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Curso Presencial (In company para Prefeitura de Mirassol/SP) – NR-1 e saúde mental no trabalho: gestão de riscos e compliance

Público-Alvo

Agentes públicos de qualquer área da administração pública direta e indireta, que atuam na gestão de equipes e interessados no tema, além de profissionais que efetivamente estejam envolvidos com o novo perfil da “Gestão Pública” e necessitam conhecer sobre esse assunto.

Também, se destina a Gestores Públicos, profissionais de RH, membros da CIPA, supervisores, técnicos de segurança, empregadores, empregados e servidores.

Objetivo

– Demonstrar conceito básicos de assédios, praticados no ambiente de trabalho, com intuito de prevenir acontecimentos e com foco no enfrentamento e combate.

–  Demonstrar as formas e como recorrer e agir e como denunciar os casos de assédios praticados dentro das organizações.

–  Sensibilizar, incentivar e motivar sobre temas preponderantes ao assédio moral, sexual e outras formas de violência no trabalho, enfatizando as políticas institucionais de enfrentamento, de avaliação do ambiente de trabalho, de criação de estratégias de prevenção, de promoção de fomento aos espaços de diálogo, da efetivação dos canais de escuta e de denúncia.

– Esclarecer os direitos, a tipificação do assédio e seus desdobramentos na esfera administrativa e judicial, bem como no campo emocional e psíquico.

– Por fim, demonstrar os programas de prevenção e enfrentamento ao assédio sexual e demais crimes contra a dignidade sexual e à violência no âmbito da administração pública, direta e indireta, federal, estadual, distrital e municipal, trazidos pela Lei Federal nº 14.540/2023.

Objetivo Geral

Capacitar servidores e gestores da Administração Pública para prevenir, identificar e enfrentar o assédio moral e sexual, promovendo ambientes institucionais saudáveis, éticos e juridicamente seguros.

Capacitar os participantes para compreender os requisitos da NR-01, conhecer e mapear os tipos de riscos psicossociais e tomar atitudes quando a isso, especialmente as disposições gerais, responsabilidades dos envolvidos e a implementação do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), demonstrando ser diligente no tocante à prevenção, à proteção e aos cuidados com a saúde mental dos servidores, e realizando reuniões habituais para revisão de metas e desenvolve treinamentos das lideranças/gerentes.

Importante

É importante destacar que de acordo com cada Norma Regulamentadora, as regras nelas contidas são de aplicação obrigatória, somente aos trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis Trabalhistas – CLT, sejam eles de qualquer esfera de governo, pertencentes ao Executivo, Judiciário e Legislativo. Entretanto, deve os órgãos da Administração Pública verificarem quais trabalhadores lhes prestam serviços e se existe previsão legal de estenderem as normas relativas à Segurança e Saúde no Trabalho a esses servidores, como é o caso dos estagiários.

Deve ainda os órgãos públicos verificarem as normas trazidas pela Lei Federal nº 14.540/2023, que define regras para a Administração Pública, direta e indireta, federal, estadual, distrital e municipal, de criarem Programa de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Sexual e demais crimes contra a Dignidade e à Violência Sexual.

Assim, a Administração Pública, deve proteger seus servidores seguindo às regras da mencionada lei, pois, trata-se de uma norma especifica para servidores públicos, temporários, cargos em comissão etc.

Considerando que muitas prefeituras utilizam as regras destinadas aos servidores celetistas contidas nas NORMA REGULAMENTADORA Nº 01 para seus servidores, trataremos um tópico específico sobre essa NORMA.

Justificativa:

O assédio no ambiente de trabalho, em sentido amplo, é um dos principais desafios do atual contexto profissional, muito embora não seja um acontecimento atual, mas decorrente de uma série de questões mais profundas em relação ao estímulo à competitividade e ao individualismo dentre das organizações, além, é claro, das evidentes e já conhecidas questões étnicas, raciais, etárias e hierárquicas que comprometem o que hoje é amplamente discutido, em sentido estrito como:

– Assédio moral: toda e qualquer conduta que caracteriza comportamento abusivo, frequente e intencional, através de atitudes, gestos, palavras ou escritos que possam ferir a integridade física ou psíquica de uma pessoa; e,

– Assédio sexual: chantagem e/ou intimidação de caráter sexual, no ambiente de trabalho, valendo-se – o agressor em detrimento do agredido – de sua posição hierárquica ou influência para constranger ou satisfazer seus desejos.

Nesse ambiente de ampla polêmica e discussão, insere-se, dentro do campo emocional e psíquico, a saúde mental e a qualidade de vida do trabalhador sob o viés de enfrentamento e combate aos altos índices de transtornos mentais relacionados ao trabalho, como a síndrome do esgotamento profissional (burnout), ansiedade, depressão e suicídio, em casos mais graves.

Sob o olhar e desta dimensão, que se faz necessário que todos os membros da administração pública, direta e indireta, bem como os que exercem cargos de gestão devem participar deste evento, com intuito de aprender de como se evitar a ocorrência desses fatos dentro da repartição pública e, de como se proceder se acontecer e suas consequências tanto para organização, bem como para os praticantes desses atos.

Conteúdo Programático

MÓDULO 1 – FUNDAMENTOS DO ASSÉDIO NO SERVIÇO PÚBLICO

Introdução

1.1 – Conceito de Assédio Moral

  • Conduta abusiva repetitiva
  • Humilhação, constrangimento e isolamento
  • Assédio vertical, horizontal e organizacional

1.2 – Conceito de Assédio Sexual

  • Conduta de natureza sexual sem consentimento
  • Chantagem, intimidação ou ambiente hostil

1.3 – Diferença entre conflito e assédio

  • Exigência funcional legítima
  • Poder diretivo x abuso de poder

1.4 – Impactos do Assédio

  • Adoecimento mental
  • Burnout
  • Queda de produtividade
  • Responsabilidade institucional

MÓDULO 2 – BASE LEGAL COMPLETA

2.1 – Constituição Federal

  • Art. 1º – Dignidade da pessoa humana
  • Art. 5º – Direitos fundamentais
  • Art. 7º – Redução dos riscos laborais
  • Art. 37 – Princípios da Administração Pública

2.2 – Lei Federal nº 8.112/1990 (ou estatutos estaduais/municipais)

  • Deveres do servidor
  • Proibição de condutas incompatíveis com a moralidade administrativa
  • Processo administrativo disciplinar

2.3 – Código Penal

  • Art. 216-A – Crime de assédio sexual

2.4 – Lei de Improbidade Administrativa

  • Violação de princípios da Administração
  • Responsabilização do gestor assediador

2.5 – Lei Federal nº 14.811/2024

  • Medidas de prevenção e combate ao assédio e violência
  • Proteção ampliada às vítimas
  • Fortalecimento de políticas institucionais

2.6 – Resolução CNJ nº 351/2020

  • Política de prevenção e enfrentamento no Judiciário
  • Criação de canais seguros de denúncia
  • Programas de capacitação obrigatória

MÓDULO 3 – PREVENÇÃO, INVESTIGAÇÃO E RESPONSABILIDADES PARA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

3.1 – Da Prevenção prevista pela Lei Federal nº 14.540/2023

3.1.1 – Criação de programa específico de prevenção e enfrentamento

A lei institui o Programa de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Sexual e demais crimes contra a dignidade sexual e à violência sexual no âmbito da Administração Pública.

Esse programa deve ser implementado:

  • na administração pública direta e indireta;
  • em todas as esferas: federal, estadual, distrital e municipal;
  • também em instituições privadas que prestam serviços públicos por concessão ou delegação.

3.1.2 – Objetivos principais da lei

Entre os objetivos centrais do programa estão:

  • prevenir e combater o assédio sexual e outros crimes contra a dignidade sexual;
  • capacitar agentes públicos para identificar e enfrentar essas condutas;
  • promover orientação e solução institucional dos casos;
  • disseminar campanhas educativas e de conscientização.

A lei busca fortalecer ambientes de trabalho seguros e respeitosos no setor público.

