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Curso Online – Multa, Acordo ou Árbitro? Decidir antes de litigar na LC 236/2026

PÚBLICO-ALVO

Público-alvo: advogados tributaristas, procuradores, auditores fiscais, contadores, controllers, diretores financeiros, consultores e servidores de carreiras fazendárias das três esferas.

OBJETIVO GERAL E ESPECÍFICOS

Capacitar os participantes a interpretar e aplicar as alterações da LC nº 236/2026, desenhando estratégias preventivas de conformidade e atuando com segurança nas esferas administrativa, consensual e judicial.

  • Interpretar o novo desenho das penalidades e seus efeitos no planejamento tributário
  • Avaliar estratégias de defesa diante dos novos tetos e redutores de multa
  • Dominar as novas hipóteses de suspensão, extinção e interrupção da prescrição
  • Estruturar o uso de consulta, autorregularização, mediação e arbitragem
  • Compreender a vinculação a precedentes qualificados e o sobrestamento de processos
  • Dominar prazos, ritos e regras comuns do processo administrativo fiscal
  • Identificar os impactos dos vetos e as perspectivas de regulamentação

APRESENTAÇÃO E JUSTIFICATIVA

A LC nº 236/2026 alterou o CTN (Lei nº 5.172/1966) para instituir novo marco geral de solução de controvérsias, consensualidade e processo administrativo tributário e aduaneiro. Revogou dispositivo da Lei nº 9.430/1996 para uniformizar procedimentos e harmonizar a relação fisco-contribuinte, aplicando-se à União, Estados, Distrito Federal e Municípios.

Com vigência imediata, a norma traz forte complexidade prática e depende de regulamentação específica para institutos como arbitragem e mediação — cenário que exige análise dos dispositivos em vigor e das estratégias de transição.

Por isso, a atualização é imperativa para advogados tributaristas, gestores fiscais e equipes de conformidade. O domínio das novas regras de penalidades, das soluções consensuais e do rito do processo administrativo fiscal é indispensável para mitigar riscos de autuação, gerir o passivo tributário e aproveitar as garantias de segurança jurídica preventiva.

METODOLOGIA E RECURSOS

Metodologia ativa, com aulas expositivas dialogadas e análise do texto legal artigo por artigo.

PROGRAMA

MÓDULO I. — A NOVA MOLDURA NORMATIVA DA LC Nº 236/2026

1.1 — O campo de incidência da nova lei complementar

1.2 — Alcance subjetivo e força obrigatória das interpretações

1.3 — Consulta tributária como instrumento de segurança jurídica preventiva

MÓDULO II — PENALIDADES: TETOS, ESPONTANEIDADE E LANÇAMENTO PREVENTIVO

2.1 — Limites quantitativos das multas e o diálogo com a jurisprudência constitucional

2.2 — Denúncia espontânea e o afastamento das penalidades, inclusive da multa de mora

2.3 — Lançamento preventivo à decadência e o efeito de exclusão das multas

2.4 — Graduação das penalidades, conformidade fiscal e erro de direito

MÓDULO III — O CRÉDITO TRIBUTÁRIO: SUSPENSÃO, EXTINÇÃO E ATUALIZAÇÃO

3.1 — Novas hipóteses de suspensão da exigibilidade

3.2 — Novas hipóteses de extinção do crédito tributário

3.3 — Liminar, tutela provisória e interrupção da multa de mora

3.4 — Atualização de créditos fazendários e de indébitos do contribuinte

MÓDULO IV — CONSENSUALIDADE E RESOLUÇÃO DE CONFLITOS

4.1 — Arbitragem especial tributária e aduaneira

4.2 — Mediação de controvérsias e transação tributária

MÓDULO V — PRESCRIÇÃO, AUTORREGULARIZAÇÃO E COERÊNCIA DECISÓRIA

5.1 — Novas causas de interrupção da prescrição

5.2 — Procedimento de autorregularização

5.3 — Vinculação a precedentes, sobrestamento e mudança de critério jurídico

MÓDULO VI — FISCALIZAÇÃO, COBRANÇA E PROCESSO ADMINISTRATIVO

6.1 — Termo de Início de Ação Fiscal (TIAF): forma, conteúdo e efeitos

6.2 — Cooperação federativa: compartilhamento de fiscalização, lançamento e cobrança

6.3 — Controle de legalidade da inscrição em dívida ativa e prazos de cobrança

6.4 — Normas gerais do processo administrativo fiscal

6.5 — Vetos, regulamentação e agenda de implementação

INSCREVA-SE AGORA

PROFESSOR:

Edilson Pereira de Godoy

Professor na EVG – escola Virtual de Governo da Gepam, Advogado Tributarista; Economista e Contabilista, com especialização em gestão da qualidade total, pós-graduado em Metodologia e Gestão em EAD, pós-graduado em Direito Processual Civil, pós-graduado em Gestão Pública, e Mestre em Administração Econômico-Financeira pela CEAPOG de São Caetano do Sul/SP; e em Direito pela Universidade de Ribeirão Preto – UNAERP. Professor Universitário de graduação e pós-graduação, das áreas de direito e de finanças, membro do Grupo de Pesquisa sobre Improbidade Administrativa da Universidade de Ribeirão Preto – UNAERP. Atuou por mais de uma década como Fiscal de Rendas da Prefeitura Municipal de Pirassununga/SP; foi integrante da “Comissão de Análise e Estudo do DIPAM” na mesma Prefeitura; foi Secretário Municipal de Finanças e Secretário Municipal de Segurança Pública, é Consultor Assessor de diversas Prefeituras Municipais; Consultor de empresas privadas e Empresário da área de telecomunicações; Autor de artigos e trabalhos publicados; É professor convidado da USP e da UNICAMP, autor do livro “Manual Prático de Tributação Municipal”, e do ensino de Fiscalização a Distância e de capítulos dos livros LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO e AÇÕES COLETIVAS E CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA.

Currículo Lattes completo:
http://lattes.cnpq.br/6873571874287434

Curso Online sobre o uso privativo de bens públicos por terceiros: meios e formas | 164

Público-Alvo:

Servidores públicos, procuradores, gestores de patrimônio, técnicos administrativos e interessados em gestão de bens públicos.

Objetivo:

Oferecer compreensão completa sobre os procedimentos legais e administrativos para utilização privativa de bens públicos por terceiros, incluindo autorização, permissão, concessão e cessão.

Programa:

Administração Pública
Bens Públicos
Categorias
O uso de bens públicos por terceiros
Competência local
Autorização, procedimento e cuidados
Permissão, procedimento e cuidados
Concessão, procedimento e cuidados
Cessão e outras outorgas
Serviços públicos
Afetação e desafetação
Licitação
Parcerias
Casos comuns
modelos

INSCREVA-SE AGORA

Professor:

Leonardo Vieira de Souza

Advogado, Consultor Jurídico e Instrutor de cursos da EVG – Escola Virtual de Governo da Gepam. Possui especializações em Direito Constitucional e Administrativo, Direito Eleitoral e em Direito Público com Ênfase em Licitações. Tem atuação em Direito Administrativo, Tributário, Terceiro Setor e Gestão Pública.

Currículo Lattes Completo: http://lattes.cnpq.br/1539279876268782

Oficina Presencial (In company para Câmara de Botucatu/SP) – Cultura de Respeito, Saúde Mental e Prevenção de Riscos Psicossociais

Público-Alvo

A oficina destina-se a servidores públicos efetivos, comissionados, assessores parlamentares, estagiários, terceirizados e lideranças institucionais da Câmara Municipal de Botucatu. O conteúdo é estruturado para atender tanto a equipes operacionais quanto a gestores e diretores, fomentando um vocabulário comum e uma corresponsabilidade em prol do bem-estar coletivo.

Objetivo

Desenvolver e fortalecer competências relacionais, comunicacionais e comportamentais nos servidores da Câmara Municipal de Botucatu, promovendo um ambiente de trabalho pautado pelo respeito mútuo, inteligência emocional e conscientização sobre a prevenção de riscos psicossociais e de condutas abusivas.

  • Proporcionar a compreensão dos conceitos essenciais sobre riscos psicossociais no trabalho, em alinhamento conceitual com as diretrizes da NR-1 e do GRO;
  • Estimular práticas de comunicação assertiva e empática no trato diário entre setores funcionais e níveis hierárquicos;
  • Capacitar os participantes para a identificação precoce e o manejo pacífico de divergências de opiniões, distinguindo confrontos técnicos de desavenças pessoais;
  • Desenvolver ferramentas práticas de autorregulação emocional diante da pressão temporal e de demandas institucionais elevadas;
  • Reforçar os limites éticos de convivência profissional, consolidando critérios claros para a caracterização e prevenção do assédio moral e sexual;

Conteúdo Programático

O conteúdo foi organizado pedagogicamente para equilibrar fundamentação conceitual, contextualização normativa e reflexão comportamental, conforme detalhado nos tópicos a seguir:

Cultura de respeito no serviço público: Princípios de civilidade, dignidade da pessoa humana, urbanidade e responsabilidade ética na atuação legislativa. O valor da diversidade e da convivência harmoniosa em ambientes plurais;

Inteligência emocional e autocuidado: Reconhecimento de gatilhos emocionais decorrentes do ritmo institucional, da pressão por entregas e da exposição pública. Estratégias de autorregulação para preservação da saúde mental individual e coletiva;

Recepção e emissão de críticas construtivas: Como estruturar feedbacks técnicos focados em fatos e processos, afastando juízos morais depreciativos. Postura aberta e maturidade na absorção de orientações de melhoria funcional;

Comunicação assertiva e empatia: Elementos fundamentais do diálogo claro, direto e empático. A escuta ativa enquanto instrumento de desescalada de tensões no cotidiano corporativo;

Mediação de conflitos e diferenciação relacional: Diferença fundamental entre debate técnico de ideias (conflito cognitivo funcional) e ataques à pessoa (conflito relacional disfuncional). Roteiro prático para a resolução cooperativa de atritos;

Riscos psicossociais e o marco da NR-1 (GRO/PGR): Aspectos conceituais sobre o impacto das condições e da organização do trabalho no bem-estar psicológico. O papel educativo da NR-1, atualizada com vigência iniciada em 26 de maio de 2026;

Prevenção ao assédio e a outras violências: Definições operacionais, condutas vedadas, limites profissionais indispensáveis e os danos causados por comportamentos tóxicos repetitivos ou pontuais;

Segurança psicológica e canais de acolhimento: Construção de um clima em que servidores possam se expressar, apontar falhas operacionais e buscar apoio institucional sem receio de retaliação. Divulgação das rotas formais de acolhimento e suporte.

