutários e celetistas.
10.2 – Faltas – Justificadas, injustificadas, abonadas, atrasos, saídas antecipadas.
10.3 – Abandono de cargo ou emprego – Alcoolismo e embriaguez, insubordinação, desconhecimento de normas.
10.4 – Dificuldade de relacionamento – Condutas decorrentes de desvios de caráter, problemas pessoais.
10.5 – Apuração das infrações disciplinares – Sindicância, Processo administrativo disciplinar

11 – Formas de Desligamento do Servidor Público
11.1 – Vacância – Exoneração, demissão, aposentadoria, falecimento, outras formas
11.2 – O desligamento do servidor estável e do não estável
11.3 – Desligamento do servidor por excesso de despesas – Lei Complementar nº 101/2.000 e Lei nº 9801/1.999
11.4 – Direitos do servidor dispensado em cada regime jurídico – Estatutário e Celetista

12 – Terceirização na Administração Pública
12.1 – Fundamentação legal
12.2 – Requisitos básicos, forma prazo
12.3 – Serviços que podem ser terceirizados
12.4 – Classificação da despesa
12.5 – Posicionamento dos Tribunais de Contas e Judiciais

13 – Das Informações no Sistema do eSocial
Explanação geral sobre os eventos do sistema do eSocial
13.1 – Dos Eventos Iniciais
13.2 – Dos Eventos Não Periódicos.
13.3 – Dos Eventos Periódicos
13.4 – Dos Eventos relativos a Segurança e Saúde no Trabalho (S-2210; S-2220 e S-2240).

Bibliografia:

  • Constituição Federal de 1988;
  • Decreto-Lei nº 5.452/1943 – CLT;
  • Lei nº 8.212/91 – Custeio da Previdência Social;
  • Lei nº 8.213/1992 – Benefícios da Previdência Social;
  • Decreto nº 3.048/1999 – Regulamento da Previdência Social;
  • Decreto nº 9.580/2018 – Regulamenta a Tributação, a fiscalização, a arrecadação e a administração do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza.
  • Orientações de preenchimentos sobre o Social.
  • IN 2.110/2022 da RFB que dispõe sobre as normas gerais de tributação previdenciária e de arrecadação das contribuições sociais destinas a Previdência Social.
  • Decreto nº 8.373/2014 – Instituiu o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas – eSocial.

Sites de Pesquisas:

  • www.planalto.gov.br
  • www.esocial.gov.br

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Professor:

Domingos Vasco

Advogado especialista na área trabalhista e previdenciária. Foi por mais de 20 anos consultor jurídico da Consultoria IOB, tendo obtido vasta experiência em ministrar cursos para o público interno e externo, bem como em diversas empresas, através cursos in company. É pós-graduado em Direito Previdenciário pela Escola Paulista de Direito Social – EPDS. Foi membro do Conselho Técnico da Área Trabalhista e Previdenciária, na edição do Livro “ENTENDIMENTOS SOBRE QUESTÕES POLÊMICAS DO DIREITO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIO”, publicado pela IOB THOMSON, em 2007 e Autor do Livro “INSS NA CONSTRUÇÃO CIVIL”, editado e publicado pelo IOB, em 2012.
Atualmente ministra cursos tanto para área pública como para a área privada, em todo território nacional, por intermédio das empresas SUPERCIA (MS); EDUCP (CE); UNISAL (BA); COAD (RJ), UNISESCON-SP, tendo já ministrado curso sobre o eSocial para órgãos públicos para o TJ (MS), Prefeitura do Município de Rondônia. ASSOMASUL (Associação dos Municípios do Estado do Mato Grasso do SUL); TRE-MS; TRE-RO; TRE-MG, Prefeitura Municipal de Uberlândia; Prefeitura Municipal de Criciúma, Câmara Municipal de Uberlândia; Conselho Regional de Enfermagem COREN-SP. TRT-RJ
Tendo ministrado cursos para as empresas acima, onde há participantes das áreas públicas e privadas, como dos membros do T.R.E (MA, RN, PI).

Curso Online – Contabilidade Básica Aplicada ao Setor Público | 166

APRESENTAÇÃO:

 Buscando auxiliar os profissionais da Contabilidade no exercício de suas atribuições, o treinamento irá apresentar aos participantes a estrutura e funcionamento do Plano de Contas Aplicado ao Setor Público – PCASP os CONCEITOS BÁSICOS E AS ROTINAS CONTÁBEIS BÁSICAS, possibilitando o entendimento, a prática e a utilização da Contabilidade Pública na Administração Pública Municipal. Serão utilizados exemplos práticos, realçando conceitos técnicos e jurídicos, com citação dos típicos/rotineiros do dia a dia, para fixação da lógica dos registros e das informações produzidas pela contabilidade pública

PÚBLICO-ALVO:

 Por se tratar de módulo básico, o treinamento é DIRIGIDO ESPECIALMENTE aos Contadores, Técnicos em Contabilidade e demais responsáveis pelo setor contábil dos municípios que necessitem aprimorar os conhecimentos básicos sobre o Plano de Contas Aplicado ao Setor Público, o funcionamento das contas, os mecanismos de débito e de crédito, e o registro dos atos e fatos resultantes e independentes da execução orçamentária da receita e da despesa entre outros assuntos pertinentes.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

 1. Conceitos e Princípios Aplicados a Contabilidade Aplicada ao Setor Público (CASP);

2. Plano de Contas Aplicado ao Setor Público – PCASP 2024:

2.1 – Estrutura;

2.2 – Principais contas;

2.3 – Critérios de classificação das contas;

2.4 – Mecanismos de débito e crédito;

2.5 – Atributos de contas contábeis;

2.6 – Consolidação.

3. Escrituração Contábil referente aos Procedimentos Contábeis da Portaria STN nº 548/2015;

3.1 – Reconhecimento dos Créditos a Receber;

3.2 – Reconhecimento da Dívida Ativa;

3.3 – Ajuste para perdas;

3.4 – Reconhecimento de Benefícios ao Servidor;

3.5 – Patrimônio;

3.6 – Almoxarifado;

3.7 – Despesas pagas antecipadamente;

3.8 – Adiantamentos e suprimentos de fundos;

4. Principais Conferências Mensais do Balancete de Verificação e respectivos registros contábeis de ajustes.

4.1 – Saldo invertidos;

4.2 – Saldos Irrisórios;

4.3 – Conferência do grupo 5 e 6;

4.4 – Conferência do grupo 7 e 8;

4.5 – Outras conferências mensais.

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 PROFESSORA:

Bruna Travi

Contadora, graduado pela Faculdade Dom Bosco de Porto Alegre (RS), MBA em Contabilidade Aplicada ao Setor Público; exerceu, por 7 anos, o cargo de consultor contábil da empresa IGAM (Porto Alegre/RS); atualmente desempenha o papel Sócia-Diretora da Empresa Visione Consultoria e Assessoria Privada e Pública, bem como é palestrantes, instrutor e professora de treinamento, seminário, webnar e cursos on-line, sendo que suas atividades são desempenhadas nas áreas de: Contabilidade Aplicada ao Setor Público (CASP); Fiscal (RGE e RREO); Matriz de Saldos Contábeis; Siconfi; Tesouraria e Conciliação Bancária; Finanças Públicas; DCASP e Notas Explicativas; e Controles Internos.