3.1.3 – Obrigação de ações educativas e de capacitação

Os órgãos públicos devem:

  • realizar treinamentos e programas de capacitação sobre o tema;
  • promover campanhas educativas sobre assédio e violência sexual;
  • orientar servidores e a sociedade sobre como identificar essas condutas.

3.1.4 – Criação de mecanismos de denúncia e apuração

A lei determina a adoção de medidas como:

  • implantação de canais de denúncia acessíveis e seguros;
  • garantia de sigilo e proteção das vítimas;
  • definição de procedimentos de investigação e responsabilização.

3.1.5 – Elaboração de estratégias institucionais permanentes

Os órgãos e entidades abrangidos devem:

  • desenvolver planos e estratégias de prevenção;
  • esclarecer o que caracteriza o assédio e a violência sexual;
  • criar políticas internas de enfrentamento dessas práticas.

3.1.6 – Abrangência ampla das condutas combatidas

A lei considera:

  • assédio sexual;
  • importunação sexual;
  • estupro;
  • outras formas de violência sexual e crimes contra a dignidade sexual.

As definições devem observar o Código Penal e outras legislações específicas, como a Lei Maria da Penha.

3.2 – Cultura Organizacional Saudável

  • Liderança ética
  • Comunicação respeitosa
  • Políticas institucionais claras

3.3 – Procedimentos de Denúncia

  • Ouvidoria
  • Corregedoria
  • Comissão de ética
  • Proteção contrarretaliação

3.4 – Responsabilidade do Gestor

  • Civil
  • Administrativa
  • Penal
  • Trabalhista

3.5 – Boas Práticas

  • Código de conduta
  • Treinamentos periódicos
  • Campanhas educativas
  • Monitoramento do clima organizacional

MÓDULO 4 – ASSÉDIO COMO RISCO OCUPACIONAL

4.1 – Norma Regulamentadora nº 1 – Programa de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais

4.1 – O que é a NR-01

  • Conceito das Normas Regulamentadoras.
  • Finalidade da NR-01.
  • Campo de aplicação.
  • Obrigações legais do empregador e dos trabalhadores.

4.2 – Estrutura das Normas Regulamentadoras

  • Hierarquia normativa.
  • Relação da NR-01 com as demais NRs.
  • Atualizações permanentes.

4.3 – Responsabilidades do Empregador

  • Garantir ambiente seguro.
  • Implementar medidas preventivas.
  • Fornecer treinamentos.
  • Informar os riscos ocupacionais.

4.4 – Responsabilidades dos Trabalhadores

  • Cumprir procedimentos.
  • Utilizar EPIs.
  • Colaborar com programas de segurança.

4.5 – Conceito do GRO

  • Identificação de perigos.
  • Avaliação de riscos.
  • Controle dos riscos.
  • Monitoramento contínuo.

4.5.1 – Identificação de Perigos

Tipos de perigos:

  • Físicos.
  • Químicos.
  • Biológicos.
  • Ergonômicos.
  • Acidentes.

4.5.2 – Avaliação dos Riscos

  • Probabilidade.
  • Severidade.
  • Classificação dos riscos.

4.6 – Programa de Gerenciamento De Riscos (PGR)

4.6.1 – O que é o PGR

  • Estrutura do programa.
  • Inventário de riscos.
  • Plano de ação.

4.6.2 – Inventário de Riscos

  • Identificação dos perigos.
  • Avaliação dos riscos.
  • Medidas de controle.

4.6.3 – Plano de Ação

  • O que fazer.
  • Quem fará.
  • Prazo.
  • Indicadores.

4.7 – Capacitação e Treinamentos na NR-01

  • Treinamentos obrigatórios.
  • Capacitação inicial.
  • Capacitação periódica.
  • Treinamento presencial e EAD.

4.8 – Documentação e Fiscalização

  • Guarda documental.
  • Evidências de treinamento.
  • Apresentação à fiscalização.

Documentos essenciais

  • PGR.
  • Inventário de riscos.
  • Plano de ação.
  • Registros de treinamento.
  • Ordens de serviço.

4.9 – Norma Regulamentadora nº 17 – Ergonomia

  • Organização do trabalho
  • Metas abusivas
  • Ritmo excessivo
  • Sobrecarga cognitiva

4.10 – Norma Regulamentadora nº 5 – CIPA

  • Comissão de Prevenção de Acidentes e Assédio
  • Atuação preventiva
  • Investigação de riscos psicossociais
  • SIPAT com foco em saúde mental

Metodologia

  • Aula expositiva dialogada
  • Estudo de casos reais
  • Dinâmica sobre percepção de assédio

Bibliografia

– Constituição Federal de 1988

– Decreto Federal 2.848/1940 – Código Penal

– Lei 14.540/2023 – Programa de Prevenção de enfrentamento ao assédio sexual e crimes contra a dignidade sexual para administração pública.

– Lei Federal nº 8.112/1990, que trata sobre o Regime jurídico dos servidores públicos civis. 

– Lei Federal nº 14.811/2024 – Institui medidas de proteção à criança e ao adolescente contra a violência nos estabelecimentos educacionais ou similares, prevê a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e do Adolescente.

– Normas Regulamentadoras nºs. 1; 5; 17

– Lei Federal nº 8.429/1992, que dispõe sobre as sanções aplicáveis em virtude da prática de atos de improbidade administrativa.

 – Resolução do CNJ 351/2020

Sites de Pesquisas

– www.planalto.gov.br

Instrutor:

Domingos Vasco

Advogado especialista na área trabalhista e previdenciária. Foi por mais de 20 anos consultor jurídico da Consultoria IOB, tendo obtido vasta experiência em ministrar cursos para o público interno e externo, bem como em diversas empresas, através cursos in company. É pós-graduado em Direito Previdenciário pela Escola Paulista de Direito Social – EPDS. Foi membro do Conselho Técnico da Área Trabalhista e Previdenciária, na edição do Livro “ENTENDIMENTOS SOBRE QUESTÕES POLÊMICAS DO DIREITO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIO”, publicado pela IOB THOMSON, em 2007 e Autor do Livro “INSS NA CONSTRUÇÃO CIVIL”, editado e publicado pelo IOB, em 2012.

Atualmente ministra cursos tanto para área pública como para a área privada, em todo território nacional, por intermédio das empresas SUPERCIA (MS); EDUCP (CE); UNISAL (BA); COAD (RJ), UNISESCON-SP, tendo já ministrado curso sobre o eSocial para órgãos públicos para o TJ (MS), Prefeitura do Município de Rondônia. ASSOMASUL (Associação dos Municípios do Estado do Mato Grosso do SUL)

Tendo ministrado cursos para as empresas acima, onde há participantes das áreas públicas e privadas, como dos membros do T.R.E (MA, RN, PI).

Curso Presencial (In company para Prefeitura de Iporanga/SP) – Monitoramento, Avaliação e Fiscalização das Prestações de Contas das Parcerias com o Terceiro Setor

PÚBLICO-ALVO:

  • Membros da Comissão de Monitoramento e Avaliação
  • Gestores e fiscais de parcerias
  • Analistas de prestação de contas
  • Controladores internos e auditores
  • Técnicos de OSCs
  • Procuradores e assessores jurídicos

Módulo 1 — Fundamentos Legais das Parcerias com o Terceiro Setor

1.1 O Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC)

  • Lei Federal nº 13.019/2014 e alterações (Lei 13.204/2015)

1.2 Conceitos fundamentais

  • Organização da Sociedade Civil (OSC)
  • Termo de Colaboração, Termo de Fomento e Acordo de Cooperação
  • Plano de Trabalho e seus elementos obrigatórios

1.3 Ciclo de vida da parceria

  • Planejamento → Seleção → Celebração → Execução → Monitoramento e Avaliação → Prestação de Contas

1.4 Regulamentos

  • Decreto 8.726/2016 e Decreto 11.948/2024
  • Minuta de regulamentação local
  • Portaria Interministerial SG/MGI/AGU nº 197/2025 — Novo Manual MROSC