Palestrante

Regina Moreira

Palestrante e terapeuta, cuja atuação conjuga sensibilidade humana e compreensão prática dos desafios da administração pública. Em sua experiência institucional, ocupou a chefia de gabinete na Prefeitura de Piracaia e atuou profissionalmente como técnica sênior por nove anos no CEPAM-Centro de Estudos e Pesquisas em Adm. Municipal, vivência que fundamenta seu olhar sobre o cotidiano, as hierarquias e as relações de trabalho no setor público.

Com sólida prática em desenvolvimento humano, atua fortemente na formação e desenvolvimento de lideranças e na facilitação de workshops comportamentais. Possui formação em Musicoterapia e Psicodrama Organizacional, além de atuar no campo do sociologia sistêmica e possuir formação em certificação DISC.

Essa trajetória multidimensional integra técnicas expressivas, visão relacional e conhecimento da rotina pública, conferindo consistência pedagógica e acolhimento à oficina voltada ao respeito mútuo, à saúde mental, ao aprimoramento da comunicação interpessoal, às relações profissionais construtivas e à prevenção de riscos psicossociais no ambiente legislativo.

Curso Online – Execução e Controle das Despesas de Pronto Pagamento: Prevenção de Riscos e Responsabilização (gravado)

Público Alvo:

Controladores Internos, Chefes e Assessores de Gabinete, Secretários Municipais e Presidentes de Câmaras, Contadores, Tesoureiros, Servidores que atuam nas solicitações de pronto pagamento e demais interessados.

Objetivo:

Orientação quanto ao manuseio do recurso público para despesas com Pronto Pagamento e sua devida prestação de contas de acordo com as normas do Tribunal de Contas do Estado e demais legislações vigentes;

Programa

I. Base legal:

  • Nova Lei de Licitações e Contratos – Lei Federal nº 14.133/2021
  • Lei Federal nº 4.320/1964

II. Como utilizar o Pronto Pagamento

  • Elaboração do processo administrativo para solicitação;
  • Procedimento para autorização do ordenador da despesa e sua importância;
  • A importância da regulamentação legal para regulamentar;
  • A excepcionalidade quanto a utilização do Pronto Pagamento;
  • Os limites estabelecidos pela legislação;

III. Do Regime de Adiantamento de Despesas

  • Os estágios da Despesa Pública (Empenho, liquidação e pagamento)
  • Dotação Orçamentária e o Prévio Empenho
  • Descrição básica exigida nos documentos de cada tipo de despesa;
  • Tipos de documentos fiscais de despesas aceitos nos Regimes de Adiantamentos;
  • Tipos de despesas permitidas com estes recursos públicos;
  • Escrituração e retenções de impostos;

IV. Processo de Prestação de Contas

  • Documentos necessários para prestar contas;
  • Prazos para prestações de contas;
  • Relatórios para prestação contas;
  • Vedações na prestação de contas;
  • Devoluções de recursos.

INSCREVA-SE AGORA

Professor

Éderson Wiliams da Paz

Éderson Wiliams da Paz

Contador habilitado no CRC-SP, Assessor e Consultor Público, Professor e Palestrante. Especialista em Finanças, Contabilidade e Controladoria pela Universidade do Oeste Paulista – UNOESTE; Especialista em Gestão Pública pela Faculdade Unypública; Bacharel em Ciências Contábeis pela Faculdade de Ciências Contábeis e Administração de Tupã – FACCAT; experiência em Contabilidade Pública, Orçamento Público, Execução Orçamentária e elaboração de PPA, LDO e LOA, preenchimento de sistema como: SIOPS, SIOPE, SICONFI, CDP, SIGPC, Matriz de Saldos Contábeis; Elaboração e apresentação de Audiências Públicas; Foi Contador Público no município de Iepê – SP; Atuou como Diretor da Divisão de Contabilidade no município de Rancharia – SP, e como Diretor do Departamento de Contabilidade no município de Martinópolis – SP, Coautor do livro “Compilados de SST no eSocial – 2024 – Para Órgãos Públicos”.

Curso Presencial (In company para Prefeitura de Torrinha/SP) – Planejamento de Contratação Pública em conformidade com a Lei n.º 14.133/2021

Público-Alvo: Servidores e Agentes Públicos do Município de Torrinha/SP

Local: Salão Paroquial situado na Rua Sete de Abril n. 600

Realização: GEPAM – Gestão Pública

Módulo 1: Fundamentos da Governança e Estudo Técnico Preliminar (ETP)

Tema 1.1: Ciclo Contratual e Governança das Contratações

Tópico 1.1.1: Plano de Contratações Anual (PCA)

  • Alinhamento obrigatório com os instrumentos orçamentários (PPA, LDO e LOA).
  • Importância do PCA para o planejamento de compras do município.

Tópico 1.1.2: Estrutura da Fase Preparatória (Interna)

  • Documento de Formalização da Demanda (DFD).
  • Estudo Técnico Preliminar (ETP) e Análise de Riscos.
  • Termo de Referência (TR) / Projeto Básico / Projeto Executivo.
  • Pesquisa de Mercado e Elaboração do Orçamento Estimado.

Tópico 1.1.3: Visão Geral da Fase Externa

  • Publicação de edital e prazos mínimos de divulgação.
  • Modos de disputa e fases do certame (Apresentação, Julgamento, Habilitação, Recursal e Homologação).

Tema 1.2: Estudo Técnico Preliminar (ETP)

Tópico 1.2.1: Conceito e Regulamentação

  • Definição legal de ETP (Art. 6º, XX da Lei nº 14.133/2021).
  • Competência e responsabilidade da equipe de planejamento (IN SEGES/ME nº 58/2022).

Tópico 1.2.2: Conteúdo e Elementos do ETP

  • Definição exata da necessidade pública a ser atendida.
  • Análise das alternativas no mercado e estudo da melhor solução.
  • Estimativa das quantidades e memória de cálculo do histórico de consumo.
  • Justificativa para o parcelamento ou não da solução.

Tema 1.3: ETP Simplificado, Dispensas e Sustentabilidade

Tópico 1.3.1: ETP Simplificado (Art. 18, §2º)

  • Requisitos mínimos obrigatórios: necessidade, quantidade, valor estimado, parcelamento e posicionamento conclusivo.
  • Vedações à simplificação em obras, serviços de engenharia e aquisições complexas.

Tópico 1.3.2: Hipóteses de Dispensa ou Facultatividade do ETP

  • Dispensas em razão do valor (Art. 75, I e II).
  • Casos de emergência, calamidade pública e contratações remanescentes.

Tópico 1.3.3: Critérios ambientais e Sustentabilidade

  • Requisitos de logística reversa e critérios do Guia Nacional de Contratações Sustentáveis.
  • Exigência de certificações (Selo Procel, INMETRO, etc.).

Módulo 2: Termo de Referência (TR), Análise de Riscos e Pesquisa de Preços

Tema 2.1: Termo de Referência (TR)

Tópico 2.1.1: Estrutura Essencial do TR

  • Descrição clara e precisa do objeto (vedadas especificações excessivas ou desnecessárias).
  • Fundamentação técnica vinculada às diretrizes do ETP.
  • Condições de entrega, prazos de execução e critérios objetivos de medição/pagamento.
  • Diretrizes para recebimento provisório e definitivo do objeto.

Tópico 2.1.2: Indicação de Marcas e Prova de Qualidade

  • Hipóteses permitidas para indicação de marca (Art. 41) por padronização, compatibilidade ou referência.
  • Mecanismos de prova de qualidade (Art. 42): Normas ABNT/INMETRO e atestados anteriores.
  • Exigência de amostras e prova de conceito na fase de julgamento.

Tema 2.2: Gerenciamento de Riscos e Pesquisa de Mercado

Tópico 2.2.1: Análise de Riscos na Fase Preparatória

  • Mapeamento dos principais riscos que podem impactar a licitação ou a execução contratual.
  • Definição de ações preventivas e mitigadoras.

Tópico 2.2.2: Metodologia de Pesquisa de Preços

  • Utilização prioritária do Painel de Preços / Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP).
  • Contratações similares de outros órgãos públicos e mídias especializadas.
  • Uso de tabelas oficiais de referência (SINAPI/SICRO).
  • Critérios para pesquisa direta com fornecedores e tratamento de discrepâncias de preços.

Tópico 2.2.3: Orçamento Sigiloso (Art. 24)

  • Requisitos e justificativa técnica para aplicação do sigilo motivado.