Módulo 2 — A Comissão de Monitoramento e Avaliação

2.1 Previsão legal (arts. 58 e 59 da Lei 13.019/2014)

  • Natureza colegiada e obrigatoriedade de instituição
  • Composição mínima e forma de designação

2.2 Competências da Comissão

  • Monitoramento sistemático da execução das parcerias
  • Análise técnica e financeira da prestação de contas
  • Emissão do parecer conclusivo

2.3 Funcionamento prático

  • Periodicidade das reuniões e registros
  • Fluxo de recebimento e análise dos processos
  • Prazo para manifestação

Módulo 3 — Monitoramento e Acompanhamento da Execução

3.1 Etapas do monitoramento

  • Acompanhamento da execução do objeto x execução financeira
  • Visitas técnicas in loco — roteiro e checklist
  • Análise dos relatórios de execução (parciais e final)

3.2 Indicadores de desempenho e resultados

  • Indicadores qualitativos e quantitativos
  • Metas físicas e financeiras
  • Como avaliar a efetividade da política pública
  • Pesquisas de satisfação – serviço público

3.3 FASE V – AUDESP

3.4 Situações críticas no monitoramento

  • Identificação de irregularidades durante a execução
  • Medidas corretivas e notificações
  • Suspensão cautelar de repasses
  • Medidas compensatórias

Módulo 4 — Fiscais e Gestores

4.1 – atuação do fiscal

4.2 – atuação do gestor

Módulo 5 — Análise da Prestação de Contas

5.1 Obrigações da OSC

  • Prazo de entrega da prestação de contas
  • Documentação obrigatória
  • Compras e contratações

5.2 Roteiro de análise da prestação de contas

  • Análise formal: conferência documental e prazos
  • Análise financeira: despesas elegíveis, contrapartida, rendimentos de aplicação
  • Análise do objeto: compatibilidade com o plano de trabalho

5.3 Glosas, devoluções e saldos

  • Hipóteses de glosa e procedimento
  • Devolução de recursos ao erário
  • Reaplicação de saldos mediante justificativa

5.4 Parecer Conclusivo da Comissão

  • Estrutura do parecer
  • Aprovação, aprovação com ressalvas ou reprovação
  • Encaminhamento à autoridade competente

Módulo 6— Fiscalização, Controle e Responsabilização

6.1 Controle interno e externo

6.2 Irregularidades frequentes

  • Desvio de finalidade
  • Desrespeito ao plano de trabalho
  • Ausência de documentos e falhas no plano de trabalho
  • Omissão no dever de prestar contas

6.3 Responsabilidade dos servidores públicos

Módulo 7 — Estudos de Caso e Exercícios Práticos

7.1 Exercício 1 — Análise de um relatório de execução

  • Identificar inconsistências entre objeto e despesas

7.2 Exercício 2 — Elaboração de parecer conclusivo

  • A partir de um caso simulado, redigir o parecer

7.3 Exercício 3 — Checklist de fiscalização in loco

  • Simulação de visita técnica com roteiro padronizado

RESPONSABILIDADES DOS SERVIDORES

A Lei 13.019/2014 estabelece um regime de responsabilidades claras para os agentes públicos envolvidos nas parcerias:

  1. Dever legal de monitorar e fiscalizar (art. 59)
  • O órgão público deve designar comissão de monitoramento e avaliação
  • Os membros têm o dever funcional de acompanhar a execução, analisar contas e emitir parecer dentro dos prazos legais
  • A omissão ou demora injustificada pode configurar infração funcional
  1. Solidariedade e corresponsabilidade
  • A comissão responde solidariamente quando omissa ou conivente com irregularidades
  • Cada membro responde na medida de sua contribuição ou omissão no ato irregular, tendo como consequência:
  • Advertência, suspensão, demissão
  • Obrigação de reparar o dano ao erário
  • Perda da função, suspensão de direitos políticos, multa
  • Detenção, reclusão e perda do cargo
  • Multa, imputação de débito, inabilitação
  1. Dever de prestar contas (art. 70, CF)
  • Qualquer pessoa física ou jurídica que use, arrecade ou gerencie recursos públicos deve prestar contas
  • O servidor que deixar de prestar contas ou cuja prestação for rejeitada pode responder por ato de improbidade
  1. Pós-parecer
  • Aprovadas as contas com ressalvas → providências corretivas
  • Contas rejeitadas → instauração de Tomada de Contas Especial (TCE)
  • Encaminhamento ao controle interno, TCE/MPC e Ministério Público nos casos de indício de dano

Professor:

Leonardo Vieira de Souza

Advogado, Consultor Jurídico e Instrutor de cursos da EVG – Escola Virtual de Governo da Gepam. Possui especializações em Direito Constitucional e Administrativo, Direito Eleitoral e em Direito Público com Ênfase em Licitações. Tem atuação em Direito Administrativo, Tributário, Terceiro Setor e Gestão Pública.

Currículo Lattes Completo: http://lattes.cnpq.br/1539279876268782

Curso Presencial (In company para Prefeitura de Iporanga/SP) – Pesquisa de preços com uso de tabelas oficiais e outras fontes

Programa:

• Pesquisa de preços
• fontes de preços
• Boletins/tabelas usuais:
• SINAPI/SP
• CDHU
• FNDE
• DER/SP
• Outros departamentos da administração estadual ou federal, não citados anteriormente.
• Treinamento PRÁTICO no uso da plataforma PNCP, Compras GOV.
• Formas de celeridade no processo de aquisição de produtos e equipamentos utilizando boletins oficiais, dispensando a necessidade de cotação de mercado.
• Procedimentos adicionais

Leonardo Vieira de Souza

Leonardo Vieira de Souza - Consultor Jurídico da GEPAM

Advogado, Consultor Jurídico e Instrutor de cursos da EVG – Escola Virtual de Governo da GEPAM. Possui especializações em Direito Constitucional e Administrativo, Direito Eleitoral e em Direito Público com Ênfase em Licitações. Tem atuação em Direito Administrativo, Tributário, Terceiro Setor e Gestão Pública.

Currículo Lattes: Acessar currículo

Curso Presencial (In company para Câmara de Monte Alto/SP) – Emendas Impositivas Municipais: Implementação, Execução e Controle

Programa:

Módulo 1 — Fundamentos constitucionais e jurisprudência atual

  1. Orçamento autorizativo e orçamento impositivo: conceito, natureza jurídica e limites da atuação parlamentar.
  2. Autonomia municipal e princípio da simetria: o que pode e o que não pode ser reproduzido no Município.
  3. Evolução constitucional: ECs nº 86/2015, 100/2019, 105/2019 e 126/2022.
  4. ADPF 854: orçamento secreto, publicidade, impessoalidade, eficiência, rastreabilidade e identificação do beneficiário final.
  5. ADIs nº 7.688, 7.695 e 7.697 e a LC nº 210/2024: condicionantes para a execução das emendas.
  6. Jurisprudência ainda não pacificada: ADIs nº 7.807 e 7.869, emendas de bancada nos entes subnacionais e limite de 1,55% para casas legislativas unicamerais.
  7. Disciplina paulista: Constituição Estadual, Resolução TCESP nº 17/2025, comunicados e Manual de Emendas Impositivas Municipais.

Módulo 2 — Planejamento, modalidades e limites

  1. Integração das emendas com PPA, LDO, LOA, planos setoriais e Plano de Contratações Anual.
  2. Modalidades cabíveis no Município e distinção entre emenda municipal e transferências federais ou estaduais recebidas.
  3. Natureza da programação: projeto, atividade, operação especial, custeio, investimento, apropriação e remanejamento.
  4. Base de cálculo: RCL do exercício anterior ao encaminhamento do projeto da LOA.
  5. Limites das emendas individuais: debate entre 2% e 1,55%, reserva mínima de 50% para ações e serviços públicos de saúde e execução equitativa.
  6. Vedações: pessoal e encargos sociais, serviço da dívida, objeto genérico, pulverização de recursos e despesa incompatível com a política pública.
  7. Contingenciamento proporcional, restos a pagar, reprogramação, cancelamento e peculiaridades do último ano de mandato, inclusive art. 42 da LRF.
  8. Exercício prático de cálculo da cota parlamentar e da parcela mínima da saúde.

Módulo 3 — Elaboração, análise técnica e processo legislativo

  1. Requisitos da emenda: identificação do autor, número, valor, objeto preciso, beneficiário, finalidade, classificação orçamentária e justificativa de interesse público.
  2. Plano de Trabalho da emenda:
  • identificação do autor e do beneficiário;
  • objeto e justificativa;
  • metas físicas e finalísticas;
  • cronograma físico-financeiro;
  • plano de aplicação e memória de cálculo;
  • capacidade de custeio, operação e manutenção;
  • agente responsável pela execução.
  1. Segregação de funções: elaboração pelo Legislativo e análise e aprovação técnica pelo Executivo.
  2. Exame técnico preliminar pela Comissão de Finanças e Orçamento: compatibilidade, legalidade, exequibilidade, custo, pertinência temática e etapa útil.
  3. Obras e serviços de engenharia: projeto, licenciamento, suficiência dos recursos, etapa funcional e prevenção de obras inacabadas.
  4. Impedimentos de ordem técnica: hipóteses da Lei Complementar nº 210/2024 adaptáveis ao Município, impedimentos sanáveis e insuperáveis, diligências, motivação, comunicação e remanejamento.
  5. Emendas destinadas às OSCs: MROSC, pertinência temática, capacidade operacional, dispensa de chamamento do art. 29, Plano de Trabalho da parceria, conflito de interesses e nepotismo.
  6. Oficina: correção de uma emenda genérica e elaboração de Plano de Trabalho simplificado.

Módulo 4 — Execução, transparência, controle e responsabilização

  1. Fluxo da execução: aprovação da LOA, análise do Plano de Trabalho, contratação ou parceria, empenho, liquidação, pagamento, recebimento e monitoramento.
  2. Matriz de responsabilidades: vereador, Comissão de Finanças, Presidência da Câmara, secretarias municipais, ordenador de despesas, contabilidade, jurídico e controle interno.
  3. Transparência ativa em tempo real: publicação, até o dia útil seguinte, de autoria, número da emenda, objeto, beneficiário, valores autorizado/liberado/executado, conta bancária, finalidade, processo administrativo, cronograma e alterações.
  4. Conta bancária específica: regra geral e exceção do Comunicado Audesp nº 09/2026 para emenda municipal de aplicação direta pela Prefeitura, desde que garantida a rastreabilidade por fonte e códigos contábeis. Comunicado Audesp nº 09/2026.
  5. Relatório de Gestão e prestação de contas: comparação entre metas planejadas, execução física e financeira e resultados entregues.
  6. Controle interno, controle externo pela Câmara e pelo TCESP e controle social.

Responsabilização: inexecução injustificada, impedimento técnico artificial, tratamento não equitativo, desvio de finalidade, falhas de transparência, apontamentos nas contas e sanções aplicáveis.

PROFESSORA:

Adriana Fantinel

· Contadora;
· Especialização em Auditoria e Perícia – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS);
· Especialização em Contabilidade, Auditoria e Finanças Governamentais – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS);
· Licenciada para a capacitação em Demonstrativos Fiscais – Planejamento e Orçamento, RREO e RGF pela Escola de Administração Fazendária (ESAF/STN/CFC);
· Professora de Graduação e Pós-Graduação;
· Consultora Contábil e de Gestão Pública;
· Instrutora de Cursos e Palestras em nível nacional;
· Associada Efetiva do Instituto Brasileiro de Direito Parlamentar (Parla);
· Integrante do Comitê de Governança no Poder Legislativo da Rede Governança Brasil (RGB);
· Integrante do Comitê de Implantação da Governança nos Municípios da Rede Governança Brasil (RGB);
· Integrante do Comitê Governança em Educação da Rede Governança Brasil (RGB);
· Atua há mais de 19 anos nas áreas de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, Planejamento Governamental, Orçamento Público, SIAFIC, Transparência Pública, Auditoria, Controles Internos, dentre outros;
· Coautora do livro O Plano Plurianual nos Municípios (2017);
Auditora certificada ODS – Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – Agenda 2030 – Organização das Nações Unidas;
· Diretora Executiva da empresa A.F. Assessoria e Consultoria em Gestão Pública;
· Diretora Executiva da empresa Intelecta Company Tecnologia, distribuidora oficial HP Robots e HP Calculators no Brasil; e
· Assessora e Consultora da empresa Asset Control – Controles Inteligentes.

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/1073597412772463

Curso Presencial (In company para Prefeitura de Iacanga/SP) – Planejamento de Contratação Pública

Público-Alvo:

Servidores e Agentes Públicos do Município de Iacanga/SP

Programa de Capacitação: 

Conformidade: Lei Federal nº 14.133/2021

Módulo 1: Fundamentos da Governança e Estudo Técnico Preliminar (ETP)

Tema 1.1: Ciclo Contratual e Governança das Contratações

Tópico 1.1.1: Plano de Contratações Anual (PCA)

Alinhamento obrigatório com os instrumentos orçamentários (PPA, LDO e LOA).

Importância do PCA para o planejamento de compras do município.

Tópico 1.1.2: Estrutura da Fase Preparatória (Interna)

Documento de Formalização da Demanda (DFD).

Estudo Técnico Preliminar (ETP) e Análise de Riscos.

Termo de Referência (TR) / Projeto Básico / Projeto Executivo.

Pesquisa de Mercado e Elaboração do Orçamento Estimado.

Tópico 1.1.3: Visão Geral da Fase Externa

Publicação de edital e prazos mínimos de divulgação.

Modos de disputa e fases do certame (Apresentação, Julgamento, Habilitação, Recursal e Homologação).

Tema 1.2: Estudo Técnico Preliminar (ETP)

Tópico 1.2.1: Conceito e Regulamentação

Definição legal de ETP (Art. 6º, XX da Lei nº 14.133/2021).

Competência e responsabilidade da equipe de planejamento (IN SEGES/ME nº 58/2022).

Tópico 1.2.2: Conteúdo e Elementos do ETP

Definição exata da necessidade pública a ser atendida.

Análise das alternativas no mercado e estudo da melhor solução.

Estimativa das quantidades e memória de cálculo do histórico de consumo.

Justificativa para o parcelamento ou não da solução.

Tema 1.3: ETP Simplificado, Dispensas e Sustentabilidade

Tópico 1.3.1: ETP Simplificado (Art. 18, §2º)

Requisitos mínimos obrigatórios: necessidade, quantidade, valor estimado, parcelamento e posicionamento conclusivo.

Vedações à simplificação em obras, serviços de engenharia e aquisições complexas.

Tópico 1.3.2: Hipóteses de Dispensa ou Facultatividade do ETP

Dispensas em razão do valor (Art. 75, I e II).

Casos de emergência, calamidade pública e contratações remanescentes.

Tópico 1.3.3: Critérios ambientais e Sustentabilidade

Requisitos de logística reversa e critérios do Guia Nacional de Contratações Sustentáveis.

Exigência de certificações (Selo Procel, INMETRO, etc.).

Módulo 2: Termo de Referência (TR), Análise de Riscos e Pesquisa de Preços

Tema 2.1: Termo de Referência (TR)

Tópico 2.1.1: Estrutura Essencial do TR

Descrição clara e precisa do objeto (vedadas especificações excessivas ou desnecessárias).

Fundamentação técnica vinculada às diretrizes do ETP.

Condições de entrega, prazos de execução e critérios objetivos de medição/pagamento.

Diretrizes para recebimento provisório e definitivo do objeto.

Tópico 2.1.2: Indicação de Marcas e Prova de Qualidade

Hipóteses permitidas para indicação de marca (Art. 41) por padronização, compatibilidade ou referência.

Mecanismos de prova de qualidade (Art. 42): Normas ABNT/INMETRO e atestados anteriores.