Módulo 3: Execução Contratual e Contratação Directa (Dispensa)

Tema 3.1: Gestão e Fiscalização de Contratos

Tópico 3.1.1: Papéis e Atribuições dos Agentes

  • Distinção prática entre o Gestor do Contrato e o Fiscal do Contrato.
  • Requisitos de qualificação e princípio da segregação de funções.

Tópico 3.1.2: Rotina do Fiscal de Contrato

  • Acompanhamento no local, registro em diário/relatório e emissão de notificações.
  • Recebimento provisório das obras, serviços ou suprimentos.

Tópico 3.1.3: Rotina do Gestor de Contrato

  • Controle do saldo contratual, vigência, garantias e prorrogações.
  • Aplicação de penalidades, rescisão contratual e recebimento definitivo.

Tema 3.2: Contratação Direta – Dispensas por Valor

Tópico 3.2.1: Limites Atualizados de Dispensa por Valor

  • Limite para Obras, Serviços de Engenharia e Manutenção de Veículos (Art. 75, I).
  • Limite para Compras e Serviços Comuns (Art. 75, II).

Tópico 3.2.2: Regras de Acumulação e Vedações

  • Apuração do somatório por Unidade Gestora e mesmo ramo de atividade (natureza da despesa).
  • Proibição do fracionamento indevido de despesa.

Tópico 3.2.3: Procedimento Operacional da Dispensa Eletrônica

  • Elaboração do Aviso de Manifestação de Interesse (AMI).
  • Divulgação obrigatória por no mínimo 3 (três) dias úteis para coleta de propostas adicionais.
  • Regime de Pronto Pagamento (Art. 95, §1º) para despesas miúdas de pronto pagamento.

Informações Adicionais e Encerramento

  • Sessão Prática: Análise de modelos de ETP, TR e Checklists operacionais.
  • Sessão de Perguntas e Respostas: Esclarecimento de dúvidas e casos práticos do Município de Torrinha.

PROFESSOR:

José Carlos Pacheco de Almeida

Advogado e Diretor Jurídico da GEPAM. É especialista em Gestão Pública pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul – UFMS. Especialista em Direito Público, pela EBRADI. Tem experiência na área Jurídica, com ênfase em Direito Administrativo, Tributário e Eleitoral, atuando principalmente nos seguintes temas: licitação, gestão pública, servidores públicos, bens públicos, tributos e eleições.

Currículo Lattes Completo: 

https://lattes.cnpq.br/1432916633035758

Curso Online sobre REURB no âmbito municipal: Procedimentos Administrativos e Aplicação da Lei n.° 13.465/2017 | 163

PÚBLICO-ALVO:

Servidores públicos envolvidos na gestão urbana, planejamento urbano, habitação, regularização fundiária, registros públicos, assessoria jurídica e áreas afins; Engenheiros; Arquitetos, Urbanistas, Procuradores Municipais; Advogados; Gestores Públicos; Secretários Municipais; Vereadores e demais interessados.

OBJETIVO DO CURSO:

O objetivo deste curso é proporcionar aos participantes o conhecimento necessário para compreender os fundamentos, procedimentos e instrumentos relacionados à regularização fundiária no Brasil. Ao final do curso, os participantes estarão aptos a entender as principais questões relacionadas à regularização fundiária, incluindo conceitos, legislação aplicável, execução da política de regularização, procedimentos específicos, instrumentos de titulação e aspectos técnicos envolvidos. Além disso, os participantes serão capazes de identificar e analisar as diferentes modalidades de regularização fundiária, bem como compreender os desafios e oportunidades associados à regulamentação municipal nessa área. O curso busca capacitar os participantes a lidarem de forma eficiente e responsável com questões relacionadas à regularização fundiária, contribuindo para o desenvolvimento de soluções adequadas e sustentáveis para a regularização de núcleos urbanos informais.

PROGRAMA:

MÓDULO I: Disposições Gerais – Introdução à Regularização Fundiária

Parte I: Introdução à Regularização Fundiária

1. Irregularidade fundiária: conceito e características
2. Causas da irregularidade fundiária no Brasil
3. Tipos de irregularidade fundiária
4. Conceito e importância da regularização fundiária
5. Marco legal da regularização fundiária: princípios, diretrizes e objetivos da política de regularização fundiária

Parte II: Execução da Política de Regularização Fundiária

1. Papel do município na promoção da regularização fundiária
2. Estrutura municipal para a regularização fundiária
3. Núcleos urbanos: definição e importância na regularização fundiária
4. Modalidades de regularização fundiária: Reurb-S e Reurb-E
5. Os requerentes da Reurb-S e Reurb-E
6. Diagnóstico inicial do núcleo: levantamento e produção de informações necessárias

MÓDULO II: Legitimados e Modalidades de Procedimentos de Regularização Fundiária

Parte I: Legitimados

1. Identificação
2. Direitos e deveres
3. Critérios

Parte II: Reurb-S – Organização Documental, Tramitação e Procedimento administrativo

1. Definição da modalidade de Reurb-S
2. Levantamento documental para a regularização fundiária
3. Notificações dos interessados no processo de Reurb-S
4. Composição extrajudicial de conflitos
5. Caracterização e diagnóstico integrado do núcleo em Reurb-S
6. Trabalho social e cadastro na regularização fundiária
7. Elaboração do projeto de regularização fundiária
8. Saneamento do processo administrativo de Reurb-S
9. Decisão da autoridade competente em Reurb-S
10. Emissão da Certidão de Regularização Fundiária (CRF)
11. Regularização de conjuntos habitacionais em Reurb-S

Parte III: Reurb-E – Organização Documental, Tramitação e Procedimento administrativo

1. Definição da modalidade de Reurb-E
2. Levantamento documental para a regularização fundiária
3. Notificações dos interessados no processo de Reurb-E
4. Composição extrajudicial de conflitos
5. Caracterização e diagnóstico integrado do núcleo em Reurb-E
6. Elaboração do projeto de regularização fundiária
7. Cadastro na Reurb-E
8. Saneamento do processo administrativo de Reurb-E
9. Decisão da autoridade competente em Reurb-E
10. Emissão da Certidão de Regularização Fundiária (CRF)

Parte IV: Reurb Mista ou Patrocinada

1. Definição da modalidade de Reurb Mista ou Patrocinada

      • Divergências acerca do verbete “Mista” e características dos núcleos mistos

MÓDULO III: Registro da Certidão de Regularização Fundiária (CRF)

Parte I: Emissão da Certidão de Regularização Fundiária (CRF)

    1. Documentação necessária para a emissão do CRF
    2. Procedimentos administrativos para a emissão da CRF

Parte II: Registro da CRF no Cartório de Registro de Imóveis

    1. Procedimentos para o registro da CRF
    2. Requisitos técnicos e legais
    3. Práticas recomendadas para agilizar o registro da CRF

MÓDULO IV: Instrumentos de Regularização Fundiária

Parte I: Instrumentos de Titulação

1. Instrumentos de titulação na regularização fundiária
2. Concessão de uso especial para fins de moradia (CUEM)
3. Concessão de direito real de uso (CDRU)
4. Legitimação de posse na regularização fundiária
5. Legitimação fundiária como instrumento de titulação
6. Doação como forma de titulação na regularização fundiária
7. Compra e venda na regularização fundiária
8. Alienação de imóvel
9. Usucapião

Parte II: Outros instrumentos

1. Outros instrumentos aplicáveis à regularização fundiária
2. Condomínio de lotes
3. Condomínio urbano simples
4. Loteamento de acesso controlado
5. Direito de laje

INSCREVA-SE AGORA

PROFESSORA:

Tatiana Arruda Fodra

Advogada inscrita na OAB/SP há mais de 25 anos, graduada pela Instituição Toledo de Ensino – ITE. Especialista em direito imobiliário, com mais de 20 anos de experiência na área, possui um amplo conhecimento e experiência no campo da regularização fundiária, com participação ativa na regularização de mais de 20 núcleos urbanos, por meio da Lei Federal nº 13.465/2017. Ao longo de sua carreira, atuou em diversos órgãos colegiados e desempenhou um papel fundamental na análise e resolução de questões relacionadas à regularização fundiária.

Curso Online sobre SIOPE 2026 – Seu preenchimento e entrega com as mudanças estabelecidas pelas novas regras para o atendimento da Educação em Tempo Integral | 162

Ø PÚBLICO-ALVO:O curso é destinado a todos os agentes públicos do Poder Executivo, bem como aos membros dos Conselhos Municipais (Educação), envolvidos no preenchimento, envio, acompanhamento e fiscalização das informações presentes no SIOPE.

Ø OBJETIVO:

O FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), estrutura do Ministério da Educação, expressa que: “O Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (SIOPE) é uma ferramenta eletrônica instituída para coleta, processamento, disseminação e acesso público às informações referentes aos orçamentos de educação da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, sem prejuízo das atribuições próprias dos Poderes Legislativos e dos Tribunais de Contas.”.

Assim, os Municípios brasileiros precisam promover, bimestralmente, o envio das informações relacionadas a sua execução orçamentária (receitas arrecadadas e despesas empenhadas) da área de educação, a fim de que o Governo Federal possa implementar as políticas de financiamento da educação. Bem como, de forma concomitante, será preciso que o Secretário de Educação e, posteriormente, o Conselho Municipal do FUNDEB (CASC) revisar e homologue tais informações inseridas no sistema.

A partir do exercício de 2021, o SIOPE sofreu diversas modificações na sua estruturação (layout) em virtude da aprovação da Lei nº 14.113, de 2020, a chamada lei do Novo Fundeb. Essa situação merece atenção especial a servidores, conselheiros e gestores municipais, pois a ausência de entrega das informações via sistema acarreta a inserção da municipalidade no CAUC (Serviço Auxiliar de Informações para Transferências Voluntárias), impedindo o recebimento de transferências voluntárias.

Lembrando que 2026 novos desafios relativos ao planejamento e execução de gastos com Educação em Tempo Integral colocam as informações ainda com mais necessidade de precisão e confiabilidade.

Também se agrega a essas situações de alterações a determinação do FNDE que os Municípios também encaminhem o SIOPE-CONVENIADAS para que se posso a legislação do FUNDEB, bem como evitar que haja o travamento do envio do SIOPE normal.

Dessa forma, o curso tem como objetivo capacitar os seus participantes, com bases teóricas e práticas, para o correto preenchimento das informações e o envio do sistema, evitando que os agentes públicos e, principalmente, o município sejam penalizados.

Ø PROGRAMAÇÃO:

A) SIOPE (Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação)

1. Revisão de procedimentos:

1.1. O que é e para que serve o SIOPE?
1.2. Etapas da educação (nível municipal)
1.3. Classificação da despesa orçamentária
1.4. Despesas vinculadas ao Ensino (MDE, FUNDEB e outros recursos vinculados)
1.5. Limite constitucional apurado pelo SIOPE
1.6. Subfunções típicas da educação
1.7. A Resolução CIF nº 23/2026 no SIOPE

2. Coleta de dados para inserção das informações no sistema, junto aos demonstrativos orçamentários

3. Preenchimento das informações e análise dos quadros gerenciais do sistema;

3.1. Aba “Dados Gerais”

3.1.1. Responsáveis pela informação
3.1.2. Receita Total do Município
3.1.3. Despesa Total do Município
3.1.4. Despesa com Educação (função 12)
3.1.5. As matriculas e suas segregações

3.2. Aba “receita total”

3.2.1. Previsão Atualizada, Realizada e Orçada

3.3. Aba “Despesa com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino”

3.3.1. Despesas Próprias Custeadas com Impostos e Transferências
3.3.2. Despesas com Novo Fundeb
3.3.3. Despesas custeadas com recursos vinculados

3.4. Aba “Informações Complementares”
3.5. Aba “Demonstrativo da Função Educação (Administração Consolidada)”
3.6. Aba “Declaração de Responsabilidade”
3.7. Aba “Remuneração de Profissionais de Educação”

4. Análise das críticas mais comuns e sua forma de resolução.

5. Envio das informações

5.1. Módulo de Acompanhamento e Validação das Informações do SIOPE (MAVS)

5.1.1. Procedimentos e responsabilidade do Secretário de Educação
5.1.2. Procedimentos e responsabilidade do Presidente do Conselho

6. Envio do SIOPE-CONVENIADAS

INSCREVA-SE AGORA

PROFESSOR:

Fabiano Tronco de Vargas

Contador, graduado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM/RS); Curso de Extensão em Controle Interno (UNISINOS/RS); Pós-graduando em Contabilidade Pública Aplicada ao Setor Público (FADERGS); exerceu cargo de Secretário Municipal de Administração de Planejamento no Município de Dona Francisca (RS); exerceu o cargo de auditor interno e auditor externo na área privada; exerceu, por 13 anos, o cargo de supervisor e consultor contábil da empresa IGAM (Porto Alegre/RS); atualmente desempenha o papel consultor e assessor contábil, bem como palestrantes, instrutor e professor de treinamento, seminário, webnar e cursos on-line, sendo que suas atividades são desempenhadas nas áreas de: Contabilidade Aplicada ao Setor Público (CASP), Planejamento e Gestão Orçamentária Pública (PPA, LDO e LOA), Tesouraria e Conciliação Bancária, Finanças Públicas, Regime Próprio de Previdência Social, Patrimônio, Almoxarifado, Gestão Fiscal, Recursos da Educação, Assistência Social e Saúde, Captação de Recursos Públicos (Plataforma +Brasil), Prestação de Contas (todas as áreas públicas e eleitoral) e Controles Internos.

Curso Online sobre Monitoramento, Avaliação e Fiscalização das Prestações de Contas das Parcerias com o Terceiro Setor | 161

PÚBLICO-ALVO:

  • Membros da Comissão de Monitoramento e Avaliação
  • Gestores e fiscais de parcerias
  • Analistas de prestação de contas
  • Controladores internos e auditores
  • Técnicos de OSCs
  • Procuradores e assessores jurídicos

Módulo 1 — Fundamentos Legais das Parcerias com o Terceiro Setor

1.1 O Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC)

  • Lei Federal nº 13.019/2014 e alterações (Lei 13.204/2015)

1.2 Conceitos fundamentais

  • Organização da Sociedade Civil (OSC)
  • Termo de Colaboração, Termo de Fomento e Acordo de Cooperação
  • Plano de Trabalho e seus elementos obrigatórios

1.3 Ciclo de vida da parceria

  • Planejamento → Seleção → Celebração → Execução → Monitoramento e Avaliação → Prestação de Contas

1.4 Regulamentos

  • Decreto 8.726/2016 e Decreto 11.948/2024
  • Minuta de regulamentação local
  • Portaria Interministerial SG/MGI/AGU nº 197/2025 — Novo Manual MROSC

Módulo 2 — A Comissão de Monitoramento e Avaliação

2.1 Previsão legal (arts. 58 e 59 da Lei 13.019/2014)

  • Natureza colegiada e obrigatoriedade de instituição
  • Composição mínima e forma de designação

2.2 Competências da Comissão

  • Monitoramento sistemático da execução das parcerias
  • Análise técnica e financeira da prestação de contas
  • Emissão do parecer conclusivo

2.3 Funcionamento prático

  • Periodicidade das reuniões e registros
  • Fluxo de recebimento e análise dos processos
  • Prazo para manifestação

Módulo 3 — Monitoramento e Acompanhamento da Execução

3.1 Etapas do monitoramento

  • Acompanhamento da execução do objeto x execução financeira
  • Visitas técnicas in loco — roteiro e checklist
  • Análise dos relatórios de execução (parciais e final)

3.2 Indicadores de desempenho e resultados

  • Indicadores qualitativos e quantitativos
  • Metas físicas e financeiras
  • Como avaliar a efetividade da política pública
  • Pesquisas de satisfação – serviço público

3.3 FASE V – AUDESP

3.4 Situações críticas no monitoramento

  • Identificação de irregularidades durante a execução
  • Medidas corretivas e notificações
  • Suspensão cautelar de repasses
  • Medidas compensatórias

Módulo 4 — Fiscais e Gestores

4.1 – atuação do fiscal

4.2 – atuação do gestor

Módulo 5 — Análise da Prestação de Contas

5.1 Obrigações da OSC

  • Prazo de entrega da prestação de contas
  • Documentação obrigatória
  • Compras e contratações

5.2 Roteiro de análise da prestação de contas

  • Análise formal: conferência documental e prazos
  • Análise financeira: despesas elegíveis, contrapartida, rendimentos de aplicação
  • Análise do objeto: compatibilidade com o plano de trabalho

5.3 Glosas, devoluções e saldos

  • Hipóteses de glosa e procedimento
  • Devolução de recursos ao erário
  • Reaplicação de saldos mediante justificativa

5.4 Parecer Conclusivo da Comissão

  • Estrutura do parecer
  • Aprovação, aprovação com ressalvas ou reprovação
  • Encaminhamento à autoridade competente

Módulo 6— Fiscalização, Controle e Responsabilização

6.1 Controle interno e externo

6.2 Irregularidades frequentes

  • Desvio de finalidade
  • Desrespeito ao plano de trabalho
  • Ausência de documentos e falhas no plano de trabalho
  • Omissão no dever de prestar contas

6.3 Responsabilidade dos servidores públicos

Módulo 7 — Estudos de Caso e Exercícios Práticos

7.1 Exercício 1 — Análise de um relatório de execução

  • Identificar inconsistências entre objeto e despesas

7.2 Exercício 2 — Elaboração de parecer conclusivo

  • A partir de um caso simulado, redigir o parecer

7.3 Exercício 3 — Checklist de fiscalização in loco

  • Simulação de visita técnica com roteiro padronizado

RESPONSABILIDADES DOS SERVIDORES

A Lei 13.019/2014 estabelece um regime de responsabilidades claras para os agentes públicos envolvidos nas parcerias:

  1. Dever legal de monitorar e fiscalizar (art. 59)
  • O órgão público deve designar comissão de monitoramento e avaliação
  • Os membros têm o dever funcional de acompanhar a execução, analisar contas e emitir parecer dentro dos prazos legais
  • A omissão ou demora injustificada pode configurar infração funcional
  1. Solidariedade e corresponsabilidade
  • A comissão responde solidariamente quando omissa ou conivente com irregularidades
  • Cada membro responde na medida de sua contribuição ou omissão no ato irregular, tendo como consequência:
  • Advertência, suspensão, demissão
  • Obrigação de reparar o dano ao erário
  • Perda da função, suspensão de direitos políticos, multa
  • Detenção, reclusão e perda do cargo
  • Multa, imputação de débito, inabilitação
  1. Dever de prestar contas (art. 70, CF)
  • Qualquer pessoa física ou jurídica que use, arrecade ou gerencie recursos públicos deve prestar contas
  • O servidor que deixar de prestar contas ou cuja prestação for rejeitada pode responder por ato de improbidade
  1. Pós-parecer
  • Aprovadas as contas com ressalvas → providências corretivas
  • Contas rejeitadas → instauração de Tomada de Contas Especial (TCE)
  • Encaminhamento ao controle interno, TCE/MPC e Ministério Público nos casos de indício de dano

INSCREVA-SE AGORA

Professor:

Leonardo Vieira de Souza

Advogado, Consultor Jurídico e Instrutor de cursos da EVG – Escola Virtual de Governo da Gepam. Possui especializações em Direito Constitucional e Administrativo, Direito Eleitoral e em Direito Público com Ênfase em Licitações. Tem atuação em Direito Administrativo, Tributário, Terceiro Setor e Gestão Pública.