Exigência de amostras e prova de conceito na fase de julgamento.

Tema 2.2: Gerenciamento de Riscos e Pesquisa de Mercado

Tópico 2.2.1: Análise de Riscos na Fase Preparatória

Mapeamento dos principais riscos que podem impactar a licitação ou a execução contratual.

Definição de ações preventivas e mitigadoras.

Tópico 2.2.2: Metodologia de Pesquisa de Preços

Utilização prioritária do Painel de Preços / Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP).

Contratações similares de outros órgãos públicos e mídias especializadas.

Uso de tabelas oficiais de referência (SINAPI/SICRO).

Critérios para pesquisa direta com fornecedores e tratamento de discrepâncias de preços.

Tópico 2.2.3: Orçamento Sigiloso (Art. 24)

Requisitos e justificativa técnica para aplicação do sigilo motivado.

Módulo 3: Execução Contratual e Contratação Directa (Dispensa)

Tema 3.1: Gestão e Fiscalização de Contratos

Tópico 3.1.1: Papéis e Atribuições dos Agentes

Distinção prática entre o Gestor do Contrato e o Fiscal do Contrato.

Requisitos de qualificação e princípio da segregação de funções.

Tópico 3.1.2: Rotina do Fiscal de Contrato

Acompanhamento no local, registro em diário/relatório e emissão de notificações.

Recebimento provisório das obras, serviços ou suprimentos.

Tópico 3.1.3: Rotina do Gestor de Contrato

Controle do saldo contratual, vigência, garantias e prorrogações.

Aplicação de penalidades, rescisão contratual e recebimento definitivo.

Tema 3.2: Contratação Direta – Dispensas por Valor

Tópico 3.2.1: Limites Atualizados de Dispensa por Valor

Limite para Obras, Serviços de Engenharia e Manutenção de Veículos (Art. 75, I).

Limite para Compras e Serviços Comuns (Art. 75, II).

Tópico 3.2.2: Regras de Acumulação e Vedações

Apuração do somatório por Unidade Gestora e mesmo ramo de atividade (natureza da despesa).

Proibição do fracionamento indevido de despesa.

Tópico 3.2.3: Procedimento Operacional da Dispensa Eletrônica

Elaboração do Aviso de Manifestação de Interesse (AMI).

Divulgação obrigatória por no mínimo 3 (três) dias úteis para coleta de propostas adicionais.

Regime de Pronto Pagamento (Art. 95, §1º) para despesas miúdas de pronto pagamento.

Informações Adicionais e Encerramento

Sessão Prática: Análise de modelos de ETP, TR e Checklists operacionais.

Sessão de Perguntas e Respostas: Esclarecimento de dúvidas e casos práticos do Município de Iacanga.

José Carlos Pacheco de Almeida

José Carlos Pacheco de Almeida - Diretor Jurídico da GEPAM

Advogado e Diretor Jurídico da GEPAM. É especialista em Gestão Pública pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul – UFMS. Especialista em Direito Público pela EBRADI. Tem experiência na área Jurídica, com ênfase em Direito Administrativo, Tributário e Eleitoral, atuando principalmente nos seguintes temas: licitação, gestão pública, servidores públicos, bens públicos, tributos e eleições.

Currículo Lattes: Acessar currículo

Local:

Endereço: Avenida das Acácias 149

Curso Online sobre o Regulamento do IBS e as Ações dos Municípios: O Módulo de Apuração Nacional do ISSQN (MAN) | 158

Programa:

O IBS NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL E NA LEI COMPLEMENTAR N. 214/25

O CONTEÚDO DO REGULAMENTO

NOTAS FISCAIS, CADASTROS, ISNCRIÇÕES FISCAIS, SISTEMAS E COMPARTILHAMENTO DE DADOS

As alterações no Regime do Simples Nacional

As imunidades e isenções dos tributos do artigo 156-A da CF.

O tratamento do IBS dado as compras dos entes públicos.

O Sigilo Fiscal e a troca de informações entre os fiscos federal, estadual e municipal.

O novo sistema de fiscalização, de lançamento, de cobrança, de representação administrativa e da representação judicial na plataforma do IBS/CBS

AS NOVAS COMPETÊNCIAS DOS AUDITORES FISCAIS MUNICIPAIS E DOS PROCURADORES MUNICIPAIS.

Dos regimes especiais:

Da Cesta Básica Nacional de Alimentos

Da tributação dos profissionais liberais

Da tributação dos serviços e produtos de saúde, alimentação, higiene pessoal, agropecuários, desportivos, artísticos e culturas e de segurança nacional e cibernética

Da tributação dos produtos hortícolas, frutas e ovos

Da tributação dos institutos de pesquisa científica, sem fins lucrativos

Da tributação do transporte público coletivo

Do regime especial dos biocombustíveis.

Da tributação dos produtores rurais

Da tributação dos serviços financeiros

Da tributação dos planos de saúde

Da tributação dos concursos de prognósticos (apostas)

Da tributação de bens imóveis, parcelamento do solo, incorporação, alienação, locação, e de construção civil

Da tributação das cooperativas

Da tributação dos bares, restaurantes, hotéis parques e agências de turismo

Da tributação das SAFs

As novas regras advindas das alterações da LC 227/26 sobre a LEI COMPLEMENTAR n. 214/25.

As ações fiscais desenvolvidas em conjunto entre estados e municípios

O processo administrativo fiscal

As regras da dívida ativa do IBS

Os trabalhos em conjunto com a Receita Federal

As regras de Fiscalização do Simples Nacional.

O MÓDULO DE APURAÇÃO NACIONAL

A OBRIGATORIEDADE DE EMISSÃO DE NOTA FISCAL DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NO EMISSOR NACIONAL PARA OS OPTANTES DO SIMPLES NACIONAL

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Professor:

Edilson Pereira de Godoy

Professor na EVG – escola Virtual de Governo da Gepam, Advogado Tributarista; Economista e Contabilista, com especialização em gestão da qualidade total, pós-graduado em Metodologia e Gestão em EAD, pós-graduado em Direito Processual Civil, pós-graduado em Gestão Pública, e Mestre em Administração Econômico-Financeira pela CEAPOG de São Caetano do Sul/SP; e em Direito pela Universidade de Ribeirão Preto – UNAERP. Professor Universitário de graduação e pós-graduação, das áreas de direito e de finanças, membro do Grupo de Pesquisa sobre Improbidade Administrativa da Universidade de Ribeirão Preto – UNAERP. Atuou por mais de uma década como Fiscal de Rendas da Prefeitura Municipal de Pirassununga/SP; foi integrante da “Comissão de Análise e Estudo do DIPAM” na mesma Prefeitura; foi Secretário Municipal de Finanças e Secretário Municipal de Segurança Pública, é Consultor Assessor de diversas Prefeituras Municipais; Consultor de empresas privadas e Empresário da área de telecomunicações; Autor de artigos e trabalhos publicados; É professor convidado da USP e da UNICAMP, autor do livro “Manual Prático de Tributação Municipal”, e do ensino de Fiscalização a Distância e de capítulos dos livros LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO e AÇÕES COLETIVAS E CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA.

Curso Online (In company para Prefeitura de Dracena/SP) – Gestão e Fiscalização dos Contratos

Apresentação:

Este curso proporciona uma exploração aprofundada da gestão e supervisão eficaz dos contratos administrativos, componentes cruciais para assegurar resultados superiores na Administração Pública. O programa pretende elucidar as características distintivas dos contratos administrativos, além de capacitar gestores, fiscais e representantes na realização de uma execução contratual efetiva, de acordo com as mais recentes orientações dos Tribunais de Contas e entidades de fiscalização.