Currículo Lattes Completo: http://lattes.cnpq.br/1539279876268782

Curso Online sobre NR-1 e saúde mental no trabalho: gestão de riscos e compliance | 160

Público-Alvo

Agentes públicos de qualquer área da administração pública direta e indireta, que atuam na gestão de equipes e interessados no tema, além de profissionais que efetivamente estejam envolvidos com o novo perfil da “Gestão Pública” e necessitam conhecer sobre esse assunto.

Também, se destina a Gestores Públicos, profissionais de RH, membros da CIPA, supervisores, técnicos de segurança, empregadores, empregados e servidores.

Objetivo

– Demonstrar conceito básicos de assédios, praticados no ambiente de trabalho, com intuito de prevenir acontecimentos e com foco no enfrentamento e combate.

–  Demonstrar as formas e como recorrer e agir e como denunciar os casos de assédios praticados dentro das organizações.

–  Sensibilizar, incentivar e motivar sobre temas preponderantes ao assédio moral, sexual e outras formas de violência no trabalho, enfatizando as políticas institucionais de enfrentamento, de avaliação do ambiente de trabalho, de criação de estratégias de prevenção, de promoção de fomento aos espaços de diálogo, da efetivação dos canais de escuta e de denúncia.

– Esclarecer os direitos, a tipificação do assédio e seus desdobramentos na esfera administrativa e judicial, bem como no campo emocional e psíquico.

– Por fim, demonstrar os programas de prevenção e enfrentamento ao assédio sexual e demais crimes contra a dignidade sexual e à violência no âmbito da administração pública, direta e indireta, federal, estadual, distrital e municipal, trazidos pela Lei Federal nº 14.540/2023.

Objetivo Geral

Capacitar servidores e gestores da Administração Pública para prevenir, identificar e enfrentar o assédio moral e sexual, promovendo ambientes institucionais saudáveis, éticos e juridicamente seguros.

Capacitar os participantes para compreender os requisitos da NR-01, conhecer e mapear os tipos de riscos psicossociais e tomar atitudes quando a isso, especialmente as disposições gerais, responsabilidades dos envolvidos e a implementação do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), demonstrando ser diligente no tocante à prevenção, à proteção e aos cuidados com a saúde mental dos servidores, e realizando reuniões habituais para revisão de metas e desenvolve treinamentos das lideranças/gerentes.

Importante

É importante destacar que de acordo com cada Norma Regulamentadora, as regras nelas contidas são de aplicação obrigatória, somente aos trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis Trabalhistas – CLT, sejam eles de qualquer esfera de governo, pertencentes ao Executivo, Judiciário e Legislativo. Entretanto, deve os órgãos da Administração Pública verificarem quais trabalhadores lhes prestam serviços e se existe previsão legal de estenderem as normas relativas à Segurança e Saúde no Trabalho a esses servidores, como é o caso dos estagiários.

Deve ainda os órgãos públicos verificarem as normas trazidas pela Lei Federal nº 14.540/2023, que define regras para a Administração Pública, direta e indireta, federal, estadual, distrital e municipal, de criarem Programa de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Sexual e demais crimes contra a Dignidade e à Violência Sexual.

Assim, a Administração Pública, deve proteger seus servidores seguindo às regras da mencionada lei, pois, trata-se de uma norma especifica para servidores públicos, temporários, cargos em comissão etc.

Considerando que muitas prefeituras utilizam as regras destinadas aos servidores celetistas contidas nas NORMA REGULAMENTADORA Nº 01 para seus servidores, trataremos um tópico específico sobre essa NORMA.

Justificativa:

O assédio no ambiente de trabalho, em sentido amplo, é um dos principais desafios do atual contexto profissional, muito embora não seja um acontecimento atual, mas decorrente de uma série de questões mais profundas em relação ao estímulo à competitividade e ao individualismo dentre das organizações, além, é claro, das evidentes e já conhecidas questões étnicas, raciais, etárias e hierárquicas que comprometem o que hoje é amplamente discutido, em sentido estrito como:

– Assédio moral: toda e qualquer conduta que caracteriza comportamento abusivo, frequente e intencional, através de atitudes, gestos, palavras ou escritos que possam ferir a integridade física ou psíquica de uma pessoa; e,

– Assédio sexual: chantagem e/ou intimidação de caráter sexual, no ambiente de trabalho, valendo-se – o agressor em detrimento do agredido – de sua posição hierárquica ou influência para constranger ou satisfazer seus desejos.

Nesse ambiente de ampla polêmica e discussão, insere-se, dentro do campo emocional e psíquico, a saúde mental e a qualidade de vida do trabalhador sob o viés de enfrentamento e combate aos altos índices de transtornos mentais relacionados ao trabalho, como a síndrome do esgotamento profissional (burnout), ansiedade, depressão e suicídio, em casos mais graves.

Sob o olhar e desta dimensão, que se faz necessário que todos os membros da administração pública, direta e indireta, bem como os que exercem cargos de gestão devem participar deste evento, com intuito de aprender de como se evitar a ocorrência desses fatos dentro da repartição pública e, de como se proceder se acontecer e suas consequências tanto para organização, bem como para os praticantes desses atos.

Conteúdo Programático

MÓDULO 1 – FUNDAMENTOS DO ASSÉDIO NO SERVIÇO PÚBLICO

Introdução

1.1 – Conceito de Assédio Moral

  • Conduta abusiva repetitiva
  • Humilhação, constrangimento e isolamento
  • Assédio vertical, horizontal e organizacional

1.2 – Conceito de Assédio Sexual

  • Conduta de natureza sexual sem consentimento
  • Chantagem, intimidação ou ambiente hostil

1.3 – Diferença entre conflito e assédio

  • Exigência funcional legítima
  • Poder diretivo x abuso de poder

1.4 – Impactos do Assédio

  • Adoecimento mental
  • Burnout
  • Queda de produtividade
  • Responsabilidade institucional

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MÓDULO 2 – BASE LEGAL COMPLETA

2.1 – Constituição Federal

  • Art. 1º – Dignidade da pessoa humana
  • Art. 5º – Direitos fundamentais
  • Art. 7º – Redução dos riscos laborais
  • Art. 37 – Princípios da Administração Pública

2.2 – Lei Federal nº 8.112/1990 (ou estatutos estaduais/municipais)

  • Deveres do servidor
  • Proibição de condutas incompatíveis com a moralidade administrativa
  • Processo administrativo disciplinar

2.3 – Código Penal

  • Art. 216-A – Crime de assédio sexual

2.4 – Lei de Improbidade Administrativa

  • Violação de princípios da Administração
  • Responsabilização do gestor assediador

2.5 – Lei Federal nº 14.811/2024

  • Medidas de prevenção e combate ao assédio e violência
  • Proteção ampliada às vítimas
  • Fortalecimento de políticas institucionais

2.6 – Resolução CNJ nº 351/2020

  • Política de prevenção e enfrentamento no Judiciário
  • Criação de canais seguros de denúncia
  • Programas de capacitação obrigatória

MÓDULO 3 – PREVENÇÃO, INVESTIGAÇÃO E RESPONSABILIDADES PARA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

3.1 – Da Prevenção prevista pela Lei Federal nº 14.540/2023

3.1.1 – Criação de programa específico de prevenção e enfrentamento

A lei institui o Programa de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Sexual e demais crimes contra a dignidade sexual e à violência sexual no âmbito da Administração Pública.

Esse programa deve ser implementado:

  • na administração pública direta e indireta;
  • em todas as esferas: federal, estadual, distrital e municipal;
  • também em instituições privadas que prestam serviços públicos por concessão ou delegação.

3.1.2 – Objetivos principais da lei

Entre os objetivos centrais do programa estão:

  • prevenir e combater o assédio sexual e outros crimes contra a dignidade sexual;
  • capacitar agentes públicos para identificar e enfrentar essas condutas;
  • promover orientação e solução institucional dos casos;
  • disseminar campanhas educativas e de conscientização.

A lei busca fortalecer ambientes de trabalho seguros e respeitosos no setor público.

3.1.3 – Obrigação de ações educativas e de capacitação

Os órgãos públicos devem:

  • realizar treinamentos e programas de capacitação sobre o tema;
  • promover campanhas educativas sobre assédio e violência sexual;
  • orientar servidores e a sociedade sobre como identificar essas condutas.

3.1.4 – Criação de mecanismos de denúncia e apuração

A lei determina a adoção de medidas como:

  • implantação de canais de denúncia acessíveis e seguros;
  • garantia de sigilo e proteção das vítimas;
  • definição de procedimentos de investigação e responsabilização.

3.1.5 – Elaboração de estratégias institucionais permanentes

Os órgãos e entidades abrangidos devem:

  • desenvolver planos e estratégias de prevenção;
  • esclarecer o que caracteriza o assédio e a violência sexual;
  • criar políticas internas de enfrentamento dessas práticas.