Conteúdo Programático

Módulo 1 – Negócios Jurídicos Públicos

1.1 Conceito de contrato administrativo e distinções em relação aos contratos privados

1.2 Regime jurídico aplicável e princípios fundamentais que regem os contratos administrativos

1.3 Procedimentos formais para a celebração do contrato administrativo

1.4 Análise das cláusulas contratuais: obrigatórias, exorbitantes e vedadas

1.5 Duração dos contratos administrativos: prazos determinados e execução por escopo

1.6 Hipóteses e procedimento de alteração contratual

1.7 Manutenção do equilíbrio econômico-financeiro do contrato

1.8 Distinções entre reajuste, repactuação e revisão: fundamentos jurídicos e procedimentos

1.9 Prorrogação do prazo de execução contratual: hipóteses legais e requisitos

1.10 Aditivos contratuais: formalização e limites legais para modificação do contrato

1.11 Garantias contratuais: espécies, exigência e execução

1.12 Subcontratação: permissibilidade, limites e implicações jurídicas

1.13 Contratos de fornecimento e de prestação de serviços: distinções entre serviços contínuos e não contínuos

1.14 Rescisão contratual: causas, formalidades e consequências jurídicas

Módulo 2 – Execução Contratual

2.1 Atribuições do gestor do contrato: perfil, competências e planejamento de atividades

2.2 Atribuições do fiscal do contrato: perfil, competências e instrumentos de supervisão

2.3 A figura do preposto do contratado: deveres e comunicação com os agentes da Administração

2.4 Atuação preventiva do gestor e do fiscal no planejamento da contratação

2.5 Registro de ocorrências na execução contratual: diretrizes e procedimentos

2.6 Medição de serviços: critérios, documentos e controle

2.7 Recebimento provisório e definitivo do objeto contratual: fundamentos e implicações

2.8 Regras para pagamento: prazos, formas e condições contratuais

2.9 Deveres e responsabilidades do contratado na execução contratual

2.10 Responsabilidades da Administração Pública em contratos de terceirização de serviços

2.11 Aplicação de sanções contratuais: hipóteses, ritos e garantias ao contraditório

2.12 Mecanismos de controle administrativo e judicial dos contratos administrativos

2.13 Orientações jurisprudenciais e normativas dos Tribunais de Contas e do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI/SEGES) sobre a execução contratual

Professor:

Lucas Rafael da Silva Delvechio

Mestre em Direito Negocial com foco em Licitações Sustentáveis pela UEL. Especialista em Direito Tributário e Processo Tributário pela EPD, e em Estado e Políticas Sociais pela UEL. Graduado em Direito pelo Centro Universitário de Adamantina (FAI). Docente de Direito e Ciências Contábeis no Centro Universitário de Adamantina (FAI). Consultor Jurídico na GEPAM e Advogado com prática individual.

Currículo Lattes completo: http://lattes.cnpq.br/8638269346560309

Curso Online Esclarecendo dúvidas sobre a Lei de Licitações | 157

Público-Alvo

Agentes públicos, comissão de contratação, fiscais/gestores de contratos e equipe de planejamento.


José Carlos (2 horas)

Conteúdo Programático Integrado

Fase Preparatória e Instrução Processual (Art. 72)

  • Exigências do processo de contratação direta: do Documento de Formalização da Demanda (DFD) ao Estudo Técnico Preliminar (ETP).
  • Elaboração do Termo de Referência (TR) e análise de risco simplificada.
  • Pesquisa de preços e estimativa de custos: regras práticas para a instrução (inciso VII).
  • Exigências de habilitação, qualificação, justificativa da escolha do fornecedor e do preço.
  • Parecer jurídico, eficácia do ato e obrigatoriedade de publicação no PNCP.

Inexigibilidade de Licitação (Art. 74)

  • Conceito de inviabilidade de competição e a natureza do rol do art. 74.
  • Fornecedor e distribuidor exclusivo (inciso I): comprovação e vedações a atestados genéricos.
  • Serviços técnicos especializados de natureza predominantemente intelectual (inciso III): notória especialização vs. singularidade.
  • Contratação de artistas (inciso II) e representante exclusivo.
  • Credenciamento como hipótese de inexigibilidade (inciso V).

Dispensa de Licitação (Art. 75)

  • Dispensa por valor (incisos I e II) e o dever de evitar o fracionamento de despesa (“mesmo ramo de atividade”).
  • Operacionalização da Dispensa Eletrônica e o procedimento competitivo simplificado (art. 75, § 3º).
  • Licitação deserta e fracassada: requisitos para a contratação direta.
  • Emergência e calamidade pública (inciso VIII): pressupostos, limitação temporal/de objeto e vedações à recontratação.

Aplicação Prática e Debates

  • Análise de checklists essenciais para a montagem do processo instrucional.
  • Discussão de situações críticas do dia a dia da administração pública e solução de dúvidas.

Leonardo (1 hora)

Programa

  • A fase de planejamento na Lei de Licitações.
  • Conceituando as peças de planejamento.
  • DFD: prática e estrutura.
  • ETP: ponto a ponto.
  • Aspectos relevantes.

Lucas (1 hora)

Fiscalização Contratual na Prática

  • Diferenças entre gestão e fiscalização contratual.
  • Atribuições e responsabilidades do gestor e do fiscal.
  • Acompanhamento da execução, medições e registro de ocorrências.
  • Recebimento do objeto, conferência de documentos, atesto e pagamento.
  • Fiscalização trabalhista nos contratos com dedicação exclusiva de mão de obra.
  • Controle de salários, benefícios, FGTS, encargos previdenciários e demais obrigações trabalhistas.
  • Providências diante do inadimplemento da empresa contratada.
  • Medidas preventivas para reduzir riscos de responsabilização da Administração.
  • Alterações contratuais, prorrogações, reajustes e repactuações.
  • Notificações, sanções e encerramento do contrato.
  • Espaço destinado ao esclarecimento de dúvidas dos participantes.

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Professores

José Carlos Pacheco de Almeida

José Carlos Pacheco de Almeida - Diretor Jurídico da GEPAM

Advogado e Diretor Jurídico da GEPAM. É especialista em Gestão Pública pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul – UFMS. Especialista em Direito Público pela EBRADI. Tem experiência na área Jurídica, com ênfase em Direito Administrativo, Tributário e Eleitoral, atuando principalmente nos seguintes temas: licitação, gestão pública, servidores públicos, bens públicos, tributos e eleições.

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Leonardo Vieira de Souza

Leonardo Vieira de Souza - Consultor Jurídico da GEPAM

Advogado, Consultor Jurídico e Instrutor de cursos da EVG – Escola Virtual de Governo da GEPAM. Possui especializações em Direito Constitucional e Administrativo, Direito Eleitoral e em Direito Público com Ênfase em Licitações. Tem atuação em Direito Administrativo, Tributário, Terceiro Setor e Gestão Pública.

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Lucas Rafael da Silva Delvechio

Lucas Rafael da Silva Delvechio - Consultor Jurídico da GEPAM

Mestre em Direito Negocial com foco em Licitações Sustentáveis pela UEL. Especialista em Direito Tributário e Processo Tributário pela EPD, e em Estado e Políticas Sociais pela UEL. Graduado em Direito pelo Centro Universitário de Adamantina (FAI). Docente de Direito e Ciências Contábeis no Centro Universitário de Adamantina (FAI). Consultor Jurídico na GEPAM e Advogado com prática individual.

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Curso Online sobre Gestão Orçamentária e Financeira da Saúde: Regras, Limites e Controles | 156

Público-Alvo:

Secretários(as) de Saúde, Dirigentes Municipais de Saúde, Secretários Municipais, Chefes de Divisão / Diretores, Tesoureiros, Apoio Financeiro, Gestor Financeiro Recursos da Saúde, Conselheiros(as) do FUNDO MUNICIPAL DA SAÚDE, Administradores, Contadores, Economistas, Escriturários, e demais servidores municipais interessados na dinâmica dos RECURSOS e GESTÃO da Saúde dentro do município.

Objetivo:

Gestão dos recursos públicos destinados a Saúde e gerenciado pela Secretaria Municipal de Saúde dos municípios do Estado. Conhecer os conceitos técnicos sobre a execução orçamentária dos recursos financeiros e orçamentário, para entender e gerir os recursos de forma a não comprometer o fechamento anual do município e atendendo ao mínimo constitucional de aplicação de 15%.