3.1.6 – Abrangência ampla das condutas combatidas

A lei considera:

  • assédio sexual;
  • importunação sexual;
  • estupro;
  • outras formas de violência sexual e crimes contra a dignidade sexual.

As definições devem observar o Código Penal e outras legislações específicas, como a Lei Maria da Penha.

3.2 – Cultura Organizacional Saudável

  • Liderança ética
  • Comunicação respeitosa
  • Políticas institucionais claras

3.3 – Procedimentos de Denúncia

  • Ouvidoria
  • Corregedoria
  • Comissão de ética
  • Proteção contrarretaliação

3.4 – Responsabilidade do Gestor

  • Civil
  • Administrativa
  • Penal
  • Trabalhista

3.5 – Boas Práticas

  • Código de conduta
  • Treinamentos periódicos
  • Campanhas educativas
  • Monitoramento do clima organizacional

MÓDULO 4 – ASSÉDIO COMO RISCO OCUPACIONAL

4.1 – Norma Regulamentadora nº 1 – Programa de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais

4.1 – O que é a NR-01

  • Conceito das Normas Regulamentadoras.
  • Finalidade da NR-01.
  • Campo de aplicação.
  • Obrigações legais do empregador e dos trabalhadores.

4.2 – Estrutura das Normas Regulamentadoras

  • Hierarquia normativa.
  • Relação da NR-01 com as demais NRs.
  • Atualizações permanentes.

4.3 – Responsabilidades do Empregador

  • Garantir ambiente seguro.
  • Implementar medidas preventivas.
  • Fornecer treinamentos.
  • Informar os riscos ocupacionais.

4.4 – Responsabilidades dos Trabalhadores

  • Cumprir procedimentos.
  • Utilizar EPIs.
  • Colaborar com programas de segurança.

4.5 – Conceito do GRO

  • Identificação de perigos.
  • Avaliação de riscos.
  • Controle dos riscos.
  • Monitoramento contínuo.

4.5.1 – Identificação de Perigos

Tipos de perigos:

  • Físicos.
  • Químicos.
  • Biológicos.
  • Ergonômicos.
  • Acidentes.

4.5.2 – Avaliação dos Riscos

  • Probabilidade.
  • Severidade.
  • Classificação dos riscos.

4.6 – Programa de Gerenciamento De Riscos (PGR)

4.6.1 – O que é o PGR

  • Estrutura do programa.
  • Inventário de riscos.
  • Plano de ação.

4.6.2 – Inventário de Riscos

  • Identificação dos perigos.
  • Avaliação dos riscos.
  • Medidas de controle.

4.6.3 – Plano de Ação

  • O que fazer.
  • Quem fará.
  • Prazo.
  • Indicadores.

4.7 – Capacitação e Treinamentos na NR-01

  • Treinamentos obrigatórios.
  • Capacitação inicial.
  • Capacitação periódica.
  • Treinamento presencial e EAD.

4.8 – Documentação e Fiscalização

  • Guarda documental.
  • Evidências de treinamento.
  • Apresentação à fiscalização.

Documentos essenciais

  • PGR.
  • Inventário de riscos.
  • Plano de ação.
  • Registros de treinamento.
  • Ordens de serviço.

4.9 – Norma Regulamentadora nº 17 – Ergonomia

  • Organização do trabalho
  • Metas abusivas
  • Ritmo excessivo
  • Sobrecarga cognitiva

4.10 – Norma Regulamentadora nº 5 – CIPA

  • Comissão de Prevenção de Acidentes e Assédio
  • Atuação preventiva
  • Investigação de riscos psicossociais
  • SIPAT com foco em saúde mental

Metodologia

  • Aula expositiva dialogada
  • Estudo de casos reais
  • Dinâmica sobre percepção de assédio

Bibliografia

– Constituição Federal de 1988

– Decreto Federal 2.848/1940 – Código Penal

– Lei 14.540/2023 – Programa de Prevenção de enfrentamento ao assédio sexual e crimes contra a dignidade sexual para administração pública.

– Lei Federal nº 8.112/1990, que trata sobre o Regime jurídico dos servidores públicos civis. 

– Lei Federal nº 14.811/2024 – Institui medidas de proteção à criança e ao adolescente contra a violência nos estabelecimentos educacionais ou similares, prevê a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e do Adolescente.

– Normas Regulamentadoras nºs. 1; 5; 17

– Lei Federal nº 8.429/1992, que dispõe sobre as sanções aplicáveis em virtude da prática de atos de improbidade administrativa.

 – Resolução do CNJ 351/2020

Sites de Pesquisas

– www.planalto.gov.br

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Instrutor:

Domingos Vasco

Advogado especialista na área trabalhista e previdenciária. Foi por mais de 20 anos consultor jurídico da Consultoria IOB, tendo obtido vasta experiência em ministrar cursos para o público interno e externo, bem como em diversas empresas, através cursos in company. É pós-graduado em Direito Previdenciário pela Escola Paulista de Direito Social – EPDS. Foi membro do Conselho Técnico da Área Trabalhista e Previdenciária, na edição do Livro “ENTENDIMENTOS SOBRE QUESTÕES POLÊMICAS DO DIREITO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIO”, publicado pela IOB THOMSON, em 2007 e Autor do Livro “INSS NA CONSTRUÇÃO CIVIL”, editado e publicado pelo IOB, em 2012.

Atualmente ministra cursos tanto para área pública como para a área privada, em todo território nacional, por intermédio das empresas SUPERCIA (MS); EDUCP (CE); UNISAL (BA); COAD (RJ), UNISESCON-SP, tendo já ministrado curso sobre o eSocial para órgãos públicos para o TJ (MS), Prefeitura do Município de Rondônia. ASSOMASUL (Associação dos Municípios do Estado do Mato Grosso do SUL)

Tendo ministrado cursos para as empresas acima, onde há participantes das áreas públicas e privadas, como dos membros do T.R.E (MA, RN, PI).

Curso Online sobre Licitações e compras públicas do Legislativo | 159

Público-Alvo:

Servidores da Câmara e Assembleia, agentes de contratação, membros de comissões, pregoeiros e analistas legislativos.

Objetivo:

Capacitar servidores e agentes do Poder Legislativo sobre as especificidades de licitações e compras públicas para as atividades legislativas, desde planejamento até execução e instrumentos auxiliares.

Programa:

Parte 1

o NOÇÕES SOBRE LICITAÇÕES

Artigo 37 da Constituição Federal e o Direito Administrativo;

o PLANEJAMENTO NA LEI Nº 14.133/2021

Fase preparatória;

o NOVO PROCESSO DE LICITAÇÃO

Fluxograma;
Observações técnicas;
Agentes;

o FASE PREPARATÓRIA

ETP;
Indicaçao de marca;
DFD;
PCA;
TR;

o PESQUISA DE PREÇOS;

Parte 2

o COMPRAS DIRETAS;

Dispensas;
Inexigibilidades;

o FASE EXTERNA;

Modalidades;
Edital;
Impugnações e esclarecimentos;
Habilitação;
Diligências;
Recursos;

o INSTRUMENTOS AUXILIARES

Credenciamento;
Registro de preços;
Pré-qualificação;
PMI;
Registro Cadastral;

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Professor:

Leonardo Vieira de Souza

Advogado, Consultor Jurídico e Instrutor de cursos da EVG – Escola Virtual de Governo da Gepam. Possui especializações em Direito Constitucional e Administrativo, Direito Eleitoral e em Direito Público com Ênfase em Licitações. Tem atuação em Direito Administrativo, Tributário, Terceiro Setor e Gestão Pública.

Currículo Lattes Completo: http://lattes.cnpq.br/1539279876268782

Curso Presencial (In company para Prefeitura de Mirassol/SP) – NR-1 e saúde mental no trabalho: gestão de riscos e compliance

Público-Alvo

Agentes públicos de qualquer área da administração pública direta e indireta, que atuam na gestão de equipes e interessados no tema, além de profissionais que efetivamente estejam envolvidos com o novo perfil da “Gestão Pública” e necessitam conhecer sobre esse assunto.

Também, se destina a Gestores Públicos, profissionais de RH, membros da CIPA, supervisores, técnicos de segurança, empregadores, empregados e servidores.

Objetivo

– Demonstrar conceito básicos de assédios, praticados no ambiente de trabalho, com intuito de prevenir acontecimentos e com foco no enfrentamento e combate.

–  Demonstrar as formas e como recorrer e agir e como denunciar os casos de assédios praticados dentro das organizações.

–  Sensibilizar, incentivar e motivar sobre temas preponderantes ao assédio moral, sexual e outras formas de violência no trabalho, enfatizando as políticas institucionais de enfrentamento, de avaliação do ambiente de trabalho, de criação de estratégias de prevenção, de promoção de fomento aos espaços de diálogo, da efetivação dos canais de escuta e de denúncia.

– Esclarecer os direitos, a tipificação do assédio e seus desdobramentos na esfera administrativa e judicial, bem como no campo emocional e psíquico.

– Por fim, demonstrar os programas de prevenção e enfrentamento ao assédio sexual e demais crimes contra a dignidade sexual e à violência no âmbito da administração pública, direta e indireta, federal, estadual, distrital e municipal, trazidos pela Lei Federal nº 14.540/2023.

Objetivo Geral

Capacitar servidores e gestores da Administração Pública para prevenir, identificar e enfrentar o assédio moral e sexual, promovendo ambientes institucionais saudáveis, éticos e juridicamente seguros.