Programa:

I. INTRODUÇÃO A GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA DA SAÚDE;

a. Conceito de gestão orçamentária e financeira no setor público
b. Especificidades do financiamento da saúde pública
c. Organização do SUS e suas implicações orçamentárias
d. Papel do gestor público e dos órgãos de controle

II. RECEITA E DESPESA PÚBLICA;
III. DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA;
IV. O SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE – SUS;
V. AS OBRIGAÇÕES LEGAIS DO MUNICÍPIO;
VI. AS COMPETÊNCIAS CONSTITUCIONAIS DO MUNICÍPIO;
VII. INSTRUMENTOS NORMATIVOS DE PLANEJAMENTO NA SAÚDE;

a. Plano Municipal de Saúde;
b. Plano de Ação em Saúde
c. Controle Social
d. Prestação de Contas: Relatório Anual de Gestão e Relatório Quadrimestral
e. Plano Plurianual (PPA)
f. Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO)
g. Lei Orçamentária Anual (LOA)

VIII. FONTES DE FINANCIAMENTO DA SAÚDE;

a. Recursos Próprios e Transferências Intergovernamentais
b. Blocos de Financiamento do SUS
c. Transferências Fundo a Fundo
d. Vinculações Legais e Constitucionais
e. Emendas Parlamentares na Saúde

IX. LEI COMPLEMENTAR 141 DE 13 DE JANEIRO DE 2012;
X. NOVO MODELO DE COFINANCIAMENTO DO PISO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA (Portaria 3493/2024)
XI. COMO REALIZAR UMA BOA GESTÃO DA SAÚDE MUNICIPAL;
XI. – Pós Curso.

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Professor:

Éderson Wiliams da Paz

Contador habilitado no CRC-SP, Assessor e Consultor Público, Professor e Palestrante. Especialista em Finanças, Contabilidade e Controladoria pela Universidade do Oeste Paulista – UNOESTE; Especialista em Gestão Pública pela Faculdade Unypública; Bacharel em Ciências Contábeis pela Faculdade de Ciências Contábeis e Administração de Tupã – FACCAT; experiência em Contabilidade Pública, Orçamento Público, Execução Orçamentária e elaboração de PPA, LDO e LOA, preenchimento de sistema como: SIOPS, SIOPE, SICONFI, CDP, SIGPC, Matriz de Saldos Contábeis; Elaboração e apresentação de Audiências Públicas; Foi Contador Público no município de Iepê – SP; Atuou como Diretor da Divisão de Contabilidade no município de Rancharia – SP, e como Diretor do Departamento de Contabilidade no município de Martinópolis – SP, Coautor do livro “Compilados de SST no eSocial – 2024 – Para Órgãos Públicos”.

Curso Online sobre o Sistema de Registro de Preços nas Licitações | 155

Público-Alvo:

Servidores públicos, agentes de contratação, membros de comissões, gestores de compras e controladores internos.

Objetivo:

Atualizar e aprofundar o conhecimento sobre o Sistema de Registro de Preços (SRP), sua regulamentação na Lei 14.133/2021, práticas de pré-qualificação, credenciamento e PMI, com foco em soluções eficazes para compras contínuas.

Programa:

– INTRODUÇÃO

• Artigo 37 da Constituição Federal e o Direito Administrativo;
• Lei 8.666/93;
• Princípios e Objetivos;

– A LEI Nº 14.133/2021

• Planejamento;
• Agentes da licitação;
• A regra eletrônica e certames presenciais;
• Dispensas x inexigibilidades

– REGIME LICITATÓRIO: FASES INTERNA E EXTERNA

• Plano Anual de Contratação;
• Formalização da demanda – Requisição dos Setores;
• Estudo técnico preliminar;
• O processo;
• Modalidades;

– INSTRUMENTOS AUXILIARES

• Introdução
• Registro Cadastral;

– PRÉ-QUALIFICAÇÃO

• Na Lei 14.133/2021
• Aspectos favoráveis, contrários e práticos.

– CREDENCIAMENTO

• Na Lei 14.133/2021
• Aspectos favoráveis, contrários e práticos.

– PROCEDIMENTO DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE

• Na Lei 14.133/2021
• Aspectos favoráveis, contrários e práticos.

– SISTEMA DE REGISTRO DE PREÇOS

• Histórico
• SRP na Lei 14.133/2021
• Regulamentos
• O processamento
• Aspectos favoráveis, contrários e práticos
• Definições
• O edital
• Natureza
• Duração
• Renovação de saldo
• Obras e serviços de engenharia
• Participante
• Carona
• Jurisprudência recente
• Deliberação do TCESP

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Professor:

Leonardo Vieira de Souza

Advogado, Consultor Jurídico e Instrutor de cursos da EVG – Escola Virtual de Governo da Gepam. Possui especializações em Direito Constitucional e Administrativo, Direito Eleitoral e em Direito Público com Ênfase em Licitações. Tem atuação em Direito Administrativo, Tributário, Terceiro Setor e Gestão Pública.

Currículo Lattes Completo: http://lattes.cnpq.br/1539279876268782

Curso Presencial (In company para Prefeitura de Areiópolis/SP) – Planejamento e Elaboração do PCA (Lei 14.133/2021)

Público-alvo: Agentes públicos, secretários municipais e equipes de compras e licitações.

Objetivos do Curso: Capacitar os participantes a compreender a importância estratégica do planejamento nas contratações públicas, dominar as etapas de elaboração do Plano de Contratações Anual (PCA) e utilizar corretamente o Documento de Formalização de Demanda (DFD).

Conteúdo Programático

Módulo 1: Fundamentos e Marco Legal (60 minutos)

  • O Planejamento como Princípio: A introdução do planejamento no Art. 5º da Lei nº 14.133/2021.
  • A Figura do PCA: Definição legal (Art. 12, VII) e seus objetivos de racionalização e alinhamento estratégico.
  • Responsabilidade da Alta Administração: Governança, gestão de riscos e o papel do Tribunal de Contas (Comunicado SDG nº 12/2023 do TCE/SP).

Módulo 2: Estruturação e Regulamentação do PCA (60 minutos)

  • Necessidade de Regulamentação: Como Estados e Municípios podem aplicar regulamentos próprios ou da União (Decreto nº 10.947/2022).
  • Cronograma de Elaboração:
    • Prazos sugeridos para envio dos planos pelas secretarias (ex: até maio).
    • Consolidação pelo setor de contratações e aprovação pela autoridade competente.
  • Exceções ao Registro: Casos de sigilo, emergências (guerra, calamidade) e pequenas compras de pronto pagamento.

Módulo 3: Prática de Formalização da Demanda – O DFD (60 minutos)

  • O Documento de Formalização de Demanda (DFD): Elementos essenciais para o preenchimento:
    • Justificativa e descrição do objeto.
    • Estimativa de quantidades e preços simplificados.
    • Definição do Grau de Prioridade (Alto, Médio, Baixo) e datas pretendidas.
  • Vínculos e Dependências: Identificação de demandas relacionadas para evitar o fracionamento de despesas.

Módulo 4: Gestão, Alterações e Execução do Plano (60 minutos)

  • Consolidação de Demandas: Agrupamento de objetos de mesma natureza para economia de escala.
  • Alteração do PCA: Procedimentos para revisão durante o ano de elaboração (ajuste ao orçamento/LOA) e durante a execução.
  • Execução e Controle: Verificação do PCA antes da licitação e justificativas para demandas não planejadas.
  • Contingenciamento: Readequação de cronogramas em caso de restrição orçamentária.

Metodologia

  • Exposição teórica com suporte de slides (baseados na apostila).
  • Análise de minuta de decreto e modelos de anexos (DFD).
  • Espaço para dúvidas e discussões sobre a realidade local do órgão.