Capacitar os participantes para compreender os requisitos da NR-01, conhecer e mapear os tipos de riscos psicossociais e tomar atitudes quando a isso, especialmente as disposições gerais, responsabilidades dos envolvidos e a implementação do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), demonstrando ser diligente no tocante à prevenção, à proteção e aos cuidados com a saúde mental dos servidores, e realizando reuniões habituais para revisão de metas e desenvolve treinamentos das lideranças/gerentes.

Importante

É importante destacar que de acordo com cada Norma Regulamentadora, as regras nelas contidas são de aplicação obrigatória, somente aos trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis Trabalhistas – CLT, sejam eles de qualquer esfera de governo, pertencentes ao Executivo, Judiciário e Legislativo. Entretanto, deve os órgãos da Administração Pública verificarem quais trabalhadores lhes prestam serviços e se existe previsão legal de estenderem as normas relativas à Segurança e Saúde no Trabalho a esses servidores, como é o caso dos estagiários.

Deve ainda os órgãos públicos verificarem as normas trazidas pela Lei Federal nº 14.540/2023, que define regras para a Administração Pública, direta e indireta, federal, estadual, distrital e municipal, de criarem Programa de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Sexual e demais crimes contra a Dignidade e à Violência Sexual.

Assim, a Administração Pública, deve proteger seus servidores seguindo às regras da mencionada lei, pois, trata-se de uma norma especifica para servidores públicos, temporários, cargos em comissão etc.

Considerando que muitas prefeituras utilizam as regras destinadas aos servidores celetistas contidas nas NORMA REGULAMENTADORA Nº 01 para seus servidores, trataremos um tópico específico sobre essa NORMA.

Justificativa:

O assédio no ambiente de trabalho, em sentido amplo, é um dos principais desafios do atual contexto profissional, muito embora não seja um acontecimento atual, mas decorrente de uma série de questões mais profundas em relação ao estímulo à competitividade e ao individualismo dentre das organizações, além, é claro, das evidentes e já conhecidas questões étnicas, raciais, etárias e hierárquicas que comprometem o que hoje é amplamente discutido, em sentido estrito como:

– Assédio moral: toda e qualquer conduta que caracteriza comportamento abusivo, frequente e intencional, através de atitudes, gestos, palavras ou escritos que possam ferir a integridade física ou psíquica de uma pessoa; e,

– Assédio sexual: chantagem e/ou intimidação de caráter sexual, no ambiente de trabalho, valendo-se – o agressor em detrimento do agredido – de sua posição hierárquica ou influência para constranger ou satisfazer seus desejos.

Nesse ambiente de ampla polêmica e discussão, insere-se, dentro do campo emocional e psíquico, a saúde mental e a qualidade de vida do trabalhador sob o viés de enfrentamento e combate aos altos índices de transtornos mentais relacionados ao trabalho, como a síndrome do esgotamento profissional (burnout), ansiedade, depressão e suicídio, em casos mais graves.

Sob o olhar e desta dimensão, que se faz necessário que todos os membros da administração pública, direta e indireta, bem como os que exercem cargos de gestão devem participar deste evento, com intuito de aprender de como se evitar a ocorrência desses fatos dentro da repartição pública e, de como se proceder se acontecer e suas consequências tanto para organização, bem como para os praticantes desses atos.

Conteúdo Programático

MÓDULO 1 – FUNDAMENTOS DO ASSÉDIO NO SERVIÇO PÚBLICO

Introdução

1.1 – Conceito de Assédio Moral

  • Conduta abusiva repetitiva
  • Humilhação, constrangimento e isolamento
  • Assédio vertical, horizontal e organizacional

1.2 – Conceito de Assédio Sexual

  • Conduta de natureza sexual sem consentimento
  • Chantagem, intimidação ou ambiente hostil

1.3 – Diferença entre conflito e assédio

  • Exigência funcional legítima
  • Poder diretivo x abuso de poder

1.4 – Impactos do Assédio

  • Adoecimento mental
  • Burnout
  • Queda de produtividade
  • Responsabilidade institucional

MÓDULO 2 – BASE LEGAL COMPLETA

2.1 – Constituição Federal

  • Art. 1º – Dignidade da pessoa humana
  • Art. 5º – Direitos fundamentais
  • Art. 7º – Redução dos riscos laborais
  • Art. 37 – Princípios da Administração Pública

2.2 – Lei Federal nº 8.112/1990 (ou estatutos estaduais/municipais)

  • Deveres do servidor
  • Proibição de condutas incompatíveis com a moralidade administrativa
  • Processo administrativo disciplinar

2.3 – Código Penal

  • Art. 216-A – Crime de assédio sexual

2.4 – Lei de Improbidade Administrativa

  • Violação de princípios da Administração
  • Responsabilização do gestor assediador

2.5 – Lei Federal nº 14.811/2024

  • Medidas de prevenção e combate ao assédio e violência
  • Proteção ampliada às vítimas
  • Fortalecimento de políticas institucionais

2.6 – Resolução CNJ nº 351/2020

  • Política de prevenção e enfrentamento no Judiciário
  • Criação de canais seguros de denúncia
  • Programas de capacitação obrigatória

MÓDULO 3 – PREVENÇÃO, INVESTIGAÇÃO E RESPONSABILIDADES PARA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

3.1 – Da Prevenção prevista pela Lei Federal nº 14.540/2023

3.1.1 – Criação de programa específico de prevenção e enfrentamento

A lei institui o Programa de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Sexual e demais crimes contra a dignidade sexual e à violência sexual no âmbito da Administração Pública.

Esse programa deve ser implementado:

  • na administração pública direta e indireta;
  • em todas as esferas: federal, estadual, distrital e municipal;
  • também em instituições privadas que prestam serviços públicos por concessão ou delegação.

3.1.2 – Objetivos principais da lei

Entre os objetivos centrais do programa estão:

  • prevenir e combater o assédio sexual e outros crimes contra a dignidade sexual;
  • capacitar agentes públicos para identificar e enfrentar essas condutas;
  • promover orientação e solução institucional dos casos;
  • disseminar campanhas educativas e de conscientização.

A lei busca fortalecer ambientes de trabalho seguros e respeitosos no setor público.

3.1.3 – Obrigação de ações educativas e de capacitação

Os órgãos públicos devem:

  • realizar treinamentos e programas de capacitação sobre o tema;
  • promover campanhas educativas sobre assédio e violência sexual;
  • orientar servidores e a sociedade sobre como identificar essas condutas.

3.1.4 – Criação de mecanismos de denúncia e apuração

A lei determina a adoção de medidas como:

  • implantação de canais de denúncia acessíveis e seguros;
  • garantia de sigilo e proteção das vítimas;
  • definição de procedimentos de investigação e responsabilização.

3.1.5 – Elaboração de estratégias institucionais permanentes

Os órgãos e entidades abrangidos devem:

  • desenvolver planos e estratégias de prevenção;
  • esclarecer o que caracteriza o assédio e a violência sexual;
  • criar políticas internas de enfrentamento dessas práticas.

3.1.6 – Abrangência ampla das condutas combatidas

A lei considera:

  • assédio sexual;
  • importunação sexual;
  • estupro;
  • outras formas de violência sexual e crimes contra a dignidade sexual.

As definições devem observar o Código Penal e outras legislações específicas, como a Lei Maria da Penha.

3.2 – Cultura Organizacional Saudável

  • Liderança ética
  • Comunicação respeitosa
  • Políticas institucionais claras

3.3 – Procedimentos de Denúncia

  • Ouvidoria
  • Corregedoria
  • Comissão de ética
  • Proteção contrarretaliação

3.4 – Responsabilidade do Gestor

  • Civil
  • Administrativa
  • Penal
  • Trabalhista

3.5 – Boas Práticas

  • Código de conduta
  • Treinamentos periódicos
  • Campanhas educativas
  • Monitoramento do clima organizacional

MÓDULO 4 – ASSÉDIO COMO RISCO OCUPACIONAL

4.1 – Norma Regulamentadora nº 1 – Programa de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais

4.1 – O que é a NR-01

  • Conceito das Normas Regulamentadoras.
  • Finalidade da NR-01.
  • Campo de aplicação.
  • Obrigações legais do empregador e dos trabalhadores.

4.2 – Estrutura das Normas Regulamentadoras

  • Hierarquia normativa.
  • Relação da NR-01 com as demais NRs.
  • Atualizações permanentes.

4.3 – Responsabilidades do Empregador

  • Garantir ambiente seguro.
  • Implementar medidas preventivas.
  • Fornecer treinamentos.
  • Informar os riscos ocupacionais.

4.4 – Responsabilidades dos Trabalhadores

  • Cumprir procedimentos.
  • Utilizar EPIs.
  • Colaborar com programas de segurança.

4.5 – Conceito do GRO

  • Identificação de perigos.
  • Avaliação de riscos.
  • Controle dos riscos.
  • Monitoramento contínuo.

4.5.1 – Identificação de Perigos

Tipos de perigos:

  • Físicos.
  • Químicos.
  • Biológicos.
  • Ergonômicos.
  • Acidentes.

4.5.2 – Avaliação dos Riscos

  • Probabilidade.
  • Severidade.
  • Classificação dos riscos.

4.6 – Programa de Gerenciamento De Riscos (PGR)

4.6.1 – O que é o PGR

  • Estrutura do programa.
  • Inventário de riscos.
  • Plano de ação.

4.6.2 – Inventário de Riscos

  • Identificação dos perigos.
  • Avaliação dos riscos.
  • Medidas de controle.