José Carlos Pacheco de Almeida

José Carlos Pacheco de Almeida - Diretor Jurídico da GEPAM

Advogado e Diretor Jurídico da GEPAM. É especialista em Gestão Pública pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul – UFMS. Especialista em Direito Público pela EBRADI. Tem experiência na área Jurídica, com ênfase em Direito Administrativo, Tributário e Eleitoral, atuando principalmente nos seguintes temas: licitação, gestão pública, servidores públicos, bens públicos, tributos e eleições.

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Curso Online sobre Emendas Impositivas Municipais: Elaboração, Tramitação e Execução Orçamentária | 154

PÚBLICO-ALVO:

Vereadores, Prefeitos, Vice-Prefeitos, Secretários Municipais, Diretores, Chefias, Assessores, Procuradores e Assessores Jurídicos, servidores do Poder Legislativo e do Poder Executivo com atuação no processo legislativo e orçamentário, assessores parlamentares, de comissão, de bancada e de vereador, bem como administradores, advogados, contadores, economistas e demais profissionais interessados no tema.

OBJETIVOS DO CURSO:

A implementação do orçamento impositivo exige atuação coordenada entre os Poderes Executivo e Legislativo, observadas as condições previstas em lei. Nesse contexto, a capacitação tem por objetivo apresentar e contextualizar as orientações estabelecidas pelas Emendas Constitucionais nº 86/2015, nº 100/2019 e nº 126/2022, quanto à possibilidade de apresentação e execução das emendas impositivas pelos vereadores no orçamento público municipal.

O curso visa orientar sobre o rito necessário para a correta implantação das emendas impositivas em âmbito municipal, bem como as adequações necessárias na legislação local, especialmente na Lei Orgânica Municipal e no Regimento Interno da Câmara.

Busca ainda instruir o Poder Legislativo quanto à organização interna, ao papel da Comissão de Orçamento e Finanças (COF) na análise, acompanhamento e fiscalização das emendas, bem como orientar os parlamentares quanto aos tipos de emendas que podem ser apresentadas, dados necessários, hipóteses de impedimento técnico e formas de acompanhamento da execução.

A capacitação também abordará estratégias para evitar impedimentos de ordem técnica que possam inviabilizar a execução das emendas, além de orientar o Poder Executivo quanto à análise das emendas apresentadas, à aplicação dos impedimentos técnicos, à execução orçamentária e financeira e à comprovação do cumprimento das emendas impositivas.

PROGRAMA:

1. A Implantação das Emendas Impositivas Municipais

a. Simetria Constitucional para as Emendas Impositivas;
b. A simetria constitucional para as emendas impositivas;
c. Emenda Constitucional nº 86, de 17 de março de 2015;
d. Emenda Constitucional nº 100, de 26 de junho de 2019;
e. Emenda Constitucional nº 126, de 21 de dezembro de 2022;
f. Adequação da Lei Orgânica Municipal;
g. Adequação do Regimento Interno;
h. Adequações necessárias para a implantação das emendas impositivas no ordenamento jurídico local;
i. Impedimentos técnicos;
j. Elaboração de cronograma para remanejamento das emendas com impedimento técnico;
k. Procedimentos para adoção das emendas impositivas individuais e de bancada.

2. O Orçamento Público

a. Entendendo os instrumentos de Planejamento Governamental;
b. Identificação das regras de negócio do fluxo orçamentário e da execução financeira das emendas parlamentares de execução obrigatória;
c. O Plano Plurianual;
d. A Lei de Diretrizes Orçamentárias;
e. A Lei Orçamentária Anual;
f. Programação Financeira e Cronograma Mensal de Desembolso;
g. Receita Orçamentária;
h. O que é a Receita Corrente Líquida;
i. Base de cálculo para as Emendas Impositivas;
j. Despesa Orçamentária; e
k. As classificações da Despesa Orçamentária.

3. A Elaboração das Emendas Impositivas

a. Formalidades para a apresentação das Emendas;
b. Compatibilidade com os Programas e Ações do PPA;
c. Obrigatoriedade dos percentuais das emendas impositivas;
d. As possibilidades e obrigatoriedades de emendas impositivas em Saúde;
e. Observância dos Impedimentos técnicos para a apresentação das Emendas;
f. Tipos de emendas que podem ser apresentadas nas peças orçamentárias;
g. A forma de elaboração das emendas parlamentares aos projetos de Orçamentos (PPA, LDO e Orçamento);
h. Estrutura da programação orçamentária;
i. Tipos de programas e suas integrações com as ações orçamentárias (projeto e atividade);
j. Identificação das emendas na LOA; e
k. Aspectos práticos sobre a elaboração de emendas legislativas.

4. Processo Legislativo Especial

a. O Processo Legislativo que deverá ser observado nos Projetos de Leis que tratam de Orçamento;
b. O papel da Comissão de Orçamento e Finanças na apreciação das emendas dos parlamentares;
c. Procedimentos na divisão dos percentuais de valores para cada Vereador nas Emendas Impositivas;
d. Implantação de cronograma de apresentação e apreciação das Emendas;
e. Classificação e Diretrizes Gerais sobre as Emendas na despesa;
f. Elaboração do parecer preliminar (parte geral e parte especial);
g. Adequação pelo parlamentar ou bancada nas hipóteses de impedimento;
h. Diretrizes Gerais para Apreciação e Votação;
i. Aprovação das emendas;
j. A elaboração da Redação Final; e
k. Análise do Veto do Executivo Municipal às Emendas Impositivas.

5. A Execução das Emendas

a. Análise dos impedimentos de ordem técnica pelo Poder Executivo;
b. Elaboração de relatório de viabilidade de execução;
c. Controle na execução de emendas parlamentares;
d. A relação entre Executivo e Legislativo por meio da execução de emendas;
e. Quais são os meios que o parlamentar poderá acompanhar a execução das emendas impositivas;
f. Medidas preliminares para a apresentação de emendas impositivas no repasse às entidades, conforme a Lei nº 13.019, de 2014;
g. Condições para celebração do convênio ou contrato de repasse;
h. Como funciona o remanejamento das emendas que sofreram impedimento técnico;
i. A possibilidade de remanejamento durante a execução;
j. Possibilidade de empenhar em restos a pagar;
k. A fiscalização do cumprimento do conteúdo oriundo das emendas impositivas;
l. Meios de comprovação de seu cumprimento;
m. Comprovação do cumprimento das emendas parlamentares pelo Poder Executivo;
n. Análise da comprovação total ou parcial da emenda individual e/ou de bancada; e
o. Penalidades pelo descumprimento do orçamento impositivo pelos Prefeitos.

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PROFESSORA:

Adriana Fantinel

· Contadora;
· Especialização em Auditoria e Perícia – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS);
· Especialização em Contabilidade, Auditoria e Finanças Governamentais – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS);
· Licenciada para a capacitação em Demonstrativos Fiscais – Planejamento e Orçamento, RREO e RGF pela Escola de Administração Fazendária (ESAF/STN/CFC);
· Professora de Graduação e Pós-Graduação;
· Consultora Contábil e de Gestão Pública;
· Instrutora de Cursos e Palestras em nível nacional;
· Associada Efetiva do Instituto Brasileiro de Direito Parlamentar (Parla);
· Integrante do Comitê de Governança no Poder Legislativo da Rede Governança Brasil (RGB);
· Integrante do Comitê de Implantação da Governança nos Municípios da Rede Governança Brasil (RGB);
· Integrante do Comitê Governança em Educação da Rede Governança Brasil (RGB);
· Atua há mais de 19 anos nas áreas de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, Planejamento Governamental, Orçamento Público, SIAFIC, Transparência Pública, Auditoria, Controles Internos, dentre outros;
· Coautora do livro O Plano Plurianual nos Municípios (2017);
Auditora certificada ODS – Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – Agenda 2030 – Organização das Nações Unidas;
· Diretora Executiva da empresa A.F. Assessoria e Consultoria em Gestão Pública;
· Diretora Executiva da empresa Intelecta Company Tecnologia, distribuidora oficial HP Robots e HP Calculators no Brasil; e
· Assessora e Consultora da empresa Asset Control – Controles Inteligentes.

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/1073597412772463