4.6.3 – Plano de Ação

  • O que fazer.
  • Quem fará.
  • Prazo.
  • Indicadores.

4.7 – Capacitação e Treinamentos na NR-01

  • Treinamentos obrigatórios.
  • Capacitação inicial.
  • Capacitação periódica.
  • Treinamento presencial e EAD.

4.8 – Documentação e Fiscalização

  • Guarda documental.
  • Evidências de treinamento.
  • Apresentação à fiscalização.

Documentos essenciais

  • PGR.
  • Inventário de riscos.
  • Plano de ação.
  • Registros de treinamento.
  • Ordens de serviço.

4.9 – Norma Regulamentadora nº 17 – Ergonomia

  • Organização do trabalho
  • Metas abusivas
  • Ritmo excessivo
  • Sobrecarga cognitiva

4.10 – Norma Regulamentadora nº 5 – CIPA

  • Comissão de Prevenção de Acidentes e Assédio
  • Atuação preventiva
  • Investigação de riscos psicossociais
  • SIPAT com foco em saúde mental

Metodologia

  • Aula expositiva dialogada
  • Estudo de casos reais
  • Dinâmica sobre percepção de assédio

Bibliografia

– Constituição Federal de 1988

– Decreto Federal 2.848/1940 – Código Penal

– Lei 14.540/2023 – Programa de Prevenção de enfrentamento ao assédio sexual e crimes contra a dignidade sexual para administração pública.

– Lei Federal nº 8.112/1990, que trata sobre o Regime jurídico dos servidores públicos civis. 

– Lei Federal nº 14.811/2024 – Institui medidas de proteção à criança e ao adolescente contra a violência nos estabelecimentos educacionais ou similares, prevê a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e do Adolescente.

– Normas Regulamentadoras nºs. 1; 5; 17

– Lei Federal nº 8.429/1992, que dispõe sobre as sanções aplicáveis em virtude da prática de atos de improbidade administrativa.

 – Resolução do CNJ 351/2020

Sites de Pesquisas

– www.planalto.gov.br

Instrutor:

Domingos Vasco

Advogado especialista na área trabalhista e previdenciária. Foi por mais de 20 anos consultor jurídico da Consultoria IOB, tendo obtido vasta experiência em ministrar cursos para o público interno e externo, bem como em diversas empresas, através cursos in company. É pós-graduado em Direito Previdenciário pela Escola Paulista de Direito Social – EPDS. Foi membro do Conselho Técnico da Área Trabalhista e Previdenciária, na edição do Livro “ENTENDIMENTOS SOBRE QUESTÕES POLÊMICAS DO DIREITO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIO”, publicado pela IOB THOMSON, em 2007 e Autor do Livro “INSS NA CONSTRUÇÃO CIVIL”, editado e publicado pelo IOB, em 2012.

Atualmente ministra cursos tanto para área pública como para a área privada, em todo território nacional, por intermédio das empresas SUPERCIA (MS); EDUCP (CE); UNISAL (BA); COAD (RJ), UNISESCON-SP, tendo já ministrado curso sobre o eSocial para órgãos públicos para o TJ (MS), Prefeitura do Município de Rondônia. ASSOMASUL (Associação dos Municípios do Estado do Mato Grosso do SUL)

Tendo ministrado cursos para as empresas acima, onde há participantes das áreas públicas e privadas, como dos membros do T.R.E (MA, RN, PI).

Curso Presencial (In company para Prefeitura de Iporanga/SP) – Monitoramento, Avaliação e Fiscalização das Prestações de Contas das Parcerias com o Terceiro Setor

PÚBLICO-ALVO:

  • Membros da Comissão de Monitoramento e Avaliação
  • Gestores e fiscais de parcerias
  • Analistas de prestação de contas
  • Controladores internos e auditores
  • Técnicos de OSCs
  • Procuradores e assessores jurídicos

Módulo 1 — Fundamentos Legais das Parcerias com o Terceiro Setor

1.1 O Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC)

  • Lei Federal nº 13.019/2014 e alterações (Lei 13.204/2015)

1.2 Conceitos fundamentais

  • Organização da Sociedade Civil (OSC)
  • Termo de Colaboração, Termo de Fomento e Acordo de Cooperação
  • Plano de Trabalho e seus elementos obrigatórios

1.3 Ciclo de vida da parceria

  • Planejamento → Seleção → Celebração → Execução → Monitoramento e Avaliação → Prestação de Contas

1.4 Regulamentos

  • Decreto 8.726/2016 e Decreto 11.948/2024
  • Minuta de regulamentação local
  • Portaria Interministerial SG/MGI/AGU nº 197/2025 — Novo Manual MROSC

Módulo 2 — A Comissão de Monitoramento e Avaliação

2.1 Previsão legal (arts. 58 e 59 da Lei 13.019/2014)

  • Natureza colegiada e obrigatoriedade de instituição
  • Composição mínima e forma de designação

2.2 Competências da Comissão

  • Monitoramento sistemático da execução das parcerias
  • Análise técnica e financeira da prestação de contas
  • Emissão do parecer conclusivo

2.3 Funcionamento prático

  • Periodicidade das reuniões e registros
  • Fluxo de recebimento e análise dos processos
  • Prazo para manifestação

Módulo 3 — Monitoramento e Acompanhamento da Execução

3.1 Etapas do monitoramento

  • Acompanhamento da execução do objeto x execução financeira
  • Visitas técnicas in loco — roteiro e checklist
  • Análise dos relatórios de execução (parciais e final)

3.2 Indicadores de desempenho e resultados

  • Indicadores qualitativos e quantitativos
  • Metas físicas e financeiras
  • Como avaliar a efetividade da política pública
  • Pesquisas de satisfação – serviço público

3.3 FASE V – AUDESP

3.4 Situações críticas no monitoramento

  • Identificação de irregularidades durante a execução
  • Medidas corretivas e notificações
  • Suspensão cautelar de repasses
  • Medidas compensatórias

Módulo 4 — Fiscais e Gestores

4.1 – atuação do fiscal

4.2 – atuação do gestor

Módulo 5 — Análise da Prestação de Contas

5.1 Obrigações da OSC

  • Prazo de entrega da prestação de contas
  • Documentação obrigatória
  • Compras e contratações

5.2 Roteiro de análise da prestação de contas

  • Análise formal: conferência documental e prazos
  • Análise financeira: despesas elegíveis, contrapartida, rendimentos de aplicação
  • Análise do objeto: compatibilidade com o plano de trabalho

5.3 Glosas, devoluções e saldos

  • Hipóteses de glosa e procedimento
  • Devolução de recursos ao erário
  • Reaplicação de saldos mediante justificativa

5.4 Parecer Conclusivo da Comissão

  • Estrutura do parecer
  • Aprovação, aprovação com ressalvas ou reprovação
  • Encaminhamento à autoridade competente

Módulo 6— Fiscalização, Controle e Responsabilização

6.1 Controle interno e externo

6.2 Irregularidades frequentes

  • Desvio de finalidade
  • Desrespeito ao plano de trabalho
  • Ausência de documentos e falhas no plano de trabalho
  • Omissão no dever de prestar contas

6.3 Responsabilidade dos servidores públicos

Módulo 7 — Estudos de Caso e Exercícios Práticos

7.1 Exercício 1 — Análise de um relatório de execução

  • Identificar inconsistências entre objeto e despesas

7.2 Exercício 2 — Elaboração de parecer conclusivo

  • A partir de um caso simulado, redigir o parecer

7.3 Exercício 3 — Checklist de fiscalização in loco

  • Simulação de visita técnica com roteiro padronizado

RESPONSABILIDADES DOS SERVIDORES

A Lei 13.019/2014 estabelece um regime de responsabilidades claras para os agentes públicos envolvidos nas parcerias:

  1. Dever legal de monitorar e fiscalizar (art. 59)
  • O órgão público deve designar comissão de monitoramento e avaliação
  • Os membros têm o dever funcional de acompanhar a execução, analisar contas e emitir parecer dentro dos prazos legais
  • A omissão ou demora injustificada pode configurar infração funcional
  1. Solidariedade e corresponsabilidade
  • A comissão responde solidariamente quando omissa ou conivente com irregularidades
  • Cada membro responde na medida de sua contribuição ou omissão no ato irregular, tendo como consequência:
  • Advertência, suspensão, demissão
  • Obrigação de reparar o dano ao erário
  • Perda da função, suspensão de direitos políticos, multa
  • Detenção, reclusão e perda do cargo
  • Multa, imputação de débito, inabilitação
  1. Dever de prestar contas (art. 70, CF)
  • Qualquer pessoa física ou jurídica que use, arrecade ou gerencie recursos públicos deve prestar contas
  • O servidor que deixar de prestar contas ou cuja prestação for rejeitada pode responder por ato de improbidade
  1. Pós-parecer
  • Aprovadas as contas com ressalvas → providências corretivas
  • Contas rejeitadas → instauração de Tomada de Contas Especial (TCE)
  • Encaminhamento ao controle interno, TCE/MPC e Ministério Público nos casos de indício de dano

Professor:

Leonardo Vieira de Souza

Advogado, Consultor Jurídico e Instrutor de cursos da EVG – Escola Virtual de Governo da Gepam. Possui especializações em Direito Constitucional e Administrativo, Direito Eleitoral e em Direito Público com Ênfase em Licitações. Tem atuação em Direito Administrativo, Tributário, Terceiro Setor e Gestão Pública.

Currículo Lattes Completo: http://lattes.cnpq.br/1539279876268782